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Pelotas & RS

Prefeitura convoca oito professoras e auxiliares aprovados em seleção

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A Prefeitura convocou oito candidatos aprovados no processo de seleção para professor I, professor de educação infantil e auxiliar de educação infantil. Os listados abaixo devem comparecer imediatamente no Setor de Contratação e Desenvolvimento de Pessoal, na Secretaria de Administração e Recursos Humanos (Sarh), rua General Osório, 918, às segundas, terças, quartas e quintas-feiras, das 13h às 17h.

Os candidatos devem apresentar a documentação necessária para a contratação (originais e cópias). O candidato só será contratado se preencher os requisitos exigidos para a função, apresentar toda a documentação e laudos da avaliação médica e psicológica até o dia 7 de maio.

Confira os convocados com respectivos editais
Professor I (Edital 107/18 – Lei 6.569/18)

Nathalia Duarte Rosso

Patricia Amaral Muller

Professor da educação infantil (Edital 107/18 – Lei 6.569/18)

Helenize Calderipe Veleda da Silva

Jessica Beatriz dos Passos Fernandes

Professor da educação infantil (Edital 088/17 – Lei 6.456/17)

Rachel Fabres de Carvalho

Auxiliar da educação infantil (Edital 141/2017 – Lei 6.496/17)

Patrícia Corrêa da Silva

Paola Oliveira os Santos

Natalia Lorena Nola

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Cultura & entretenimento

Museu Diários do Isolamento lança exposição “Bordando Memórias”

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas”

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Nesta quinta-feira (28), às 19h, o Museu Diários do Isolamento (MuDI), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abrirá ao público a exposição “Bordando Memórias: Doces Linhas na pandemia”, uma parceria com o projeto de extensão Bordados e Memórias no Museu do Doce – Grupo Doce Linhas.

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas” como forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

O grupo de bordadeiras “Doces Linhas” teve início no ano de 2017, a partir de uma disciplina sobre o bordado oferecida pela Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), projeto de extensão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PREC/UFPel). A disciplina intitulada “Bordaduras – a vida bordada” transformou-se em um projeto de extensão realizado no Museu do Doce, e passou a chamar-se “Doces Linhas: Bordados no Museu do Doce”. Esse projeto reúne um grupo de mulheres, que uma vez por semana se encontravam no Museu para desenvolver os seus trabalhos de bordado. Com a pandemia, os encontros deixaram de ser presenciais, mas o grupo continuou a se encontrar de forma virtual e encontrou nessa atividade uma forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

Na exposição o público vai conhecer o histórico do grupo, as pessoas que o compõem e as ações de solidariedade desenvolvidas antes e durante a pandemia. O acesso será pelo site do MuDI.

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Empreendimento & Consumo

Considerações sobre o prédio próprio da Câmara no Parque Una

Como um imã siderúrgico, o Una vem magnetizando tudo em volta, uma força que desloca a percepção de como deveria ser uma cidade

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Atualizado: 00h53 | 26/10

No fim de semana veio a notícia: pela boca do presidente da Câmara, vereador Cristiano Silva do PSDB, ficou-se sabendo que é favorável e está empenhado na construção de prédio próprio do Legislativo pelotense no Parque Una, o bairro planejado pela Idealiza Cidades, em construção atrás do shopping. Notícia dada como certa. Até Silva verbalizá-lo em público, certamente o tema foi discutido com a também tucana prefeita Paula Mascarenhas e outras vozes da prefeitura, dona do dinheiro, já que se trata de um negócio de monta. Também vozes contrárias começam a se fazer ouvir nas redes, acadêmicos e donos de prédios antigos etc.

Críticas

Acadêmicos consideram o Una “um bairro de elite, além de longe do centro histórico e do povo, e distante da prefeitura.” O Centro de Estudos Ambientais (CEA) postou um discurso simplista: “Estão ameaçando o acesso popular à Casa do Povo, aceitando que seja construída 5 km longe do Centro. E do seu bairro?” (a localização é bobagem, fique onde fique será sempre mais ou menos longe da maioria dos bairros).

Outros lembram do prédio do antigo Banco do Brasil, em diagonal à prefeitura, mas este infelizmente é caso perdido. Por decurso de prazo, não vem mais ao caso.

Já proprietários particulares de ruinosas construções advogam que a escolha da sede da Câmara deveria recair sobre seus prédios tombados, pelos quais sempre requerem restauração com dinheiro público, alegando que são “patrimônios da cidade.”

Nenhum deles vai ao ponto, o segundo, um pouco.

Crítica do Centro de Estudos Ambientais

Questão de mercado

Pela longa demora na escolha do ponto e pelas idas e vindas de comitivas oficiais a vários terrenos passíveis de receber o prédio, múltiplas consultas, movimentos, hesitações por mais de uma década, conclui-se que faz tempo que o tema da sede do Poder Legislativo pelotense virou uma questão de mercado, longe, isto sim, do seu significado original para a cidadania, onde a posição do Sol pouco importa ou deveria importar.

