Homofobia em Pelotas nunca foi severa

Eduardo Leite e Paula Mascarenhas com as côrtes Hetero e Gay, no Carnaval

Em comparação com países platinos, a homofobia, no Brasil, sempre foi menos severa.

Durante muitos anos, Pelotas era o endereço certo de rapazes alegres do Uruguai e da Argentina, que lotavam os hotéis da cidade no Carnaval, quando este era atrativo, acolhidos com ampla receptividade.

A tradição foi renovada através do tempo.

Na gestão do então prefeito Eduardo Leite, por exemplo, o Carnaval passou a ter duas côrtes, a Hetero e a Gay.

Com justiça, o movimento LGBTI encontrou na nova geração a mesma acolhida do passado, não apenas em âmbito carnavalesco, embora a tradicional Parada Gay se revele um evento com aqueles tons.

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