Pedágio: é mais barato ir de Rio Grande a Curitiba do que ir a Porto Alegre

Tribunal de Contas da União (TCU) vai fazer uma auditoria nos contratos de pedágio das rodovias BR-116 e 392, no entorno de Pelotas. Decisão saiu ontem, tomada pela Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados, em Brasília. A pedágio no Polo Pelotas está muito acima da média de que os pedágios cobrados em outras estradas concedidas.

O deputado Fábio Branco, do PMDB, fez uma conta:

“Simulamos uma viagem entre Porto Alegre e Rio Grande e entre Porto Alegre e as demais capitais do país. Foi quando verificamos que é mais barato ir a Florianópolis, Curitiba e Campo Grande do que ir de Porto Alegre a Rio Grande ou a Jaguarão”.

1 thought on “Pedágio: é mais barato ir de Rio Grande a Curitiba do que ir a Porto Alegre

  1. Não resta a menor dúvida de que um dos maiores entraves para o desenvolvimento da Metade Sul do RS, sobretudo o polo Pelotas é a questão do pedágio. Até mesmo em regiões mais abastadas do Brasil, pagar R$ 24,60 para fazer uma viagem de ida e volta para uma cidade que dista 50 km como Pelotas/Canguçu faz o viajante desistir. As cidades da metade sul precisam de mais integração. Só que com um pedágio desse, fica difícil. O pedágio é tão caro que na hora de calcular os custos de uma viagem, pesa mais do que o combustível (e olha que o combustível aí no RS está bem caro). Em uma região que vive do setor terciário, o pedágio é literalmente uma barreira entre prestadores de serviço/comerciantes e clientes.

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