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Cultura & entretenimento

O “empoderamento” da “Revenge”

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Rei Leão: machista nada

O Rei Leão agora foi acusado de ser um filme “machista”, como as histórias de Monteiro Lobato já foram acusadas de “racistas” e quem não gosta da música de Pablo Vittar é acusado de “homofóbico”.

Um amigo professor universitário me explica que está errado falar “índio”, mas é correto “indígena”. Palavras que décadas atrás eram de uso popular corrente, como negro ou mulata, são hoje interpretadas como ofensivas. Interpretações geralmente vindas do mundo acadêmico, que ciclicamente estabelece novas tendências, palavras da moda como “empoderamento”.

Analistas atribuem a vitória do Trump (e explica a de correlatos em outros países) à chamada “Revenge”, a vingança ou revanche contra o “politicamente correto” que impõe padrões do que as pessoas podem ou não podem pensar, rotulando quem pensar “fora da caixa” acadêmica do momento.

Na guerra de memes, surgiu o “eu sou mulher e voto em quem eu quiser” contra o meme do “ele não”. O que explica o fenômeno da “Revenge”, na psicologia de massas, é o sentimento de opressão psicológica proporcionado pela tentativa de tutela de segmentos da população – gênero, etnia, opção sexual – que deveriam estar alinhados com seus tuteladores.

No mundo real – ao contrário do mundo acadêmico – a opressão não se resume ao fator econômico, mas inclui o autoritarismo psicológico, a rotulação, o enquadramento do pensamento em categorias, nas quais apenas as que estiverem de acordo com as tendências acadêmicas do momento são aceitas, enquanto as outras são estigmatizadas como perversas.

Atribuir perversidade de intenções a palavras de uso corrente e à pluralidade de opiniões na cultura popular, onde a liberdade de pensamento e expressão é o derradeiro refúgio das pessoas humildes, significa uma pressão psicológica autoritária e opressiva que os defensores do politicamente correto sequer imaginam que estejam fazendo. São os “patrões psicológicos” das pessoas comuns, ou no jargão político a “patrulha ideológica” que decide o que é certo ou errado as pessoas pensarem.

Claro que tudo é muito bem fundamentado historicamente, sociologicamente, linguisticamente, uma série de fundamentações acadêmicas que fazem as vítimas de tal patrulhamento ou se submeterem a ele, envergonhadas, ou a repudiar o mundo acadêmico como um todo, da mesma forma como muitos empregados odeiam os patrões quando se sentem excessivamente oprimidos pelo abuso de poder.

Uma foto que fala por mil palavras é a da torcedora vestida com dizeres “antifascista” oprimindo a do time contrário. É assim que nasce o “Revenge” que “empodera” os seus opositores e gera os Trumps da vida e seus correlatos em todos os continentes.

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Cultura & entretenimento

Sete ao Entardecer Festival traz novas apresentações na segunda

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A Prefeitura de Pelotas informa que segue, na próxima segunda-feira (18), o Sete ao Entardecer Festival 2021, projeto vinculado à Secretaria de Cultura (Secult).

As apresentações virtuais ocorrem às segundas-feiras, nos canais do youtube da Secult Pelotas (www.youtube.com/secultpelotas) e do Sete ao Entardecer (www.youtube.com/seteaoentardecer), a partir das 19h, com duas atrações por dia. Nesta segunda os shows serão com Brenda Billmann e Asafe Costa, seguidos pela banda Matudarí. 

Conheça os artistas

19h

– Brenda Billmann e Asafe Costa

O contato de Brenda Billmann com a música vem desde criança, tendo participado do coral do colégio em que estudava. Com o decorrer do tempo, começou a cantar em eventos na cidade e também em festivais de música nativista. Participou de festivais de coral fora do estado.

Hoje estuda Música Popular na UFPel, tendo grande paixão pela MPB, Bossa Nova e Jazz – estilos que formam sua identidade musical. 

Asafe Costa toca desde seus 8 anos e dá aulas de violão. Toca em bares da cidade de Pelotas, eventos particulares e casamentos. Participou no Projeto Prata da Casa 2019 e no Sete Ao Entardecer Festival 2020.1

9h30

– MatudaríMatudarí é uma banda independente que busca resgatar, com músicas autorais, as raízes da música brasileira. Surgiu em 2012 e, desde essa data, vem criando composições que mesclam diferentes ritmos e sonoridades.

