Uma síntese do que disse Eduardo Leite em “live”

O governador Eduardo Leite fez uma live no começo da noite desta quinta-feira (31).

Ele voltou a falar sobre a dramática situação fiscal do estado, diagnosticada por ele, embora conhecida desde a campanha.

Resumindo o essencial do que ele disse:

A despesa mensal supera em R$ 1,5 bilhão o que se espera que o governo vai arrecadar em 2019 – o que dá um déficit acumulado de R$ 22 bilhões por ano.

Precisamos fazer reformas estruturantes e incrementar a receita, através, por exemplo do incentivo à iniciativa privada (que, dinamizada, produziria maior volume de impostos).

Além disso, temos despesas acumuladas de exercícios anteriores – de R$ 4,5 bilhões.

Há também os precatórios (dívidas judiciais que o estado deve pagar). A lei manda que sejam pagas em seis, até 2024. Estamos falando de R$ 15 bilhões, que, acrescidos de juros, chegarão a R$ 19 bilhões, o que, divido por seis anos, dá R$ 3 bilhões por ano a ser pago pelo estado. Hoje o estado paga R$ 600 milhões por ano em precatórios, mas tem de pagar R$ 3 bilhões a partir de agora”.

Há também a dívida do estado com a União. Há quase dois anos está suspenso o pagamento, por liminar. Se a liminar for derrubada, o estado passaria a ter de pagar R$ 3 bilhões por ano para a União. Por isso estamos mantendo as negociações para aderir ao Regime Recuperação Fiscal – para que o estado venha a pagar no máximo R$ 900 milhões dessa dívida por ano.

Leite falou também que respeita a aspiração dos servidores por repor a inflação aos salários, mas que isso só pode ocorrer se o reajuste é aprovado em lei.

2 thoughts on “Uma síntese do que disse Eduardo Leite em “live”

  1. O PMDB é muito culpado dessa situação do estado!
    Sempre foi um cabidão de emprego.Desde de Pedro Simon !!
    Dois governos do pt foram um atraso ! Não geraram emprego!!!!!

  2. Eu não entendo!
    Porque nao abre as contas, seria o correto! De onde vem a arrecadação e para onde vai? Em que rubricas são gastos os impostos!
    Nenhum governo faz isto, e entram na ciranda financeira, que os bancos amam!
    Tá sendo igual aos demais até agora!

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