Connect with us
https://www.mvpthemes.com/zoxnews/wp-content/uploads/2017/07/zox-leader.png

Brasil & Mundo

Seis anos sem Canini, pelotense por adoção, desenhista do Zé Carioca

Publicado

on

Texto republicado para relembrar Canini, morto em 2013, para quem “tudo se resolve na infância”

Canini

Marcos Macedo

Na década de 1970, quando eu era criança, o primeiro contato que tínhamos com a leitura era através das histórias em quadrinhos. Existia uma banca de revistas que ocupava a entrada lateral do Theatro Sete de Abril, pela rua Quinze de Novembro. Ali eu e meus irmãos íamos com meu pai comprar as revistinhas.

Nós éramos três irmãos, e meu pai estabeleceu conosco um acordo: não iríamos comprar revistas repetidas; cada um faria uma coleção diferente. Um ficou com as revistas do Riquinho, Bolota, Brotoeja; outro, com as do Walt Disney; eu fiquei com as da Turma da Mônica.

Eu era bem menor que meus irmãos, seis e cinco anos mais novo; nessa época, eu tinha cinco anos, e eles dez e onze. Eu queria muito ler as revistas do Zé Carioca e do Pato Donald, mas meu irmão Leandro não emprestava, porque eu, sem querer, as estragava e rasgava. Ele as colecionava em pilhas muito organizadas, num armário que ele não deixava eu chegar perto. Com capricho, empilhava uma com capa para cima, outra com capa para baixo.

– Estou guardando para os meus filhos – justificava.

A idéia não podia ser melhor. Eu mesmo tantas vezes reclamei que meu pai não guardou os soldadinhos de chumbo dele! E eu, com cinco anos, juntei as minhas revistas todas, a Mônica número 8 e o Cebolinha número 1, empilhei tudo, uma capa para cima, outra para baixo, como o Leandro. Armazenei para durarem uns 40 anos, como o mais precioso dos tesouros, “para os meus filhos” também.

E os Zé Carioca e Pato Donald, eu pedia para minha mãe pegar no armário, enquanto ele dormia. “Mãe, hoje pega as mais antigas. As de baixo”. Eu aguardava ansiosamente no meu quarto. “Mãe, será que tu vais conseguir colocar as revistas exatamente no lugar de onde tiraste?”. Eu as lia com reverência, folheando com todo cuidado para não amassar. Para que nem o Leandro nem os filhos dele um dia notassem que eu as lia escondido…

****

Passaram-se 40 anos. Hoje, a filha mais velha de meu irmão, Mariana, minha afilhada, completa dez anos. Pedro, o mais moço, está com seis. Moram em São Paulo. Meu filho, Diego, está com um ano e meio. Será que vão se interessar pelas revistinhas? São outros tempos, computador, internet, cem canais de televisão. E será que algum dia nós vamos ter coragem de entregá-las?

As revistinhas continuam guardadas na casa de minha mãe. Pato Donald, Zé Carioca, Tex, Cebolinha, Homem Aranha, Spirit. Meticulosamente empilhadas, uma com a capa para a cima, outra para baixo. Duraram os 40 anos.

E eu estou sentado diante de Renato Canini, 73 anos, o desenhista das histórias do Zé Carioca na década de 1970. Naquela época, meu mundo era imenso, ia do meu quarto até o pátio dos fundos. O armário do meu irmão com os Pato Donald ficava além das fronteiras. Eu nunca imaginei que um dia conversaria com o desenhista do Zé Carioca.

Estou fazendo tantas perguntas, guardadas sem resposta desde criança, que Canini ri:

– É uma matéria para o blog ou uma biografia?

Para mim, é como se estivesse conversando com o Zorro ou o Mickey Mouse.

****

– Tudo se resolve na infância – acredita Canini.

O pai de Canini tinha uma farmácia em Frederico Westphalen. Meio a contragosto, para ganhar a vida, pois seu talento era o desenho. Rabiscava gente, cavalos, cachorros nos papéis de embrulho da farmácia. Muitos anos depois, Canini achou uns desenhos do pai, que ele na época achava muito bons, e viu que lhe faltou continuidade, explorar o dom.

O pai de Canini morreu em 1946, quando Canini tinha 10 anos. Sua mãe não podia cuidar dele, por isso ele e as três irmãs foram espalhadas pelas casas dos tios e avós. Daí em diante, Canini passou por várias temporadas em internatos de Gravataí e Passo Fundo. Em Passo Fundo, as professoras viram que ele desenhava bem e lhe deram uma bolsa de estudos na Escola de Belas Artes. “Colocavam um vaso e tinha de desenhar certinho”. Canini foi às aulas durante uma semana, e desistiu. “Não podia se soltar”. Não gostava de desenhar olhando, gostava de criar.
Autodidata, nunca frequentou um curso de desenho ou artes.

