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Hipóteses para a rejeição alta a Leite na pesquisa do Instituto Paraná

A mais recente pesquisa do Instituto Paraná apontou alto índice de rejeição aos candidatos ao governo gaúcho pertencentes a partidos tradicionais. Sartori, PMDB, lidera a rejeição. 51% dos entrevistados não votariam nele de jeito nenhum, o que tende a lhe complicar a vida em um segundo turno.

Mas mesmo os novos expoentes da política no cenário estadual enfrentam narizes torcidos do eleitorado. Tucano Eduardo Leite, por exemplo.

Ele teve mais de 31,4% de rejeição, percentagem alta para um personagem recente em âmbito estadual.

A rejeição a Miguel Rosseto, PT, está em 47,8%; a Luiz Carlos Heinze, PP, em 39,9%; a Jairo Jorge, PDT, em 39,7%.

A rejeição a Leite pode ser interpretada de maneiras diferentes.

Uma pode indicar a rejeição aos partidos tradicionais, agravada pelo envolvimento de tucanos em corrupção, investigados e denunciados, alguns condenados, como Eduardo Azeredo, em-governador de Minas, por participação no Mensalão Tucano. Outra pode indicar que o os políticos que até ontem simbolizavam o “novo” enfrentam um processo de “envelhecimento mais rápido que o habitual”, ainda que a rejeição à Eduardo seja a menor entre os candidatos de agremiações clássicas da política, como PT, PSDB, PMDB, PDT, PP etc.

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