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Trabalho e consumo

Investir em imóvel no Parque Una para alugar pelo Airbnb será um grande negócio

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Carlos W. Nogueira, Marcelo Karam Nogueira, Arthur Costa e Paulo Schmidt, time da Exclusive Sul

Paulo Schmidt, corretor especialista no Parque Una

O Airbnb é uma plataforma que permite alugar um imóvel por temporada e vem se popularizando no Brasil.

É possível fazer reserva por dia ou mês e tem se tornado um ótima opção para investidores em imóveis.

No caso do Airbnb é preciso entregar um imóvel mobiliado ao cliente, portanto, será preciso investir em móveis e eletrodomésticos, o que não necessariamente acontece com o imóvel tradicional. 

O proprietário, ao alugar pelo Airbnb, tem que contabilizar que terá como sua responsabilidade IPTU, condomínio, internet, luz e uma taxa de 3% sobre o valor de cada reserva, porém o rendimento final, com um período mínimo de ocupação mensal de 66 %, pode chegar ao dobro do rendimento aluguel tradicional.

O Airbnb pode ser um negócio muito interessante para alugueis de temporada, mas especificamente falando do investidor que pretende adquirir um imóvel em Pelotas. Precisamos levar em consideração principalmente os aspectos de infraestrutura e segurança do bairro em que o imóvel está localizado.

O Parque Una, por estar em uma localização privilegiada, próximo ao complexo judiciário, ao lado do Shopping Pelotas, é o local perfeito para o investidor adquirir seu imóvel, além da valorização acima da média terá excelente rentabilidade, proporcionando ao seu “hóspede” uma excelente experiência.

  1. O time de parceiros na Exclusive Sul se reveza na produção. A imagem em cor identifica o autor da vez, hoje Paulo Schmidt.
  2. Na coluna da semana que vem, Carlos W. Nogueira abordará o tema Preço atual dos imóveis em Pelotas e suas oportunidades.

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Brasil e mundo

Câmara aprova MP que regulamenta ensino domiciliar

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A Câmara aprovou na noite de hoje (18) o texto-base do projeto de lei (PL) 3.179 de 2012, que regulamenta a prática da educação domiciliar no Brasil, também conhecida como homeschooling.

Os destaques da matéria ainda não foram votados, e serão analisados na próxima sessão, na quinta-feira. Para usufruir da educação domiciliar, o estudante deverá estar regularmente matriculado em uma instituição de ensino, que acompanhará o desenvolvimento educacional durante o ensino.

Uma das exigências é que pelo menos um dos pais ou responsáveis tenha escolaridade de nível superior ou profissional tecnológica reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Outro requisito é a certidão negativa perante as justiças federal e estadual (o distrital).

Ensino em casa

Os pais interessados em ensinar os filhos em casa deverão seguir a Base Nacional Comum Curricular definida pelo MEC. Além disso, poderão ser incluídas matérias e disciplinas adicionais à rotina de ensino.

Os responsáveis terão de garantir a convivência familiar e comunitária do estudante e a realização de atividades pedagógicas para promover a formação integral do estudante, contemplando seu desenvolvimento intelectual, emocional, físico, social e cultural.

Será de responsabilidade dos pais manterem registros periódicos das atividades e encaminhar, na forma de relatórios, à instituição de ensino na qual o aluno está matriculado. O aluno também deverá participar de avaliações anuais de aprendizagem durante o ciclo de educação básica.

Nos ensinos fundamental e médio, além desses relatórios, deverá haver avaliação anual com base no conteúdo curricular, admitida a possibilidade de avanço nos cursos e nas séries, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases (LDB).

Se o desempenho do estudante nessa avaliação anual for considerado insatisfatório, uma nova avaliação, em caráter de recuperação, será oferecida no mesmo ano.

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Especial

Curiosidades sobre o rural em Pelotas – II. Por Robson Loeck

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Robson Becker Loeck (*)

O texto anterior, “Curiosidades sobre o rural em Pelotas – I” (AQUI), trazia alguns números e este inicia com mais alguns.

