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Pelotas e RS

Agora apareceu um parklet na esquina da Dom Pedro II com Andrade Neves

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Os parklets (ou estruturas parecidas com estes), aparentemente, vêm sendo autorizados sem que a prefeitura leve em consideração o planejamento urbanístico.

De repente, surge um novo parklet em algum ponto; a cidade está ficando parecida com um rancho.

Este fica rente a uma padaria, na esquina da Dom Pedro II com Andrade Neves.

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3 Comments

3 Comments

  1. Ricardo Acosta

    15/04/19 at 18:30

    Isso, por definição, não é um parklet.
    Se ocupasse o lugar de um carro poderia ser.

    Quanto a iniciativa de “parklet’s” é ótimo!!
    E demonstra uma visão moderna e sustentável do uso do espaço público.
    A cidade não deve ser feita para automóveis e sim para cidadãos. O Brasil engatinha em soluções inteligentes no uso de seu espaço público. As cidades tornaram-se gigantes estacionamentos. Os cidadãos/pedestres tem que ser prioridade. É assim em todo o mundo.

    E louvável ter gente que pense na gestão da cidade do presente para o futuro.
    O passado, dos automóveis, está com os dias contados.

    +parklets!
    – carros/CO2/poluição

  2. Rogerio

    15/04/19 at 10:12

    Esta estrutura, ao que me parece ocupa área regular do prédio em questão, não tomando conta do espaço público (calçada), note-se que a estrutura não ultrapassa a marquise do prédio, além de fornecer assentos aos pedestres que esperam ônibus naquela parada. Esta estrutura não se compara a outras que ocupam vagas de estacionamento em ruas estreitas do centro onde já não há quase espaço para aparcar, como um parklet situado na rua Dr. Cassiano, em frente a um estúdio de Tatoo… O interessante destes parklets é que comércios se utilizam deles para comodidade de seus clientes, ocupando espaço público. Há contrapartida para a prefeitura?

  3. Carlos Egidio Nunes

    14/04/19 at 23:00

    Eduardo Leite quando prefeito brigou com os donos de trailers dizendo que o ganha pão desses trabalhadores ocupavam o espaço público.
    Esta madeira toda não ocupa o espaço público?
    Vocês que foram vítimas dele votaram nele?
    Entre os 90% de seus eleitores não há donos de trailers, taxistas, floristas, servidores públicos, feirantes e aqueles que precisaram de um leito hospitalar o qual foi negado por sua secretaria da saúde Arita Bergmann?
    VOCÊS O POVO DESTA CIDADE, ESTADO E PAÍS SÃO OS RESPONSÁVEIS POR SUA PRÓPRIA DESGRAÇA.
    “ESTE É O GOVERNO QUE VOCÊS MERECEM E INFELIZMENTE PESSOAS SENSATAS INTELIGENTES TERÃO DE PAGAR POR ISSO”

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor.

Pelotas e RS

Pelotas terá bloqueio de ruas neste sábado

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Neste sábado (29), a partir das 9h, algumas ruas serão fechadas em Pelotas, no entorno do Estádio Bento Freitas, devido ao jogo entre os times Xavante e Grêmio.

Agentes de Trânsito estarão nos pontos, orientando os motoristas, junto ao efetivo da Brigada Militar. A previsão é que o bloqueio se estenda até as 21h.

A avenida Presidente Juscelino Kubitschek funcionará em meia-pista, entre as ruas General Neto e Barão de Butuí.

Os trechos que serão bloqueados são: entre as ruas Barão de Butuí e João Pessoa, Bento Martins e Princesa Isabel, Bento Martins e Sete de Setembro, e João Pessoa e General Neto. 

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Especial

Covid: Pelotas registra 1.290 infectados e uma morte em 24 horas

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Pelotas registrou 1.290 infectados pela covid e uma morte pela doença nas últimas 24 horas.

87,5% dos 16 leitos de UTI estão ocupados.