– O importante é a continuidade. A prática. Treinar. O artista começa copiando o desenhista que gosta. Depois se livra da influência. Com o tempo, começam a copiar a gente.
Em 1957, aos 21 anos, uma das tias quis que ele começasse a trabalhar. Em Porto Alegre, entrou para o curso de Contabilidade. Não gostava de matemática, era um pesadelo. Passava nas provas colando.

Levou uns desenhos seus na Secretaria de Educação e Cultura de Porto Alegre, que editava a Cacique, uma revista de leitura que era distribuída para os alunos das escolas. Foi contratado e abandonou a Contabilidade. Passou a trabalhar com outros desenhistas numa sala que a Secretaria alugava na Livraria do Globo. Por lá circulavam Érico Veríssimo, Mario Quintana e outros mitos da Editora Globo.

Em 1967, foi para São Paulo. Começou a trabalhar na Revista Recreio, da Editora Abril. Com mais quatro ou cinco desenhistas, produzia a revista. No mesmo andar, ficavam os quinze ou vinte desenhistas das revistas de Walt Disney. Canini não gostava da correria de São Paulo, queria voltar para o Rio Grande do Sul. Em 1970, ofereceram-lhe para desenhar o Zé Carioca em Porto Alegre, e mandar os trabalhos pelo malote para São Paulo. Na época raramente eram publicadas estórias do Zé Carioca. O personagem na maior parte das vezes só aparecia nas capas da revista. Canini aceitou a oferta e voltou para Porto Alegre. A partir daí todas as revistas do Zé Carioca tinham pelo menos uma estória do personagem.

Canini desenhou mais de cem estórias do Zé Carioca, fora as do Pateta e do Urtigão.

Revolucionou a imagem do personagem. Tirou-lhe a casaca, a gravata borboleta e o chapéu panamá. Vestiu-lhe uma camiseta e deu-lhe amigos negrinhos. Zé Carioca foi morar na favela, em casebres caindo e cheios de remendos.

O personagem Zé Carioca havia sido criado pelos estúdios Walt Disney, inspirado em José do Patrocínio, um sambista do grupo Bando da Lua, que acompanhava Carmen Miranda em suas apresentações nos Estados Unidos.

As características iniciais do personagem foram aprimoradas quando o Zé Carioca passou a ser desenhado por artistas brasileiros. Acima de tudo, Zé Carioca não gosta de trabalhar. Acorda depois do meio-dia. Vive fugindo dos credores. E tentando se dar bem em cima dos incautos. Nada por ganância; o necessário apenas para sobreviver.

Em 1976, disseram que ele estava se afastando do padrão da Disney. Canini não aceitou que o Zé Carioca saísse da favela e fosse morar em “casa do BNH”, de alvenaria, que voltasse a vestir o casaco e a gravata borboleta. Foi demitido.

Só recentemente a Disney começou a creditar a autoria das estórias aos roteiristas e desenhistas. Canini gostava de desenhar alguns personagens com os traços de seus colegas de estúdio, ou colocava os nomes deles nas estórias, como “Farmácia Canini”, “Lavanderia Canini”. Mas vários desses registros para a posteridade foram descobertos pela Disney e raspados dos originais.

Quando a Disney resolveu dar crédito aos desenhistas, anos depois, foi um enorme trabalho descobrir quem havia feito o quê.

Nos anos seguintes, Canini colaborou com diversas revistas e jornais que ficaram na memória: Mad, Pancada, Pasquim, Coojornal. Criou personagens próprios, como Kaktus Kid e o indiozinho Tibica, que saiu no Correio do Povo e no Diário Popular, entre outros jornais do Brasil.
Há 13 anos mora em Pelotas. Casado com Maria de Lourdes, pelotense, também desenhista, gosta daqui. Está assustado porque sua casa já foi assaltada duas vezes. Em uma das vezes ele estava em casa, concentrado, desenhando. Viu os ladrões, mas achou que fossem pedreiros que iam fazer uma obra no telhado. Já havia levantado a grade do muro da rua e colocado cerca elétrica, mas isso não impediu os assaltantes, que entraram pela porta da frente.

Vai muito a Porto Alegre, onde reúne-se com Santiago, Edgar Vasques e Luis Fernando Veríssimo, entre outros, no Bar do Nani, em cima do viaduto, próximo ao Hotel Everest. Lá trocam desenhos, histórias e novidades.

Em outubro, Canini será o homegeado da Feira Internacional de Quadrinhos, em Belo Horizonte.
Em Pelotas, cinco ou seis pessoas sabem quem ele é. “Quanto mais anônimo, melhor”, ele sorri, com timidez. “Não sou tão importante assim”.

