À Folha de S. Paulo, o líder dos caminhoneiros, José da Fonseca Lopes, desafiou o governo, declarando que, se houver repressão policial, “vai correr sangue”.
“Pode parar [a paralisação] se vier uma força policial muito forte para cima. […] Ninguém vai conseguir tirar o caminhoneiro. Vai correr sangue nisso aí”.
Caminhoneiros entrevistados pelo G1 no Rodoanel Mário Covas, em São Paulo, disseram que seus patrões apoiam a greve e que a ordem que eles recebem em vários grupos de WhatsApp é para “continuar todo mundo parado”.
“Meu patrão falou que eu posso morar aqui se eu quiser”, disse um dos cem caminhoneiros parados no local.
“O que falaram nessa reunião [sobre congelamento do preço do Diesel] não vai mudar em nada nossa situação. Aquelas pessoas não representam a gente. Se tiver que ficar parado mais 20 ou 30 dias a gente fica”.