O nome “Matudarí” é a junção de duas palavras: Mato do Ari – que se tornou símbolo de resistência na cultura do Laranjal. História de um homem que, ao ser retirado de onde morou como caseiro durante anos acabou por cometer suicídio como um ato político de quem perdeu a voz contra o sistema. Ari foi um dos personagens reais que conviveu e hoje permeia o imaginário que constrói a Matudarí.

Donato, um velho sábio, conselheiro e amigo, também foi motivo de inspiração. Enquanto serviu à aeronáutica, adquiriu uma grave doença que, segundo os médicos, não tinha cura e, por isso, foi abandonado em um leito. Se vendo nessa situação, resolveu fugir, se resguardar e buscar sua cura. Foi assim que chegou a Pelotas e montou seu acampamento no Laranjal.

Estudou Fitoterapia para produzir seus próprios remédios e prolongou sua vida por décadas. Antes de falecer deixou uma poesia que posteriormente foi musicada pela banda recebendo o nome de “Nato do Mato”. Em 2016, a banda gravou com o grupo de Rap Causo Beats, também do Laranjal, o disco “Rap Com Banda”, onde foram feitas releituras de suas rimas em versões instrumentalizadas. Atualmente, está em processo de produção de músicas autorais que serão lançadas em 2021, e vão fazer parte do primeiro disco próprio: Um canto do Mato.

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Cultura & entretenimento

‘Senhoras tomando chá’ voltam a Rio Grande

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Senhoras Tomando Chá, a pintura, está de volta ao Centro Histórico de Rio Grande, alojada na Pinacoteca Matteo Tonietti. A obra foi restaurada pela Universidade Federal de Pelotas.

A entrega foi feita pela coordenadora do Projeto de Extensão Laboratório Aberto de Conservação e  Restauração de Bens Culturais, Andréa Lacerda Bachettini.

Na cerimônia, em 7 passado, agora divulgada, a professora apresentou ao público as etapas da restauração e produção acadêmicas ao longo dos anos em que aconteceu a restauração.

Sobre a Pintura

Senhoras Tomando Chá foi um presente dos “Barcos Escandinavos” na década de 50 ao então prefeito municipal, Ernesto Bucholz, pendurada no gabinete oficial. A pintura sofreu uma avaria em uma comemoração, atingida por uma rolha de champanhe.

No ano de 2012, Marisa Beal, então diretora da Pinacoteca, firmou a parceria com a UFPel através do Projeto de Extensão Documentação, Restauração e Exposição da Obra Senhoras Tomando Chá da Pinacoteca Matteo Tonietti, Rio Grande/RS, coordenado por Andréa Bachettini.

A Prefeitura de Rio Grande ficou responsável pelo material necessário à restauração. A UFPel, pela mão de obra e sua expertise.

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Cultura & entretenimento

Do jeito que a coisa vai, o próximo a sair do armário é o Hulk

Em edição de HQ, o novo Super-homem assume relacionamento homossexual

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Em edição de HQ, o novo Super-homem assume relacionamento homossexual. Isso mesmo! O super-homem, filho do Super-Homem, é Jonathan Kent. Ele assume também o posto de herói.

A DC Comics informou nesta segunda-feira (11) que o filho de Clark Kent e Lois Lane (Jonathan) vai se envolver afetivamente com um amigo na HQ “Superman: Son of Kal-El #5” (Superman: filho de Kal-El).

Jonathan e Jay Nakamura, um ativista hacker, vão até se beijar na boca.

Jonathan Kent e Jay Nakamura Foto: Reprodução

A série de quadrinhos, lançada em julho nos EUA, mostra a vida do jovem de 17 anos.

Em entrevista ao New York Times, o escritor da série em quadrinhos, Tom Taylor, disse que “a ideia de substituir Clark Kent por outro salvador puramente branco parecia uma oportunidade perdida”.

“Um novo Superman tinha que ter novas lutas — problemas do mundo real — que ele pudesse enfrentar como uma das pessoas mais poderosas do mundo”.

Na série, Jonathan e Jay Nakamura se conheceram enquanto o novo Superman tentava estabelecer uma identidade secreta e frequentar o ensino médio. Jay, um jornalista iniciante, conheceu os pais de Jon e ficou impressionado com Lois Lane.

O primeiro beijo entre super-homem e Jay vai acontecer na quinta edição da série, publicada no próximo mês. Além disso, os leitores descobrirão que Jay tem habilidades especiais.

Do jeito que a coisa vai, o próximo a sair do armário é o Hulk.

Hulk

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