Canini olha uma revista do Zé Carioca atual, que reedita suas estórias continuamente. Nas cartas dos leitores, pedem para republicar uma história que ele desenhou em 1974, e que ficou gravada na memória de alguém. Em seus desenhos, Canini acha defeitos no que eu considero obra-prima. “Ali tem um erro de proporção”: o braço de um personagem está pequeno demais. Outro quadrinho poderia ser desenhado de outro ângulo. Fica descontente com os traços que desenhou para a cabeleira do Zé Carioca.

Curiosamente, ironia do destino, Canini foi escolhido em 2005 o maior desenhista de Walt Disney no Brasil de todos os tempos. Suas estórias do Zé Carioca foram reeditadas numa coleção especial, Mestres Disney, com os melhores desenhistas da Disney de cada país. Foi reconhecido pelo estúdio, trinta anos depois, como o desenhista que “expandiu o universo do personagem, tornando-o muito mais brasileiro”.

– Hoje, eu faria muito melhor – examina Canini. Eu acredito, desacreditando. Lembro as revistinhas guardadas há 40 anos para os nossos filhos… Penso, “não mexa em nada”.

Clique para comentar

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Brasil & Mundo

Com alta do gás e de alimentos, especialistas orientam como economizar

Publicado

on

Neste sábado (16) em que se celebra o Dia Mundial da Alimentação, organizações governamentais e não governamentais em todo o mundo refletem sobre como anda a alimentação mundial.

Aqui no Brasil se alimentar bem está pesando cada vez mais no bolso. E não é só pela inflação da comida. O valor médio do gás passou de R$ 75,29 no final de 2020 para R$ 96,89 em 2021, chegando a ser encontrado por mais de R$ 130 em algumas regiões do país. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Itens essenciais na mesa do brasileiro também estão mais caros. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens que mais subiram foram o açúcar (44%), óleo de soja (32%) e as carnes (25%).

Henrique Vilaverde faz e vende marmitas há 3 anos para moradores do condomínio onde mora, em Brasília. Apesar de não ter gastos com aluguel ou transporte até o trabalho, já que trabalha em casa, teve de fazer um reajuste no valor das refeições, o menor possível, segundo ele.

“Passamos a cozinhar em fogão a lenha, pensar na cozinha com criatividade. Fizemos uma pequena horta pra atender ao que produzimos e fizemos um bom estoque de outros itens como arroz, feijão, óleo.”

A auxiliar de serviços gerais e copeira Cleide Monteiro diz que tenta fazer comida com preparo rápido. “Eu acabo me privando de fazer alguns pratos para economizar [no gás]”, acrescentou.

Economizando gás

Para ajudar os brasileiros a otimizarem o uso do gás de cozinha e, com isso, fazer com que ele dure mais tempo, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) trouxe dicas simples, que podem fazer a diferença.

Infográfico - Economia de gás

Segundo Priscila Arruda, pesquisadora do programa de Energia e Sustentabilidade do Idec, a principal dica para economizar no gás de cozinha é manter as bocas do fogão limpas.

“Se as chamas estiverem amarelas, laranjas ou qualquer cor diferente da cor azul significa que as bocas estão sujas ou não estão funcionando da maneira correta então o fogo vai perder a sua potência e vai acabar gastando mais gás”, diz.

De acordo com Priscila, uma simples limpeza com água e sabão é suficiente para resolver o problema. Caso não resolva, a especialista recomenda o uso de produtos específicos para remover sujeiras mais incrustadas.

Outra dica é verificar se há vazamentos no botijão de gás, nas mangueiras, no forno ou no fogão aplicando espuma de sabão: “Se houver bolhas, será necessário corrigir [o problema]”.

Priscila também orienta para os benefícios de se cozinhar porções maiores, que possam ser congeladas; deixar grãos de molho para que amoleçam e fiquem menos tempo na panela de pressão; além de cortar alimentos em pedaços menores com o mesmo objetivo.

Além disso, ela lembra que a panela de pressão cozinha mais rápido, então priorizar o uso desse utensílio também pode ajudar na economia do gás. Além disso as tampas devem encaixar adequadamente nas panelas, para melhor conservação do calor. Isso também vale para as bocas.

Cardápio

Grande vilã do aumento neste ano, a carne pode ser substituída. De acordo com a nutricionista Juliene Melo, a sugestão é que se explore opções sem proteína animal no jantar, por exemplo.

Segundo ela, ovos são excelentes substitutos e, com eles, pode-se preparar omeletes e panquecas. “A gente tem um aporte nutricional muito positivo por ser um alimento riquíssimo em inúmeras vitaminas e também em proteínas”, diz.

Outra opção é fazer uma vitamina com frutas e leite, em vez de uma refeição propriamente dita.

