Num debate polêmico na Federasul, neste ano, Eduardo Leite disse que o Estado é o CANHÃO da sociedade.
Agora, em resposta à seguinte pergunta de jornalistas na Rádio Gaúcha (“Nos últimos dois anos, o senhor não trabalhou. Como ganha a vida?”), ele respondeu que fez um COLCHÃO, dando a entender que juntou dinheiro.
Conclusão semântica: O tucano gosta de aumentativos.
Na Federação, o candidato Mateus Bandeira se insurgiu, afirmando que o CANHÃO da sociedade não é o Estado, mas sim o indivíduo.
Curiosamente, a mesma resposta poderia ser dada sobre a acolchoada menção ao Ortobom.
