Paula é “Sartreana”

Na cerimônia de lançamento do Dicionário da Cultura Pampeana Sul-Rio-Grandense, do escritor e tradutor Aldyr Garcia Schlee, na manhã desta quarta-feira (20), no Palácio Piratini, a prefeita Paula Mascarenhas, em certo ponto do discurso, afirmou que é “Sartreana”.

É “sartreana” a pessoa que é discípula de uma pessoa, no caso o filósofo francês Jean Paul Sartre, ideólogo do Existencialismo, aquele para quem “o Homem está condenado à liberdade”.

Ou seja, o homem é prisioneiro da liberdade.

Ao se dizer sartreana, Paula confirma sua francófilia, doutorado em Paris, ideias à esquerda.

Um pouco mais sobre Sartre abaixo.

Sartre

Jean-Paul Charles Aymard Sartre (Paris, 21 de junho de 1905 — Paris, 15 de abril de 1980) foi um filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do Existencialismo.

Acreditava que os intelectuais têm de desempenhar um papel ativo na sociedade. Era um artista militante, e apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra.

Repeliu as distinções e as funções problemáticas e, por estes motivos, se recusou a receber o Nobel de Literatura de 1964.

Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma “essência” que suceda à existência.

Ele também é conhecido por seu relacionamento aberto que durou cerca de 51 anos (até sua morte) com a filósofa e escritora francesa Simone de Beauvoir.

Paula Mascarenhas, Catherine Deneuve e Marianne

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