‘Quando a gente crescia um pouco, os mascarados éramos nós’

O pelotense Fabrício Pires, comentando o carnaval de Pelotas, registrou no Facebook. Falamos com ele.

Fabrício escreveu

Saudade dos carnavais a que nossos pais nos levavam e a gente chagava muito cedo.

Eles levavam aquela bolsa cheia de coisas boas para comer…

Eu ficava com medo dos mascarados.

Quando a gente crescia um pouco, os mascarados éramos nós.

A dinda ou a tia nos pegava pela mão para ir passear na passarela e abanar aquele conhecido na arquibancada…

A gente corria para arquibancada quando a próxima escola estava vindo..

Enquanto os adultos gritavam o nome das escolas, eufóricos, nós, crianças, olhávamos para aquelas arquibancadas achando que iam quebrar a qualquer momento.

Depois que passava a escola a gente, corríamos pelas tábuas numeradas.

O Jorge Ari, nosso antigo rei momo, nos abanava.

Pena nossos filhos não poderem viver isso hoje.

Talvez se pagarmos um transporte e ir para cidades do interior😕😕😕

Dez reais um churrasquinho tá puxado!

Pelo Messenger, Pires acrescentou: “O carnaval de Pelotas precisa ser repensado, urgente”

Obrigado por participar.

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