A ocupação é de 100% nos 42 leitos de enfermaria.

Um total de 9.663 contaminados estão isolados em casa.

Hoje, cada 100 pessoas transmitem o vírus para outras 137.

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Brasil e mundo

Anvisa aprova uso e comercialização de autoteste para covid-19

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (28), por unanimidade, o uso e a comercialização, no Brasil, de autotestes para detecção de covid-19.

A aprovação ocorre após o envio de informações pelo Ministério da Saúde a pedido da Anvisa que, em 19 de janeiro, solicitou esclarecimentos a respeito da inclusão do autoteste nas políticas públicas de testagem para covid-19 e também sobre o registro de casos positivos.

Registro

Com a aprovação desta sexta-feira, a agência vai publicar uma resolução com os requisitos necessários para que as empresas interessadas em vender os autotestes em farmácias peçam o registro dos produtos.

Isso quer dizer que os autotestes não devem estar disponíveis de imediato ao público final, pois, para que cheguem às farmácias, cada produto, de cada fabricante ou importador, deve ainda ser aprovado individualmente pela Anvisa, após análise de ampla documentação.

Requisitos

Um dos requisitos para aprovação de cada produto, de acordo com o voto da relatora do tema na Anvisa, diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes, é que os autotestes tragam informações, com linguagem clara e precisa, orientando o público leigo sobre como colher adequadamente o material biológico e fazer o exame.

Outro requisito é que os produtos tenham sensibilidade de 80% ou mais ao coronavírus e que possuam especificidade de no mínimo 97% na detecção do vírus, de acordo com o voto da relatora.

Entenda

A aprovação do autoteste ocorreu depois de o Ministério da Saúde se comprometer a incluir um capítulo sobre o assunto no Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19. Acerca do registro de casos positivos, foi considerado suficiente exigir que os fabricantes dos produtos disponibilizem plataforma para tal, por meio de tecnologia QR Code.

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Ontem (27), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que os autotestes não devem ser disponibilizados pelo SUS e que a ideia é que estejam disponíveis em farmácias para quem “tiver interesse em adquirir”.

Votos

“Não resta dúvida de que o produto do diagnóstico in vitro na forma de autoteste pode sim representar excelente estratégia de triagem e medida adicional no controle da pandemia. Principalmente neste momento em que o contágio pela doença é grande e muitas pessoas não conseguem ter acesso aos testes pelo SUS ou por laboratórios da rede privada”, frisou a relatora do tema na Anvisa.

Cristiane Gomes destacou ainda que o autoteste tem sido elemento essencial no controle da pandemia em países como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, onde são, muitas vezes, disponibilizados gratuitamente. 

O voto dela foi seguido pelos demais diretores que participam da reunião extraordinária desta sexta-feira – Rômison Rodrigues Mota, Alex Machado e Meiruze de Souza Freitas.  O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, não participou, por motivo de emergência de saúde na família. 

Em seu voto, o diretor Rômison Rodrigues Mota disse que “o autoteste tem excelente aplicabilidade no contexto pandêmico, visto que permite o isolamento precoce de casos positivos e a quebra de cadeia de transmissão da covid-19”.

Ele destacou ainda dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados ontem, dando conta de altíssima demanda por testagem para covid-19. Segundo a entidade, entre 17 e 23 de janeiro, foram feitos um recorde de 740,7 mil testes em farmácias e drogarias, sendo que 43,14% resultaram positivos.

Preços

Todos os diretores mostraram preocupação com o preço do autoteste, destacando que, para serem acessíveis ao maior número possível de pessoas, os preços dos produtos devem ser menores do que os praticados atualmente, tendo em vista que dispensam o fornecimento do serviço de coleta do material biológico.

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“Não há competência legal da Anvisa para estabelecer preços máximos. Contudo, entendo que é fundamental que os órgãos de proteção e defesa do consumidor continuem a realizar ações para coibir práticas de mercado que podem ser consideradas abusivas”, disse Rômison Rodrigues Mota.

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