Havan tem sido o grande assunto da cidade

Pelotas receberá a Havan, não receberá? O dilema se tornou o principal assunto da cidade nos últimos meses.

Quem vive de notícia sabe: a audiência explode quando o tema é a Havan, mais que qualquer outro. É compreensível.

O interesse de um empresário de fora pela cidade é sentido por grande parte dos habitantes como uma esperança, além de uma raridade – a chegada por aqui de uma grande empresa, no caso um grande magazine, um grande número de oportunidades de emprego.

A entrada em cena da Havan altera a dinâmica de trabalho de uma cidade como Pelotas. Comercialmente falando, “desorganiza” a relação dos tradicionais magazines maiores da cidade com os consumidores. Em termos de mercado, é bom para a cidade.

Um leitor apanhou bem. Ele diz que a vinda, não vinda da Havan virou uma novela. Mexicana, com muitos capítulos, reviravoltas emocionais. Muitos interesses locais em jogo.

Agora parece que vem mesmo.

A última barreira visível foi vencida. Os sindicatos patronal e laboral do comércio aceitaram assinar um acordo para que a Havan tenha um regime de trabalho específico, como o Shopping, podendo trabalhar nos domingos e feriados.

A inauguração está prevista para 2 de novembro. Não importa o dia exato. Vai lotar pelo menos igual a um dia de Grande Prêmio Princesa do Sul, nos tempos áureos do Jockey Club e de Pelotas.

* A loja da Havan ocupa área do Jockey em regime de comodato, um aluguel, por 30 anos.

Três pessoas foram decisivas para vinda da Havan na área do Jockey

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