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Brasil & Mundo

Comunicado do NOVO-RS sobre manifestações no País

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Nós do NOVO Rio Grande do Sul estamos acompanhando com muita atenção as manifestações e reivindicações que estão acontecendo em todo o Brasil nos últimos dias.

Compreendemos e compartilhamos da indignação pelo alto custo dos combustíveis e, principalmente, a carga tributária que asfixia os brasileiros. Temos hoje uma maioria política que não representa ninguém, exceto a si próprios.

A partir desse sentimento de frustração e indignação, conclamamos nossos filiados e apoiadores a reagirem como sempre esperamos que quaisquer entidades e membros da sociedade façam: com respeito aos valores maiores, como as liberdades individuais, com visão de longo prazo, respeito ao trabalho e, sempre com racionalidade, propostas factíveis, aproveitando da oportunidade para discutir e erradicar as reais causas dos inúmeros problemas que assolam a população.

Entendemos que há várias razões para o alto custo dos combustíveis, sendo a principal a alta carga de impostos, algo necessário para manter privilégios de políticos. O dinheiro para o imoral fundo partidário/eleitoral, apenas um dos inúmeros indecentes mecanismos de manutenção do poder por caciques de partidos, é uma das excrecências que hoje precisa ser financiada pela população. Os privilégios surreais como verbas de gabinete nababescas, os cargos para o apadrinhados políticos, os auxílios-paletó e moradia, a corrupção que assola o país acabam por virar impostos que só podem ser pagos pelo cidadão trabalhador, seja caminhoneiro, empresário, operário, policial ou professor.

Sem reduzirmos os gastos públicos não seremos capazes de reduzir a carga tributária e não conseguiremos efetivamente baixar os custos dos combustíveis. Sem privatizarmos as centenas de empresas estatais, autarquias e fundações, manteremos funcionando os incentivos que levaram à gigantesca destruição de valor da Petrobras. Sem abrirmos os setores da economia e sem rompermos com os monopólios, não conseguiremos reduzir os custos para o cidadão.

Em resumo, se não focarmos o Estado nas suas funções prioritárias de segurança, educação e saúde, não conseguiremos ter o retorno esperado de um governo funcional. E foco significa escolhas, significa quebrarmos com a crença de que o Estado tudo proverá.

Como acreditamos antes de tudo no exemplo, cobramos de nossos atuais representantes eleitos que façam política respeitando o dinheiro dos pagadores de impostos. Com apenas quatro vereadores eleitos, já economizamos mais de quatro milhões de reais no primeiro ano de mandato em verbas de gabinete e cargos não nomeados, que se somam aos três milhões de fundo partidário recebidos e que o NOVO se recusa a utilizar. Com uma bancada de deputados, a economia será muito maior, e o exemplo será tão claro que não poderá ser ignorado.

Nós não nos furtaremos de participar da discussão e da construção da solução dos problemas estaduais e nacionais que são graves e urgentes e de cobrar as reformas e mudanças difíceis para toda a sociedade. Sabemos que povo que não tem virtudes acaba por ser escravo, e usaremos o NOVO como ferramenta para transformar nossas virtudes no orgulho que uma vez tivemos. Estamos e estaremos aqui, ajudando a renovar tudo nas eleições de 2018.

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Alec Baldwin se diz chocado após ter matado por acidente uma cinegrafista

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Alec Baldwin, o ator que matou sem querer uma cinegrafista, falou pela primeira vez sobre a morte de Halyna Hutchins, alvejada por um tiro nas gravações do filme “Rust”, no Novo México.

Em publicação no Twitter há pouco, Alec Baldwin lamentou o episódio:

“Não há palavras para expressar meu choque e a tristeza em relação ao trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins, esposa, mãe e colega de trabalho. Profundamente admirada. Estou cooperando totalmente com a investigação policial”

O ator também afirmou que seu coração está partido pelo marido, filho e pelos amigos de Halyna.

Juan Rios, porta-voz do gabinete do xerife no Condado de Santa Fé, no Novo México, informou que as circunstâncias do tiroteio ainda estão sendo investigadas.

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Brasil & Mundo

Incor pede autorização à Anvisa para testes de vacina spray

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O Instituto do Coração (Incor) em São Paulo enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nessa quinta-feira (21), o pedido de autorização para os testes clínicos da vacina em spray contra a covid-19. A ideia é iniciar as fases 1 e 2 do estudo em 2022. O documento detalha aspectos técnicos e metodológicos do imunizante em avaliação.

De acordo com o Incor, a vacina spray “é  inédita no mundo não apenas pela sua forma de administração pelas narinas, mas também pelos componentes derivados do vírus que ele utiliza  para a imunização e pelo veículo que os transporta (nanopartículas)”, aponta nota da instituição.

O imunizante é desenvolvido pelo Laboratório de Imunologia do InCor e tem como parceiros a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade de São Paulo (USP), especificamente a Faculdade de Medicina, o Instituto de Ciências Biomédica e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas. 