Melhor adquirir prédio próprio ou pagar aluguel? Hoje em dia, faz muitos anos, o poder público paga valor altíssimo pela locação de um Casarão-Palácio na rua XV de Novembro.

O problema está na “ideia de palácio”, que permanece. Nisso e na prioridade geográfica.

A questão central é: Precisa uma Câmara com instalações ambiciosas (pensando em futuro distante, vereador Cristiano Silva quer, além de conforto, prédio para abrigar 30 vereadores, meta longínqua, se não irreal) em área urbana valorizada, no Una ou qualquer outro loteamento que não foi lembrado? Deveria isto ser um critério? Por lei, loteamento deve reservar 3% da área para instalações de função pública (se o poder público quiser ocupar) e, em contrapartida, oferecer redes de esgoto, drenagem, elétrica, custo de que o poder público fica desobrigado de desembolsar. Aí, porém, está o cerne da questão, ao abrigo da legalidade.

Câmara está virando um elefante

Estrutura pesada

Pouco a pouco a Câmara vem se tornando uma enorme máquina pesada: além de 21 vereadores, mais de 100 cargos de comissão, estrutura de Televisão, uma tevê aliás que ninguém vê, basta verificar o baixo nível de interações da página da TV nas redes. Menos interação que sites de vendas de ferraduras para cavalos. Vereadores perdem prestígio vertiginosamente, políticos em geral, mas pior para aqueles por causa da proximidade com o eleitor. É mais difícil manter a máscara, mesmo em tempos de isolamento e retração do convívio.

Primeiro de tudo, é muita estrutura, muito conforto legislativo, para pouca entrega. Segundo, e não só por isso, as autoridades deveriam acima de tudo zelar pelo dinheiro do contribuinte. Estamos tão anestesiados, que nos esquecemos do óbvio. Fossem zelosas, reduziriam custos ao máximo. Nem sede própria precisariam. Podiam usar instalações emprestadas da prefeitura ou de uma instituição, como já ocorreu quando era no andar de cima da Biblioteca Pública. É assim nas cidades suecas, por exemplo, cujo modo de vida é inspiração para o Una.

Já que Silva faz questão de sede própria, creio que uma sala confortável com baias de trabalho e uma recepção seriam mais que suficientes. Os gabinetes? Sobretudo nos modernos tempos tecnológicos, os gabinetes podiam muito bem ser as próprias casas dos vereadores.

Aquela sala com baias e aquela recepção poderiam ter ficado no prédio do antigo Banco do Brasil, reformado, à distância de atravessar a rua para chegar à prefeitura, mas agora já foi, depois que, perdida a oportunidade, decidiram fazer do lugar uma escola de Gastronomia do Senac. Talvez tenha sido até bom, porque, para o que fazem (e mesmo que fizessem muito) os vereadores não precisariam mais do que uma boa sala de reuniões, com acesso a café e água, e banheiro para as necessidades.

Nem falo de reduzir salários de suas excelências, embora considere ruim quando os contracheques das autoridades se distanciam da média da renda da população, como ocorre em Pelotas.

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Aquele me parece que deveria ser o parâmetro civilizado, lógico, na hora de decisões oficiais como a que pretende definir a sede própria da Câmara: redução de custos, do mesmo modo que fazem as empresas produtivas. O presidente da Câmara e as vozes que o avalizam não pensam assim.

No caminho oposto ao novo mundo minimalista focado no essencial, na liquidez da vida, Silva e os avalizadores do negócio na prefeitura estão apegados à ideia de parlamentos de vulto, grandes instalações, plenários espaçosos (que diferença faz na representatividade de populares no recinto 10, 100 ou 1000 pessoas? Esqueceram das regras da proporção?), bandeiras de pavilhão, salas para homenagens, galerias de homenageados mirando horizontes incertos, e, claro, máquinas xerox (sim, ainda usam).

Se acham que está sobrando dinheiro nos cofres públicos de Pelotas para bancar a construção de um prédio para o qual reservaram mais de R$ 10 milhões, e muitos milhões depois para mantê-lo, que sigam em frente com a decisão tomada entre quatro paredes e pelo whats. Que dirão os pelotenses? Em suas peças, adiantando-se à percepção das épocas, Shakespeare via o povo como detalhe, um espectro de memória falha, ausente das decisões e da bonança. Não que a maioria dos edis conheça o bardo, este é que os conhecia desde há muito. Faça-se uma pesquisa: como há séculos sabia o autor de Hamlet, o povo do Brasil não estaria preocupado aonde seria a sede da Câmara de Pelotas nem quanto custaria, mas sim em comprar o botijão de gás e ver a novela das oito. Eis a questão! Vamos em frente, bora aquecer um pouco mais o mercado imobiliário com dinheiro do contribuinte!

Impressionante como os políticos decidem fácil, entre eles, o que fazer com o nosso dinheiro! Como fazer. Onde fazer. Impossível não pensar no significado, na responsabilidade e no custo moral de uma decisão desse porte.

