Pré-câncer: IGP diz que detentos são prioridade nos exames, daí o atraso

O Instituto Geral de Perícias (IGP) não tem previsão para encerrar as reanálises de lâminas apreendidas com ordem judicial no SEG Ltda, de Pelotas, após a denúncias de que falhas nos exames.

IGP explica o atraso:

“O trabalho é feito em paralelo aos demais casos. Situações que envolvem réus presos, por exemplo, são prioritárias. Daí, portanto, a impossibilidade de anunciar datas prováveis para conclusão”.

O IGP ficou de analisar 589 lâminas; 3,4% das 17 mil lâminas recolhidas do SEG e em posse do Instituto.

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