Promotor sob pressão

Promotor André de Borba está enfrentando uma semana cheia.

Por um flanco, ele sofre pressão de ativistas do movimento negro, que sugerem “racismo” em sua recomendação de suspender as rodas de samba dentro do Mercado Público, por causa do barulho, recomendação acatada pela prefeitura.

Por outro flanco, André agora enfrenta uma pressão para decidir sobre um questionamento levado pelo Conselho de Cultura (Concult), segundo o qual as obras de construção da Havan-Zaffari vão descaracterizar a originalidade do Hipódromo da Tablada. O dono da Havan, Luciano Hang, diz que pode desistir de abrir loja em Pelotas se a questão demorar a ser resolvida juridicamente, no âmbito do MP.

Se desistir, a Havan leva com ela a promessa de 400 empregos na cidade. E, segundo a direção do Jockey, a sobrevivência do Hipódromo, que teria uma dívida de R$ 1,1 milhão, ficará seriamente ameaçada. Já se as rodas de samba não voltarem, você pode imaginar o que dirão, tanto num caso como no outro.

André está sob pressão.

André de Borba

Havan ameaça desistir de abrir loja em Pelotas

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