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Pelotas e RS

Paula quer aprovar mais um imposto para sair da crise

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A prefeita Paula Mascarenhas vai enviar à Câmara de Vereadores, ainda neste mês, um pacote de projetos de leis para tentar sair da crise e recuperar o caixa da prefeitura, hoje com um déficit de R$ 60 milhões, já atrasando salários de servidores.

Paula quer a aprovação de uma Taxa pela Iluminação Pública.

Quer também mexer nos vencimentos dos servidores, com um plano de carreira de professores e técnicos. E mais uma reforma no regime de Previdência do Município, o Prevpel.

Com o imposto de iluminação, a prefeita espera a injeção de pelo menos R$ 1 milhão extra por mês. A taxa prevê cobrança nas contas de luz conforme o nível de consumo residencial e comercial.

A prefeita reivindica o que chama de “pacto pela governabilidade” para sair da crise ou reduzir seus efeitos.

Segundo ela, a injeção de recursos do IPTU e do IPVA, no começo do próximo ano, devem ajudar, mas não será o bastante.

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O presidente da Câmara, Fabrício Tavares (PSD), que em janeiro passado emprestou R$ 10 milhões da Câmara para a prefeitura, volta a oferecer ajuda: ele prometeu repassar à prefeitura parte do duodécimo da Casa.

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4 Comments

4 Comments

  1. Nereu Vargas

    03/10/19 at 16:38

    Eduardo deixou a prefeitura afundada em dívidas mascaradas e só agora Paula se deu conta. Foi por isso, supõe-se, que o senhor Cruz deixou de ser secretário, antes de tudo estourar.
    A má gestão de Paula faz com que, enquanto falta papel higiênico em algumas secretarias, outras fazem até camisetinha polo personalizada para secretário de segurança. Falta comunicação e pulso firme!

  2. Lisete

    02/10/19 at 22:05

    A cidade está crescendo. Muitos loteamentos e moradias, muitos carros frota nova. Nessa visão, para quem entende de matemática, a arrecadação aumenta automaticamente sem elevar impostos. Acho que devem cuidar a administração da verba pública isso sim.

  3. JUNIOR

    02/10/19 at 19:55

    Com essas medidas a Prefeita não só vai punir novamente os servidores bem como terá a revolta de toda população pelotense. Não é uma forma inteligente só aumentar impostos. Já estamos sobrecarregados com impostos, tributos em todas as esferas. Quanto aos vereadores, em sua maioria, não tem capacidade de ocupar uma cadeira no Legislativo. Se a forma de Legislar, que deveria ser para o bem do povo pelotense é ou será tentar agradar e salvar a prefeita, tenho certeza que seus nomes, mesmo que só haja uma tentativa, não serão esquecidos pelos pelotenses, nem falo nas próximas eleições. O que há na Prefeitura de Pelotas, é um absurdo no pagamento de incentivos a vários servidores E um número igualmente absurdo de CC’s. Inacreditável que se precise dar emprego para ter voto.

  4. Pedro L B Rizzolo

    02/10/19 at 14:05

    Fizeram as obras faraônicas da Osório e a da Deodoro, sem necessidade, bastava usar asfalto de boa qualidade, e agora o barco ta afundando. Pra variar ela quer que o povo pague essa incompetência com aumento de imposto, mas essa dívida não é nossa. Os vereadores que fiquem ligados e não aprovem mais esse imposto, pois o ano que vem tem eleição, e não vamos esquecer quem votar contra a população pelotense !!!
    Pedro.

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor.

Pelotas e RS

Pelotas terá bloqueio de ruas neste sábado

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Neste sábado (29), a partir das 9h, algumas ruas serão fechadas em Pelotas, no entorno do Estádio Bento Freitas, devido ao jogo entre os times Xavante e Grêmio.

Agentes de Trânsito estarão nos pontos, orientando os motoristas, junto ao efetivo da Brigada Militar. A previsão é que o bloqueio se estenda até as 21h.

A avenida Presidente Juscelino Kubitschek funcionará em meia-pista, entre as ruas General Neto e Barão de Butuí.

Os trechos que serão bloqueados são: entre as ruas Barão de Butuí e João Pessoa, Bento Martins e Princesa Isabel, Bento Martins e Sete de Setembro, e João Pessoa e General Neto. 

