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Todos contra Trump

Trump iria provocar a 3ª Guerra Mundial, é xenofóbico, machista, não sabe negociar, vai afundar a economia dos EUA, diziam.

A gestão de Trump colocou os Estados Unidos na maior onda de geração de empregos nos últimos anos, a economia cresceu 2,3% no primeiro trimestre, com aumento de gastos médios dos americanos acumulando 5,5%, os investimentos empresariais subiram 6%, no mês de maio os empreendedores norte-americanos ofertaram 223 mil novas vagas, fato que contribuiu para que os estados Unidos tivessem sua menor taxa de desemprego nos últimos 18 anos.

O que mais é necessário para que um presidente seja considerado competente?

Olhar para o próprio quintal e privilegiar primeiramente o seu povo “não é visto com bons olhos” pela comunidade internacional.

Trump é protecionista, diz o primeiro ministro do Canadá. A União Europeia aprovará sanções contra Trump, esbraveja Ângela Merkel. Teresa May critica Trump por sua posição quanto o mundo islâmico.

O Canadá reclama tela taxação de aço e alumínio, Ângela Merkel luta para manter um decadente mercado comum europeu que os ingleses, que nunca foram bobos, já viram que não terá muito futuro, prova disso foi sua saída do bloco.

Afinal de contas, onde está escrito que pelo bem global da economia deve-se sacrificar a produção de um país em benefício de outros?

Por que uma nação deve se sacrificar por outras que, mesmo possuindo condições de competir de igual para igual, preferiram fomentar algumas mordomias sociais que agora não conseguem mais manter?

A partir do momento que Trump preocupou-se com o seu pátio as coisas começaram a melhorar por lá, afinal de contas eles estão nos Estados Unidos, não estão no Canadá, muito menos na Alemanha, é natural que um líder se preocupe primeiramente com seu povo.

Cada povo que grita em altos brados “Somos Soberanos” deve levar esta afirmação ao pé da letra e serem soberanos também no momento de resolver seus próprios problemas, sem depender do suor alheio.

Trump e Kim Jong-um assinam acordo de desnuclearização que também prevê outras medidas de caráter positivo não só para os dois países, mas para a paz no globo.

Trump pode não ser carismático e perfeito, mas bem que o Brasil estava precisando de um presidente como ele, que defendesse os interesses nacionais.

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Djalma Cerezini

Djalma Cerezini Filho é engenheiro mecânico e cuteleiro. Foi servidor público no Paraná por 15 anos, administrador do Instituto de Menores de Ijuí (RS), e atualmente profissional liberal na área de Engenharia Mecânica e Cutelaria.

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5 Comentários

  1. Nunca fui “getulista ou quremista”, como eram denominados os jovens da minha época. Mas não concordo co comparações. O Getúlio era fazendeiro, homem rico para os padrões da época. Foi o homem mais poderoso do Brasil durante a presidência/ditadura dos anos 30/45. Um “outro” chamado de “o cara”, pelo pior pres
    idente dos Estados Unidos, morava, com a família em um “cubículo” de 40m2.
    Cito um trecho do livro do Flávio Tavares, aqui já referido: “Naqueles dias, Ricardo Jafet multiplicou suas viagens de São Paulo a S ão Borja num avião fretado, o mesmo no qual — em 1949, muito antes das eleições de 50 — havia trazido uma pequena geladeira a querosene, de presente, além de caixas de frutas e espremedores de laranja. Getúlio tinha se irritado no início, tomando a geladeira como um suborno extravagante de um milionário ao qual não dera nenhuma intimidade, mas que depois deslumbrou-se pouco a pouco com aquela comodidade de ter água fresca a qualquer hora e, poder fazer sorvete e saboreá-lo antes de deitar-se. A fazenda dos Santos Reis não tinha eletricidade…” Como já disse, nunca fui Getulista mas compará-lo ao “outro”, só pode ser ignorância da História…

    1. Olá Kafka, novamente agradeço por sua participação. No entanto acho que não compreendi direito teu comentário. Se não for pedir muito gostaria que fosse mais claro, desta forma a interação entre nós seria mais edificante. Abraço.

  2. Eu só pedi que não fizessem comparação entre Getúlio e Lula, como muitos já tentaram. Getúlio era um homem rico, instruído e incorruptível. Entrou para a política por idealismo, não para enriquecer. Quando morreu, seu patrimônio era menor do que quando foi presidente. Lula era paupérrimo, continua apedeuta e está milionário, juntamente com a família. Eu, graças a Deus (e a mim), nunca precisei de políticos para progredir. Na minha casa, político profissional, tem entrada proibida. Na rua ainda “tolero” alguns. Tenho filhos Magistrado, Policial e funcionário de grande Estatal, todos devidamente concursados. Espero que eles se espelhem na biografia de Getúlio, embora eu jamais tenha sido getulista ou filiado a partido político…

    1. Entendo, mas não fiz referência alguma a estes personagens, principalmente pelo fato de que o foco do artigo é o presidente Trump, sua atuação política e resultados atingidos. Prezo muito tua participação.

  3. Djalma, eu entrei alheiatoriamente na tua “faixa” Às vezes quero tratar de um assunto que não está no contexto de um autor. Peço desculpas. Hoje, para dar um exemplo vi, pela terceira vez o filme POLÍCIA FEDERAL- ALEI É PARA TODOS. Esse filme deveria ser obrigatório em todas as escolas de Ensino Fundamental, para que nossas crianças soubessem em que país vivemos. Para ser Delegado da Polícia Federal, Juiz, Procurador, Promotor, teus filhos, meus filhos, os filhos do porteiro de teu prédio, além da formação universitária exigida, têm que passar por concurso duríssimo, onde só os melhores preparados conseguem aprovação. Para ser ministro do STF, como o Tóffoli, REPROVADO sempre que se submeteu à prova para o cargo, basta ser correligionário e amigo de um presidente apedeuta que o NOMEIE e estará com cargo vitalício. E o Gilmar Mendes e o Lewandowsky e… É por isso que o povo tem que exigir mudança nas leis… País dos espeeeertos…

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