Parque Una, onde a Câmara própria deverá ser construída

O valor do Parque Una

Como já dito, por lei 3% da área de loteamentos como o Una estão disponíveis para ocupação do poder público, que decide se ocupa ou não. O pessoal do Una pode no máximo oferecer a área, como fez. Como se pode presumir sem erro, já que o povão da Vila Castilhos não está nem aí para o assunto, nem se pode dizer com certeza que haja um vilão na história, se é que há. Pode-se dizer que o desinteresse geral é a mãe das possibilidades.

O Una ganha com a ida da Câmara para o bairro? Como disse Fabiano de Marco, sócio na empresa, “a presença da Câmara fará com que o Una deixe de ser um bairro residencial para se tornar um bairro da cidade”. Portanto, a Idealiza Cidades ganha!

Indo para o Una, o poder público (prefeitura e Silva à frente na Câmara) impulsiona na prática os negócios no bairro.

É compreensível que o Una seja considerado um ponto de desejo. O bairro se expande bonito a olhos vistos e, embora voltado para faixas de maior renda, seu desenho urbano e a formatação da Associação de Bairro são vistos por muitos como uma solução urbanística capaz de influenciar positivamente a cidade em todos os quadrantes, apesar das resistências oficiais de mudar o regime de tributos local para favorecer a autogestão dos bairros (mais, abaixo).

Como um imã industrial, o Una vem magnetizando tudo em volta, uma força que desloca a percepção de como deveria ser uma cidade. Até mesmo empreendedores de outros estados viajam para conhecer o projeto. A comercialização vai tão bem que outro dia a Idealiza anunciou: além das 32 torres previstas originalmente para o Una, erguerá mais 20 torres em área colada ao bairro. Para o leigo é um sucesso de vendas absurdo, surpreendente. Ninguém podia imaginar que houvesse tanto dinheiro e crédito no mercado para tantas aquisições de alto padrão.

Associação de Bairro forte

O Parque Una vem recriando o planejamento urbano com uma proposta que reencontra o homem com suas origens (áreas verdes, lago, pássaros, a natureza e o outro). Pensando mais longe – na manutenção do bairro – a Idealiza definiu como condição aos adquirentes de unidades que, nos contratos, assinem o compromisso de fazer uma contribuição financeira mensal para um caixa próprio da Associação do Bairro. Assim, os próprios moradores ficam responsáveis pela gestão do bairro onde vivem, livres de ficar esperando por serviços públicos em geral demorados. A própria AB do Una trocará lâmpadas, consertará redes de água etc., contando, inclusive, com serviço de segurança pessoal e patrimonial.

Para que os moradores dos demais bairros da cidade pudessem dispor de dinheiro para pagar a associação de seu bairro, com o objetivo de gerir o próprio sem esperar pela prefeitura, como no Una, a prefeitura teria de reduzir IPTU, deixando o desconto no bolso da AB, mas Paula resiste à ideia.

O Una foi concebido como um integrador colaborativo de desenvolvimento humano e profissional, e um indutor da autogestão do ambiente pelas pessoas que moram e trabalham nele. É um bairro que tem como alicerce conceitos liberais, em que o estado (a prefeitura, no caso), com uma estrutura precária de manutenção de serviços urbanos, é aliviado (a) de responsabilidades pelas quais tem pernas curtas. Como manter as 500 praças públicas de Pelotas com 10 jardineiros? Eis um problema que no Una não existe; o parque estará bem podado por conta própria. Já os jardineiros da prefeitura terão uma praça a menos para cuidar.

Indo para o bairro, a paisagem para os vereadores será de primeiro mundo. Faxina garantida.

A decisão ficará a cargo de Silva, respaldado, mas sozinho? Só Silva decidirá?

Com a palavra, Cristiano

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Pelotas & RS

Vianna “de acordo” com Isabela para fazer Hospital sair do papel

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A reitora da Universidade Federal de Pelotas, Isabela Andrade, recebeu, na tarde desta segunda-feira (25), a visita do secretário estadual de Meio Ambiente e Infraestrutura, Luiz Henrique Viana, que deu seu apoio ao projeto do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas. Não poderia ser diferente.

Para Viana, a execução do projeto do Hospital Escola deve ser motivo de união de todas as partes: “Devemos unir esforços em torno do HE”. Claro. A reitora disse que a instituição ligada à UFPel é o único hospital da rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal que administra casas de saúde universitárias, a não ter sede própria.

Isabela relatou ao deputado licenciado que, em reunião recente com a presidência da Ebserh, foram garantidos os recursos para a operação do novo hospital caso este seja construído com 250 leitos, um aumento de 43% do número existente atualmente. O secretário disse ter conhecimento das diferenças na estrutura, e até mesmo dos custos, de um hospital de ensino.

“Quero muito ajudar, até mesmo em abrir portas para que o projeto seja apresentado”, afirmou Viana. Isabela respondeu: “Este é o momento de todos darmos as mãos e fazermos esse hospital sair do papel”.

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