Dona de laboratório do ‘caso dos exames de pré-câncer’ luta para sair da depressão

Foto ilustrativa

Depois que saiu o laudo do Instituto geral de Perícias (IGP) inocentando o laboratório SEG no caso dos exames de pré-câncer de colo de útero, que se suspeitava terem sido feito por amostragem e não na integralidade, a proprietária do SEG, de 75 anos, ficou mais tranquila.

Mas continua deprimida, doente com a repercussão negativa do caso, que acabou resultando na suspensão pela prefeitura do convênio de mais de 30 anos com o SEG.

A denúncia, explorada pela oposição no período da campanha eleitoral, jogou na lama a credibilidade do laboratório e, claro, abateu gravemente a proprietária, segundo contou a sua advogada ao site.

O IGP liberou o resultado da análise de 196 lâminas de material coletado.

Em 195 deles, o resultado da contraprova deu exatamente igual ao do laboratório, provando que não houve análise por amostragem, como se pensava. Apenas um exames divergiu, mas dentro do limite científico aceitável.

As 196 lâminas reanalisadas se referem exclusivamente aos exames da Unidade Básica de Saúde Bom Jesus, onde apareceram as denúncias.

O Ministério Público mandou recolher 17 mil lâminas para reanálise.

Falta agora o IGP divulgar outros resultados, de outras UBS de Pelotas e região.

© Rubens Spanier Amador é jornalista.

Facebook do autor | E-mail: rubens.amador@yahoo.com.br

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