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Especial

Covid: Pelotas registra 1.290 infectados e uma morte em 24 horas

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Pelotas registrou 1.290 infectados pela covid e uma morte pela doença nas últimas 24 horas.

87,5% dos 16 leitos de UTI estão ocupados.

A ocupação é de 100% nos 42 leitos de enfermaria.

Um total de 9.663 contaminados estão isolados em casa.

Hoje, cada 100 pessoas transmitem o vírus para outras 137.

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Brasil e mundo

Anvisa aprova uso e comercialização de autoteste para covid-19

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (28), por unanimidade, o uso e a comercialização, no Brasil, de autotestes para detecção de covid-19.

A aprovação ocorre após o envio de informações pelo Ministério da Saúde a pedido da Anvisa que, em 19 de janeiro, solicitou esclarecimentos a respeito da inclusão do autoteste nas políticas públicas de testagem para covid-19 e também sobre o registro de casos positivos.

Registro

Com a aprovação desta sexta-feira, a agência vai publicar uma resolução com os requisitos necessários para que as empresas interessadas em vender os autotestes em farmácias peçam o registro dos produtos.

Isso quer dizer que os autotestes não devem estar disponíveis de imediato ao público final, pois, para que cheguem às farmácias, cada produto, de cada fabricante ou importador, deve ainda ser aprovado individualmente pela Anvisa, após análise de ampla documentação.

Requisitos

Um dos requisitos para aprovação de cada produto, de acordo com o voto da relatora do tema na Anvisa, diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes, é que os autotestes tragam informações, com linguagem clara e precisa, orientando o público leigo sobre como colher adequadamente o material biológico e fazer o exame.

Outro requisito é que os produtos tenham sensibilidade de 80% ou mais ao coronavírus e que possuam especificidade de no mínimo 97% na detecção do vírus, de acordo com o voto da relatora.

Entenda

A aprovação do autoteste ocorreu depois de o Ministério da Saúde se comprometer a incluir um capítulo sobre o assunto no Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19. Acerca do registro de casos positivos, foi considerado suficiente exigir que os fabricantes dos produtos disponibilizem plataforma para tal, por meio de tecnologia QR Code.

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Ontem (27), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que os autotestes não devem ser disponibilizados pelo SUS e que a ideia é que estejam disponíveis em farmácias para quem “tiver interesse em adquirir”.

Votos

“Não resta dúvida de que o produto do diagnóstico in vitro na forma de autoteste pode sim representar excelente estratégia de triagem e medida adicional no controle da pandemia. Principalmente neste momento em que o contágio pela doença é grande e muitas pessoas não conseguem ter acesso aos testes pelo SUS ou por laboratórios da rede privada”, frisou a relatora do tema na Anvisa.

Cristiane Gomes destacou ainda que o autoteste tem sido elemento essencial no controle da pandemia em países como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, onde são, muitas vezes, disponibilizados gratuitamente. 

O voto dela foi seguido pelos demais diretores que participam da reunião extraordinária desta sexta-feira – Rômison Rodrigues Mota, Alex Machado e Meiruze de Souza Freitas.  O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, não participou, por motivo de emergência de saúde na família. 

Em seu voto, o diretor Rômison Rodrigues Mota disse que “o autoteste tem excelente aplicabilidade no contexto pandêmico, visto que permite o isolamento precoce de casos positivos e a quebra de cadeia de transmissão da covid-19”.

Ele destacou ainda dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados ontem, dando conta de altíssima demanda por testagem para covid-19. Segundo a entidade, entre 17 e 23 de janeiro, foram feitos um recorde de 740,7 mil testes em farmácias e drogarias, sendo que 43,14% resultaram positivos.

Preços

Todos os diretores mostraram preocupação com o preço do autoteste, destacando que, para serem acessíveis ao maior número possível de pessoas, os preços dos produtos devem ser menores do que os praticados atualmente, tendo em vista que dispensam o fornecimento do serviço de coleta do material biológico.

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“Não há competência legal da Anvisa para estabelecer preços máximos. Contudo, entendo que é fundamental que os órgãos de proteção e defesa do consumidor continuem a realizar ações para coibir práticas de mercado que podem ser consideradas abusivas”, disse Rômison Rodrigues Mota.

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