Leite em duas vezes

Uma coisa é a campanha eleitoral, outra o exercício do cargo. Isto parece evidente, mas as pessoas esquecem. Temos visto acontecer com o presidente Bolsonaro, também com o governador Eduardo Leite.

Na campanha, Leite dizia que era possível governar sem parcelar salários dos servidores. No governo, começou a parcelar, alegando falta de dinheiro e queda na arrecadação, exatamente como fazia o antecessor Sartori.

Na campanha, não foi expresso sobre as privatizações das estatais gaúchas. No governo, assumiu ávidamente a privatização de três delas, aprovadas ontem à noite, CEEE, Sulgás e Companhia Riograndense de Mineração.

Deterioração das contas fez Leite postergar pagamento de salários

Aprovada a venda da CEEE

Leite nomeou 88 ccs logo antes da votação das privatizações

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