Como são tristes os nossos “cacetinhos”

É quase um garimpo encontrar pães “cacetinhos”, versão local do pão francês, bem feitos.

Pode parecer frescura, mas o trabalho, qualquer que seja, só faz sentido quando é bem feito.

Porque o bemfeito é admirado, nos distingue, atrai clientes e permite melhorar o que já é bom, refinar.

Na virtuosidade, todos saem ganhando, mesmo que o preço das coisas, até do pãozinho, coitado, aumente um pouco.

É assim, parece ou deveria ser, porque a vida da gente merece ou mereceria ser pautada pela qualidade, não pela quantidade, ainda que o volume, à primeira vista, possa encher os olhos.

Mas eu queria comentar era sobre os nossos pãezinhos.

Me ocorreu uma coisa boba… Que talvez ainda existam muitos pelotenses que se recusem a chamar nosso pãozinho de “francês”, por questão de justiça. Por ser um cacetinho mesmo.

Em três lugares, na cidade, a gente encontra pão “francês” que faça jus a esse nome, sem as aspas.

Que lembre, em três, embora possa haver mais alguns.

Padarias Panemio e Popular. E padaria do supermercado Nacional, ao menos o do Calçadão.

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