Conselho de Cultura tenta ‘impedir vinda da Havan’

O Ministério Público vai analisar uma denúncia do Conselho Municipal de Cultura, que tenta impedir o negócio, consumado, de cedência de parte da área do Jockey para locação pela loja Havan, por 30 anos.

A instalação da loja alterará parcialmente a área da raias de corrida do Hipódromo da Tablada, recuando-as.

A alteração é parcial.

O Concult diz que o negócio desfigura o patrimônio cultural da cidade e fere mais de uma legislação.

A transação foi possível depois que a Câmara mudou uma lei municipal para poder receber a Havan.

O caso está com o promotor André de Borba. Ele vai mandar ofícios pedindo informações à prefeitura, mas diz que é cedo ainda para chegar a uma conclusão.

O autor da lei que alterou a legislação para poder receber a Havan, vereador Anderson Garcia, diz que a ação do Concult é política do PSOL.

O PSOL nega participação na investida.

O presidente do Jockey Club, Clodoaldo de Lima, criticou o Concult. “Sem essa lei (que permitiu a alteração da área do clube), o Jockey vai morrer”. Ele diz que, mesmo com as alterações físicas, o hipódromo manterá suas características.

“Seguirá aberto á comunidade e com seu valor social, histórico e cultural mantido”.

Duas cenas: Uma reflete a Havan, outra o Conselho de Cultura

Conselho de Cultura preocupado com desfiguração da Tablada por loja da Havan

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5 thoughts on “Conselho de Cultura tenta ‘impedir vinda da Havan’

  1. José
    Acho maior absurdo oque oConselho Municipal de cultura está pretendendo ao impedir de vir um empreendimento que além de revitalizar o jockey vai trazer centenas de empregos diretos e indiretos pois toda aquela região no seu entorno sofrerá um impacto comercial. Acho de uma mediocridade incrível estes pensadores. Acho que a população deveria dar um basta neste CONSELHO

  2. Ótimo. Voto também pela proibição ao trânsito de veículos automotores no perímetro urbano. Somente carroças e carruagens. Devemos também eliminar a rede de esgotos, retornando com a atividade do saudoso cumbuqueiro.

    1. Ótima ideia!
      Nada é tão representativo da cultura ultrapassada e conservadora que ainda reina em alguns conselhos, do que as barricas do cabungo. Que voltem logo.
      Fora Havan!

  3. a cidade tomada por uma crise sem fim e aparece o conselho de cultura para reclamar metros de terreno eles sera que foram la ver as difilculdades do pessoal que esta la bem ou mal cuidando do que eies dizem patrimonio cultural nao tenho noticias deies terem levado um sacolao de comida para quem pega no cabo de uma pa ou enxada para limpar a area que eles nao querem que ocupem so pode ser coisa de politico esperem que vai aparecer

  4. Todo apoio ao pessoal do Conselho da Cultura, que tanto se empenha pela preservação da memória de Pelotas, mesmo que isso nos custe milhares de empregos. Mas tão ou mais importante do que impedir a construção da Havan, seria arrancar o asfalto da Av. Salgado Filho, para que as tropas voltem a passar por aquele corredor em direção às charqueadas, já que isso também é essencial para preservar a nossa memória.

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