Cultura

Revista de esquerda revê Frida Kahlo, a ‘frívola’

Revista Carta Capital, publicação com viés de esquerda, traz uma matéria neste fim de semana que não deixa de ser provocante para uma ala da esquerda, sobretudo a femininista.

O incômodo começa pelo título: Frívola Kahlo, um trocadilho com o nome verdadeiro da pintora mexicana, Frida.

Frívola, no dicionário, é o mesmo que pessoa sem importância, inútil, superficial.

Já o sobrenome da artista, no contexto da matéria, ironicamente, faz pensar em “calo”.

Frida, sendo “frívola”, vira um calo para o feminismo.

Abaixo, um trecho da matéria:

Frívola Kahlo

O Victoria & Albert de Londres materializa, assim, a partir de junho, a convicção bastante justificada de que Frida Kahlo é muito mais um empenhado produto da moda, e de moda, do que um gênio definitivo dos pincéis e da composição.

Seja como for, sua posteridade está garantida, ainda que não exatamente no panteão em que gostariam de vê-la os ativistas e, em especial, as ativistas de seu considerável fã-clube.

A célebre mexicana de Coyoacán que namorou Diego Rivera e flertou com Leon Trotski – talvez simultaneamente – cultivava uma personalidade vulcânica no corpo fragilizado pela doença e sua filiação ao credo do surrealismo, via André Breton, encaminhou um prestígio internacional semelhante ao que a escola – com Salvador Dalí, Joan Miró, Max Ernst, René Magritte – desfrutou nos anos 30 e 40.

Leia a matéria completa aqui.

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Vivi Stuart

Secretária da Redação.

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