Os resultados iniciais são promissores. Os experimentos mostram que animais imunizados com a vacina spray tiveram altos níveis de anticorpos IgA e IgG e também uma resposta celular protetora. 

Serão 280 participantes divididos em sete grupos, seis deles vão tomar doses diferentes entre si e o último vai receber placebo. A dose diferenciada é para testar a melhor dosagem. Essas fases devem durar até três meses. O objetivo é avaliar a segurança, a resposta imune e o esquema vacinal (dose) mais adequado.

O Incor aponta que, diferentemente das vacinas existentes, que usam a proteína spike para induzir a resposta imune do organismo, o imunizante que está em desenvolvimento utiliza peptídios sequenciais derivados de proteínas que compõem o vírus. A forma de administrar o medicamento, pelas narinas, utiliza uma nanopartícula que consegue ultrapassar a barreira protetora dos cílios e do muco.

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Ministro: mudanças no teto não abalarão fundamentos fiscais do país

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As mudanças no teto federal de gastos para financiar parte do Auxílio Brasil não abalarão os fundamentos fiscais do país, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em declaração conjunta ao lado do presidente Jair Bolsonaro, ele disse preferir ter a gestão avaliada com uma nota mais baixa para ajudar a população mais vulnerável.

“Entendemos os dois lados, mas não vamos tirar 10 em política fiscal e zero em política social. Preferimos tirar 8 em fiscal, em vez de tirar 10, e atender os mais frágeis”, afirmou o ministro. “Nós preferimos um ajuste fiscal um pouco menos intenso e um abraço do social um pouco mais longo. É isso que está acontecendo.”

Acompanhado de Bolsonaro, Guedes negou ter pedido demissão do cargo, após quatro secretários terem pedido exoneração. O presidente visitou o Ministério da Economia para aliviar as tensões após a decisão do governo de encaminhar ao Congresso uma proposta que muda o período de cálculo do teto de gastos para acomodar o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil que vigorará até o fim de 2022. 

Fundamentos

Segundo o ministro, os fundamentos econômicos continuarão sólidos, mesmo com o Brasil adiando o ajuste fiscal inicialmente previsto para o próximo ano. Ele destacou que o governo federal gastou 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas primárias em 2020, por causa da pandemia de covid-19, e gastará 19,5% neste ano, retornando aos níveis de 2019.

De acordo com Guedes, o novo benefício social terá impacto de 1% do PIB nos gastos do próximo ano, adiando o ajuste fiscal. “Em vez de [gastar] 17,5% [do PIB] no ano que vem, que parece apertado demais, vamos ajudar os brasileiros e reduzir o ritmo do ajuste fiscal. [Agora] cai para 18,5% [em 2022]”, disse. O déficit primário – resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública – ficaria entre 1% e 1,5% do PIB no próximo ano, em vez de ser zerado.

A proposta original do Projeto da Lei Orçamentária de 2022 (PLOA), enviada no fim de agosto, previa déficit primário de 0,6% do PIB para o próximo ano. Com o impacto do Auxílio Brasil, o texto terá de ser alterado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso (CMO).

O financiamento do programa também depende da conclusão da reforma do Imposto de Renda no Senado. Para entrar em vigor, a medida depende da liberação de R$ 84 bilhões em despesas no próximo ano fora do teto de gastos. Esse montante não acomodaria apenas o benefício de R$ 400, mas também abriria espaço no Orçamento para a execução das emendas aprovadas pelo relator do Orçamento na CMO.

O espaço fiscal viria da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite parcelar os precatórios (dívidas reconhecidas pela Justiça em caráter definitivo). O texto foi aprovado ontem pela comissão especial da PEC dos Precatórios na Câmara dos Deputados, já com uma emenda que muda o cálculo do índice que corrige teto de gastos para a inflação acumulada entre janeiro e dezembro do ano anterior, em vez de julho de dois anos antes e junho do ano anterior. 

Justificativa

Segundo Guedes, o governo precisa agir para ajudar a população mais pobre, que passa dificuldades com a inflação dos alimentos e com o aumento do preço do gás de cozinha e da energia elétrica. “Todo mundo está dizendo que o povo está tendo dificuldade de comer, de comprar o gás de cozinha. Por isso, vamos reduzir o ritmo do ajuste fiscal”, justificou o ministro. “O teto é um símbolo, mas não vamos deixar as pessoas com fome.”

O ministro comentou ainda a renúncia do secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt. De acordo com ele, os dois técnicos queriam que o valor do Auxílio Brasil ficasse em R$ 300, mas a ala política tinha pedido um valor maior, cabendo ao governo chegar a um meio-termo. “Cabe ao presidente [Bolsonaro] fazer essa arbitragem e cabe a mim fazer a avaliação de até onde pode ir.”

Guedes, no entanto, advertiu que um benefício a partir de R$ 500 por mês prejudicaria a economia. “Se [o Auxílio Brasil] for para R$ 500, R$ 600, R$ 700, esquece, aí não dá mesmo e nós vamos desorganizar a economia.”

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