Orador de velório se dá ‘bem’

Cara gostava de discursar em velório.

Numa vez, se empolgou na falação e a dentadura despencou de sua boca dentro do caixão.

Não preciso descrever o clima.

Quebrando o gelo, ele emendou:

“Vai, Laurindo. Vai em paz. Como minha derradeira homenagem, leva contigo meu último sorriso…”

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