O amargo na boca

A moradora do Barro Duro com quem a prefeita bateu boca na semana passada segurava uma garrafa térmica e uma cuia de chimarrão, no momento da discussão. Pode-se imaginar os pensamentos de dona Tainá, enquanto sorve o amargo, depois de tomar ciência, por sua contendora, de que esta vai atrasar salários de servidores.

Um dia impossível no calendário

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