Connect with us
https://www.mvpthemes.com/zoxnews/wp-content/uploads/2017/07/zox-leader.png

Cultura & entretenimento

Era uma vez em Hollywood

Publicado

on

Só fui ver no fim de semana.

“Era uma vez em Hollywood”, de Tarantino.

É excelente. Uma sátira aos estereótipos que o cinema cria, misturando porém a vida artificial dos astros das telonas com a sua vida real.

Tudo muito bem amarradinho, de um jeito que o deboche do mundo do cinema não agride; pelo contrário, o humaniza, lembrando que, por baixo do faz de conta, os artistas, apesar da grana de que desfrutam, são tão confusos, carentes e angustiados como o restante dos mortais.

Que são como nós, carentes de amor e reconhecimento, até mais do que nós.

Sinopse:

Los Angeles, 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o seu nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha). Classificação indicativa 16 anos, contém drogas, violência extrema e linguagem imprópria.

ERA UMA VEZ EM… HOLLYWOOD

Rubens Spanier Amador é jornalista.

Facebook do autor | Email: rubens.amador@yahoo.com.br

Clique para comentar

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Cultura & entretenimento

Museu Diários do Isolamento lança exposição “Bordando Memórias”

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas”

Publicado

on

Nesta quinta-feira (28), às 19h, o Museu Diários do Isolamento (MuDI), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abrirá ao público a exposição “Bordando Memórias: Doces Linhas na pandemia”, uma parceria com o projeto de extensão Bordados e Memórias no Museu do Doce – Grupo Doce Linhas.

A exposição tem como mote as atividades do grupo de bordadeiras “Doces Linhas” como forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

O grupo de bordadeiras “Doces Linhas” teve início no ano de 2017, a partir de uma disciplina sobre o bordado oferecida pela Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), projeto de extensão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PREC/UFPel). A disciplina intitulada “Bordaduras – a vida bordada” transformou-se em um projeto de extensão realizado no Museu do Doce, e passou a chamar-se “Doces Linhas: Bordados no Museu do Doce”. Esse projeto reúne um grupo de mulheres, que uma vez por semana se encontravam no Museu para desenvolver os seus trabalhos de bordado. Com a pandemia, os encontros deixaram de ser presenciais, mas o grupo continuou a se encontrar de forma virtual e encontrou nessa atividade uma forma de superar o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.

Na exposição o público vai conhecer o histórico do grupo, as pessoas que o compõem e as ações de solidariedade desenvolvidas antes e durante a pandemia. O acesso será pelo site do MuDI.

Continue Reading

Cultura & entretenimento

Bolsonaro e os “veados”

Não precisava de muito para classificar homens pelo apelido do animal

Publicado

on

Bolsonaro me lembra um amigo que a pandemia levou. Dizia disparates o tempo todo, alguns chocantes. Para gostar dele, tinha-se de fazer um esforço. Como Bolsonaro, tinha fixação no tema sexual.

Não precisava muito para classificar homens como “veados”.

Se o cara usava boné de lã com estampa xadrez Escócia, era veado. Poncho para trás do pescoço? Veado. Se chorava, era veado. Gosta de filmes da Nouvelle Vague? Claro que é Veado! Passa postando fotos de si mesmo abraçado com o cachorro peludo? Só não vê quem não quer… Veado!!!

A impressão era de que só ele era “homem”. Não era ruim, e podia ser engraçado, só era fruto de outra época.

Como não era presidente da República, a gente relevava, porque, no meio da loucura, tinha mais pontos positivos. Quando morreu, chorei por ele.

Por Bolsonaro, não choro.

É o homem mais estúpido em comando que vi na vida.

Para Bolsonaro, Clint Eastwood, com esse poncho para trás, seria gay

Continue Reading

Cultura & entretenimento

O tema da vida

Publicado

on

“Não precisei ir aos livros para saber que o tema da vida é conflito e dor. Instintivamente, todas as minhas bufonadas se baseavam nisso: colocar as criaturas em dificuldades e fazê-las sair delas”.

Charles Chaplin.

Chaplin em Ombro, Armas

Continue Reading

Em alta