FLOW WORK, quinta torre em construção pela Idealiza Urbanismo no Parque Una, confirma o crescimento paulatino do inédito bairro planejado, composto por um mix de torres residenciais e comerciais que, integradas à natureza, compõem o ecossistema urbanístico do lugar, uma área nobre atrás do Shopping Pelotas, no caminho entre a cidade e as praias, que são a cidade também.
A nova torre será aberta para comercialização nos próximos dias.
Até agora foram lançados seis das 30 torres previstas para o Una: o HOLA (duas torres residenciais), o PLEX (uma torre comercial), o PLAZA (uma torre residencial), o FLOW LIVE (uma torre residencial) e o FLOW WORK, mais recente, uma torre comercial.
O FLOW WORK possui 149 unidades – 172 salas e duas lojas, todas com terraço. Os tamanhos das unidades variam de 24,21 m2 a 41,80 m2 e dão vista de 180º, do centro antigo ao Parque.
Juntas, FLOW LIVE E FLOW WORK formam a primeira dupla de torres do Una conectada diretamente; por corredor no quarto andar, os usuários poderão transitar entre as torres residencial e comercial.
Assim como o LIVE, o FLOW WORK conserva o padrão de vida compartilhada que inspira o conceito do bairro como um todo. As duas torres aproximam profissionais de suas moradias.
CARACTERÍSTICAS DO FLOW WORK
O FLOW WORK possuirá um pavimento com duas lojas térreas, hall de entrada, vestiários, bicicletário, infraestrutura, estacionamento. Um pavimento com estacionamento, um pavimento com 21 salas comerciais, um pavimento com 14 salas comerciais, duas salas para palestras e trabalho colaborativo (Coworking), terraço, e mais sete pavimentos com 16 salas comerciais cada. O último andar abrigará a casa de máquinas e o reservatório superior. O estacionamento será de uso comum.
CONCEITO DO PARQUE UNA
O Parque Una é mais que um convencional empreendimento imobiliário. Há um conceito inovador na concepção do bairro planejado para 8000 pessoas. “Eles estão criando novos centros”, diz o arquiteto pelotense Guto Kings. Ele se refere a Fabiano de Marco e Ricardo Costa, sócios da Idealiza Urbanismo, autora do Una.
Quando King fala “novos centros” está dizendo que o Una terá vida e dinâmica próprias tão ou mais atraentes quanto o centro antigo de Pelotas, que tem como ponto de encontro o tradicional Café Aquário.
Grande parte dos imóveis do Una tem sido adquirida por pessoas que viviam e trabalhavam em regiões nobres, com a avenida Dom Joaquim, e ansiavam por mais conforto e tranquilidade.
UM NOVO CENTRO É BOM PARA A CIDADE
É bom para a cidade que haja um novo centro efervescente, com as conveniências de todo “centro” e algo mais, como o ambiente climatizado e aglutinador do Shopping e um bairro, o Una, cujo projeto de ocupação urbana é uma evolução em relação ao velho urbanismo do centro antigo, hoje em dia sobrecarregado de problemas, do tráfego nervoso de veículos à presença desordenada de ambulantes, passando pela insegurança.
O Una pretende ressuscitar no bairro o que falta ao centro antigo: o senso de comunidade dos habitantes, de responsabilidade sobre o espaço público, e crowdfunding, financiamentos coletivos para o desenvolvimento projetos de interesse da coletividade.
Um novo centro que seja urbanisticamente mais bem resolvido – sem os problemas do centro antigo – pode influenciar a própria renovação deste. Pode até mesmo vir a influenciar positivamente nos rumos do planejamento urbano da cidade, que hoje cresce de forma desordenada.
UMA VIDA À MODA ESCANDINAVA
Nesta ano, a tevê Globo veiculou um programa sobre a Dinamarca, na Escandinávia, onde o índice de felicidade é o maior do planeta. Lá vive Jan Gehl, urbanista de renome internacional e artífice do modo de vida minimalista em seu país, que vem servindo de inspiração em todo o mundo, Pelotas incluída.
O estilo dinamarquês de viver é o mesmo projetado para o Una, com seus edifícios residenciais em conexão aos comerciais, imersos em natureza. Que estilo é? Um estilo em que as pessoas venham em primeiro lugar, antes que veículos e tudo o mais.
Antigamente as pessoas ansiavam por comprar casas grandes e definitivas, pagando uma hipoteca até o fim da vida. Hoje isto se tornou inviável, por desnecessário numa sociedade em que o digital vem alterando o modo de vida rumo à simplicidade compartilhada.
Com a evolução tecnológica, que favorece regimes colaborativos de produção à distância, fazendo com que moradia e trabalho confluam para o mesmo ambiente, já não precisamos de mansões como ideal de vida.
VIDA LÍQUIDA E ASSOCIAÇÃO DE BAIRRO
Possuir um teto ainda é importante, mas a qualidade de vida está cada vez menos confinada à solidez do concreto. A vida está na sua própria liquidez, nela mesma. Os que compreendem isso veem a cidade como uma extensão da casa. A cidade é a casa. Já no Una, a cidade é o bairro – um bairro especial, com ruas acalmadas, áreas comuns de convivência, pista para caminhada e circulação de bicicletas.