No interior do munícipio de Pelotas existem 6.794 domicílios (IBGE 2010), contudo, não são em todos que são realizadas atividades agropecuárias. O Censo Agropecuário 2017 mostra que, de 2006 a 2017, ocorreu a diminuição de 899 estabelecimentos agropecuários, ou seja, passaram de 3.596 para 2.697, o que representa uma redução de 25%.

O último Censo Agropecuário apresenta outras informações interessantes. Uma delas é que 2.617 estabelecimentos agropecuários em Pelotas possuem áreas inferiores a 100 hectares, o que demonstra a presença da agricultura familiar no interior do município. Do total, 80 possuem áreas maiores e apenas 04 possuem mais de 2.500 hectares.

O Censo de 2017, ainda que seus números sejam contestados por alguns, apresenta que não houve aumento do acesso, por parte dos estabelecimentos rurais, a assistência técnica. Ao contrário, ocorreu uma diminuição e, naquele momento, 960 estabelecimentos não a recebiam. Quanto a forma de obtenção de informações, a televisão foi apontada em 1.659 estabelecimentos e o rádio em 1.264. A internet era acessada como fonte de informação em 496, o que é um indicativo da dificuldade de sua utilização no rural.

Os indígenas e os quilombolas foram citados no primeiro texto e acabaram por gerar, no particular, pedidos de mais informações. Aproveita-se, então, para dizer que apesar de serem certificadas pela Fundação Cultural Palmares, as quatro comunidades quilombolas pelotenses não possuem suas terras demarcadas territorialmente pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Diferentemente do que o imaginário pode suscitar, aproximadamente 1.377 quilombolas não vivem e produzem juntos em áreas delimitadas. Estão espalhados em localidades rurais, possuindo, como no caso do Quilombo do Algodão e do Alto do Caixão, as sedes das suas Associações como ponto de referência e de encontro coletivo.

Da mesma forma, não há territórios indígenas em Pelotas. O que existe é a presença de três famílias (9 pessoas) da etnia Guarani no Parque Municipal Farroupilha, localizado na Colônia Santa Helena, que vivem em uma área de 0,6 hectares. Já na Colônia Santa Eulália, numa área de 7,5 hectares declarada por decreto, pela Prefeitura, como de Especial Interesse Cultural e Social, foram assentados em torno de 50 indígenas da etnia Kaingang.

Todas as fotos deste post são de autoria de Robson Loeck

Os quilombolas também produzem artesanato, no entanto, a maioria obtém renda trabalhando em propriedades que não as suas, em geral, nas que produzem tabaco e pêssego. O corte de mato também é uma atividade em que atuam. Cabe frisar que a maioria não possui terra para a realização de atividades agropecuárias e, as que possuem, se dedicam a produção de alimentos para subsistência e venda do excedente. Atualmente, 12 famílias quilombolas “entregam” alimentos regularmente à Prefeitura de Pelotas via Programa de Aquisição de Alimentos – PAA.

(*) Robson Becker Loeck é sociólogo e extensionista rural no Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Pelotas.

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Brasil e mundo

Instrução estabelece retorno de servidores a trabalho presencial

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Publicada no Diário Oficial da União de hoje (6) instrução normativa do Ministério da Economia que estabelece o retorno de servidores e empregados públicos ao trabalho presencial. A medida vale para aqueles que trabalham em órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal (Sipec).

A Instrução Normativa nº 36, no entanto, acrescenta que “os órgãos e entidades integrantes do Sipec poderão utilizar o Programa de Gestão, nos termos da Instrução Normativa nº 65, de 30 de julho de 2020, para permitir a continuidade ou execução de atividades em regime não presencial”.

A instrução publicada em 2020 estabelece orientações, critérios e procedimentos adotados para a implementação de um programa de gestão que possibilita a execução de atividades remotas, pelos servidores e empregados públicos vinculados ao Sipec, detalhando situações, contextos e objetivos que viabilizam a implementação desse modelo.

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