Promotora do caso dos ‘Exames de pré-câncer’ diz que contraprovas continuarão a ser feitas

A promotora Rosely de Azevedo Lopes, responsável pela investigação do caso de supostas falhas nos exames de pré-câncer pedidos pelo sistema municipal de Saúde, afirmou nesta terça-feira (19) que o laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP descarta a suspeita de que osn exames pudessem estar sendo feitos por amostragem pelo laboratório conveniado da prefeitura, o SEG.

O IGP analisou 196 lâminas e os resultados deram iguais ao do SEG. Apenas um divergiu, mas numa ínfima fração percentual de zero vírgula alguma coisa, o que é o mesmo que nada. Foram analisadas só lâminas referentes à UBS (Unidade Básica de Saúde) Bom Jesus, de onde partiram as denúncias mais fortes de que os exames poderiam ter problemas, no ano passado.

“No total o IGP está em poder de 17 mil lâminas do laboratório, de 2014 a 2017, disse ela. Agora faremos outros exames, de outras UBS”.

Ela disse também: “O IGP não possui estrutura para refazer todas as 17 mil análises. Por isso, descartada a hipótese de falhas nos exames da UBS Bom Jesus, que concentrava as denúncias, nós pediremos agora uma análise selecionada, por amostragem., das demais UBS”.

O promotora informou que enviou à prefeita Paula Mascarenhas um novo pedido de informações. “Ela já falou comigo sobre o episódio, quando estourou o caso. A prefeitura nos enviou o resultado de auditoria interna que fizeram sobre o caso; agora, é um segundo contato, em que buscamos mais informações”.

Rosely disse também que a prefeitura fazia vistoria sanitária periódicas do laboratório. A fiscalização não incluir fazer contraprova dos exames, como agora vem sendo feitas, depois que o caso foi denunciado e as investigações evoluem.

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