No caso do óleo de soja e do açúcar, a nutricionista aconselha que se aproveite a alta desses itens para simplesmente aboli-los do cardápio pois são vilões da obesidade e da inflamação. No primeiro caso, a dica é substituí-lo por banha de porco. No segundo, por frutas que possam adoçar.

Continue Reading

Brasil & Mundo

Para quem não sacou seu Pis-Pasep

Publicado

on

Liberado desde agosto de 2019, o saque das contas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) está esquecido por muitos trabalhadores. Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 10,5 milhões de brasileiros ainda não retiraram R$ 23,3 bilhões.

Tem direito ao saque quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. Os interessados devem procurar a Caixa Econômica Federal para retirar o dinheiro. O prazo para o saque vai até 1º de junho de 2025. Após essa data, o dinheiro será transferido à União.

Até maio de 2020, a Caixa administrava apenas as cotas do PIS, destinadas aos trabalhadores do setor privado. No entanto, o Banco do Brasil (BB), que gerenciava o fundo do Pasep, destinado a servidores públicos, militares e funcionários de estatais, transferiu as cotas para a Caixa, o que permitiu a unificação dos saques.

O saque pode ser pedido no aplicativo Meu FGTS, que permite a transferência para uma conta corrente. A retirada em espécie varia conforme o valor a que o beneficiário tem direito. O saldo pode ser consultado no aplicativo, no site do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou no internet banking da Caixa.

O saque de até R$ 3 mil poderá ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e nos terminais de autoatendimento, utilizando o cartão Cidadão, com senha. Outra opção é nas agências da Caixa. Acima de R$ 3 mil, somente nas agências da Caixa, mediante a apresentação de documento oficial com foto. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

Segundo a Lei 13.932, de 2019, os recursos do fundo ficarão disponíveis para todos os cotistas. Diferentemente dos saques anteriores, realizados em 2016, 2017 e 2018, não há limite de idade para a retirada do dinheiro.

A lei facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos. Eles terão apenas de apresentar declaração de consenso entre as partes e a declaração de que não existem outros herdeiros conhecidos, além de documentos como certidão de óbito, certidão ou declaração de dependentes, inventários ou alvarás judiciais que comprovem as informações.

Continue Reading

Brasil & Mundo

Governo chama UFPel para estudo sobre vacinas contra Covid-19

Projeto financiado pelo Ministério da Saúde testará eficácia e segurança dos imunizantes aplicados em profissionais de saúde

Publicado

on

Quanto tempo dura a proteção gerada pela vacina contra o novo coronavírus? E será que a terceira dose é necessária?

Essas são algumas dúvidas que devem ser esclarecidas com o novo estudo coordenado pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh/MEC), e realizado em mais sete centros de pesquisa do país, dentre eles o Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas.

O objetivo é avaliar a efetividade e a segurança das vacinas contra a Covid-19 distribuídas pelo Programa Nacional de Imunizações que foram aplicadas em profissionais de saúde de instituições hospitalares.

A pesquisa observacional busca avaliar na vida real a efetividade (existência de diagnóstico da doença pós-vacinação e sua gravidade), a segurança (desenvolvimento de reação adversa pós-vacinação), a imunogenicidade (resposta imunológica do indivíduo à vacina) e a vigilância genômica (monitoramento de variantes de preocupação do coronavírus).

O estudo é financiado pelo Ministério da Saúde. A pesquisa está na fase de recrutamento de voluntários, com expectativa de incluir dez mil pessoas. Inicialmente, podem participar apenas profissionais de saúde que atuem nos oito hospitais vinculados ao estudo, de qualquer idade e de nível técnico ou superior.

O monitoramento do participante será realizado presencialmente a cada três meses durante o período de até 24 meses após ter recebido a primeira dose do imunizante.

Segundo o professor Tiago Collares, investigador responsável pelo projeto junto ao HE, estudos multicêntricos como este, que contam com um grande número de hospitais universitários, abrem caminhos para o fortalecimento da cultura da ciência e da pesquisa nos hospitais de ensino da Rede Ebserh. “Os resultados deste projeto auxiliarão as tomadas de decisão do ministério e do Projeto Nacional de Imunizações nos próximos anos na vacinação contra o coronavírus”, destacou ele.

Lista dos centros de pesquisa participantes (os seis primeiros integram a Rede Ebserh/MEC)

1. Hospital Universitário de Brasília da Universidade de Brasília (HUB-UnB)

2. Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS)

3. Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel)

4. Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian da Universidade de Mato Grosso do Sul (HUMAP-UFMS)

5. Hospital das Clínicas da Universidade de Minas Gerais (HC-UFMG)

6. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (HUCAM-UFES)

7. Complexo hospitalar da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (HUPE e PPC)

8. Instituto Nacional de Cardiologia (INC)

Continue Reading

Em alta