Em nota, Reitoria da UFPel repudia intolerância

NOTA DE GESTÃO

Com o fim do primeiro turno das eleições presidenciais e o subsequente afunilamento do processo, restando duas candidaturas antagônicas na disputa, temos observado o crescimento da intolerância e o desrespeito constante aos preceitos mais básicos da democracia e do convívio humano.

Num espaço de menos de uma semana, professores da Universidade Federal de Pelotas foram ameaçados por meio de mensagens de e-mail anônimas e houve relato de gestos violentos e homofóbicos nos campi da UFPel.

A administração da Universidade Federal de Pelotas repudia todo o tipo de intolerância e violência e desde já informa que investigará todas as denúncias recebidas com seriedade, acionando, quando necessário, os órgãos de segurança, em especial a Polícia Federal.

O ambiente universitário deve ser local do livre pensar, do debate de ideias e da liberdade de expressão. Não arredaremos um único milímetro nas premissas fundamentais da Universidade e reafirmamos nosso repúdio a qualquer tipo de violência.

Por fim, manifestamos nossa solidariedade aos servidores e estudantes vítimas de qualquer tipo de violência, e nos colocamos à disposição, enquanto gestores da Universidade, em receber, de modo sigiloso ou não, toda e qualquer denúncia sobre agressões, verbais, gestuais ou físicas recebidas por nossa comunidade.

Share:

Author: Da Redação

3 thoughts on “Em nota, Reitoria da UFPel repudia intolerância

  1. Começou o desespero petista, agora simulam todo o tipo de agressões pelo país para tentar direcionar isso ao Bolsonaro e seus eleitores para prejudicar sua campanha… Bolsonaro venceu o primeiro turno e está liderando as pesquisas por uma grande margem, mesmo que existissem radicais agressivos dentre os eleitores não teriam motivo para fazerem isto, do outro lado sobram razões para tais práticas…
    Para completar, no dia em que Bolsonaro levou uma facada no meio da multidão, ninguém agrediu o bandido agressor, o qual foi preso e encaminhado a cadeia, ao contrario do manifestante do MBL que sofreu traumatismo craniano ao ser empurrado contra os carros por um filiado do PT… Não precisa nem falar em MST, CUT, “descer a porrada nos coxinhas”, etc…
    É incrível quão baixo pode chegar um partido por sua sede de poder…

  2. E não podemos nem devemos esquecer da professora Rejane. Não sei se a matéria que ela leciona é importante para as futuras gerações. Mas a Universidade não é local para politicagens e ódios. Quer ser político/partidária, escolha o local adequado… Certamente não é a Universidade Pública.

Deixe uma resposta