Só após sindicância, Reitoria da UFPel decidirá se afastará ou não servidor denunciado por assédio moral

Trecho de nota divulgada pela UFPel, no começo da noite desta quinta-feira (22):

“Na semana passada, a UFPel recebeu da EBSERH cópia do expediente que lá tramitou, o qual não veio acompanhado de nenhum juízo de valor sobre a denúncia. Imediatamente, a Reitoria procedeu com a abertura de procedimento administrativo disciplinar.

A Reitoria não viu razões para, antes do exercício de ampla defesa e à falta de suficiente contraditório, promover o afastamento preventivo do servidor.

Especificamente em relação às declarações de que, “mesmo após mais de uma dezena de relatos de assédio moral… o denunciado foi elevado à condição de superintendente substituto do hospital”, registre-se que a primeira portaria de substituição foi assinada em 14 de agosto de 2017, mais de um ano antes de qualquer denúncia.

Nova portaria foi emitida em 14 de junho de 2018, também antes do recebimento de qualquer denúncia de assédio. Destaque-se que tais portarias são de domínio público e, portanto, lamentamos profundamente que informações inverídicas tenham sido trazidas à comunidade sem o mínimo cuidado em averiguar a veracidade dos fatos.

Por fim, a administração da UFPel lamenta a ausência de reconhecimento ao trabalho sério e independente que vem sendo prestado por centenas de servidores abnegados junto à Comissão Permanente de Processos Administrativos Disciplinares, cujos relatórios inclusive são analisados pela Procuradoria Federal junto à UFPel (Advocacia Geral da União).”

O servidor denunciado ao MP e mais sobre o caso:

Procuradoria recomenda afastamento de gerente administrativo da UFPel

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