Connect with us
https://www.mvpthemes.com/zoxnews/wp-content/uploads/2017/07/zox-leader.png

Cultura & entretenimento

Último dia para ver Lenir de Miranda no MARGS

Publicado

on

Por Geraldo Hasse

Termina hoje no MARGS a exposição da obra de Lenir de Miranda, que ocupa duas salas do maior museu da capital.

Na sexta, das 10,30 às 18h, horário do lançamento do livro Pintura Périplo, com 470 páginas (R$ 150), a pelotense de Pedro Osório teve o  seu dia de glória ao ver e ouvir sua obra comentada, escaneada, vasculhada por uma dezena de especialistas em artes plásticas, entre elas Icleia Cattani e Paula Ramos. Eu nunca tinha visto uma coisa dessas: oito palestras sobre uma mesma autora, na presença da própria.

Ao falar por último, Lenir de Miranda, no auge da fama e do nervosismo, fez algumas confissões surpreendentes. “Desde criança eu achava muita responsabilidade ser artista. Não me sentia capaz. Mas hoje, aqui, tive a prova de que eu existo” (como artista, ela queria dizer).

Diante de 60 pessoas que ocupavam todas as cadeiras do auditório do MARGS, Lenir tentou se explicar citando uma série de artistas apontados como seus “aliados metafísicos”: Mallarmé, que disse “todo pensamento é um lanço de dados”; Paul Cézanne, guru de Picasso; Goya (La Maja Desnuda); André Bretton; Marcel Duchamp; Anselm Kiefer; Paul Celan; Nietsche (“O que não me faz morrer, me torna mais forte”); James Joyce e Albert Einstein, que disse “A imaginação é mais importante do que o conhecimento” e “Deus não joga dados com o Universo”.

A obra de Lenir mescla pintura e escrita. “Escrever me completa”, ela disse, revelando que “certas coisas que faço (na pintura) são fruto de um transe”. A palavra mais adequada, aí, seria “catarse”. Na escrita, ela é de uma lucidez espantosa. Na pintura, reflete dramaticamente a realidade que nos envolve e perturba, como o fenômeno das migrações contemporâneas (veja os dois exemplos abaixo).

Clique para comentar

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Cultura & entretenimento

36ª Romaria terá primeiro pedal de Guadalupe

Atividade ocorrerá no dia 6 de novembro, com saída às 9h da Av. Vinte e Cinco de Julho, 3735, bairro Três Vendas

Publicado

on

A 36ª Romaria de Guadalupe convida a comunidade para participar do 1º Pedal de Guadalupe: o desafio de São José! A atividade ocorrerá no dia 6 de novembro, às 9h, com partida da Av. Vinte e Cinco de Julho, 3735, no bairro Três Vendas. 

A pedalada ocorrerá em ritmo leve, com previsão de chegada ao Santuário às 11h30. As inscrições para participação devem ser feitas até o dia 29 de outubro no site da Arquidiocese de Pelotas, com taxa de R$ 35,00, e dará direito a camiseta do evento, além de participação em sorteio de bicicleta e viagem para a Casa da Mãe Aparecida. 

As camisetas deverão ser retiradas no Instituto de Menores Dom Antônio Zattera (IMDAZ) nos dias 3, 4 e 5 de novembro. O Instituto fica localizado na Av. Domingos de Almeida, 3150. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (53) 98414-9236. 

PUBLICIDADE

Homenagem

Neste ano, a Igreja Católica homenageia São José em comemoração aos 150 anos de sua proclamação como guardião universal da Igreja. O 1º Pedal de Guadalupe também homenageará o pai de Jesus, reconhecido como guardião da fé dos católicos. 

Continue Reading

Cultura & entretenimento

Juiz Marcelo Cabral palestra sobre crime racial

Ele abordará “A responsabilização Civil e Criminal por Crimes Raciais”

Publicado

on

Nesta terça-feira (26) ocorre a sétima e última palestra da edição deste ano do Projeto de Visibilidade do Negro no Museu da Baronesa, que traz temáticas referentes à negritude e o papel do negro no Museu na sociedade pelotense.

O convidado do evento virtual é o juiz de Direito e diretor do Foro de Pelotas, Marcelo Malizia Cabral, que abordará “A responsabilização Civil e Criminal por Crimes Raciais”. A transmissão ao vivo pelo Instagram do Museu começa às 20h. 

“Precisamos discutir sobre o porquê da maioria dos casos de racismo acabarem sendo processados apenas como injúria racial no Brasil. Por que se tende a ‘suavizar’ esses crimes?”, questiona a conservadora-restauradora Fabiane Rodrigues Moraes, atual diretora do Museu da Baronesa, que será uma das provocadoras da conversa com o juiz Cabral, junto de Marcelo Hansen Madail, conservador-restaurador do Museu da Baronesa.

Fabiane recorda que o projeto anual sempre começa com um tema histórico, do século XIX, e se encaminha para temas atuais. Esse ano, começou com Jonas Vargas abordando as riquezas que o charque e a mão de obra escravizada geraram para as famílias dos barões e para a cidade.

Em novembro, ocorre o Sopapo – 4° Encontro no Museu (edição virtual), evento que marca o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, e esse ano vai debater “O negro nós museus”. “Vamos aproveitar que nesse momento se discute um novo conceito de ‘museu’, tanto no exterior quanto no Brasil, para pensar qual o espaço que o negro tem nos museus brasileiros e mesmo no Museu da Baronesa”, antecipa a diretora.

Ela diz que o evento Sopapo é um momento de reflexão, avaliação sobre as atividades realizadas ao longo do ano e acolhimento de sugestões para o ano seguinte.

Continue Reading

Cultura & entretenimento

Vilson Farias autografa novo livro na Mundial, dia 16

Obra aborda reformas trabalhista e previdenciária

Publicado

on

Advogado e ex-promotor Vilson Farias autografará novo livro.

A obra, intitulada Tópicos das reformas trabalhista e previdenciária, tem prefácio da ex-Procuradora Geral da República Raquel Dodge (veja trecho abaixo).

Dia 16, na Livraria Mundial, às 17h30. Preço R$ 80.

Livro já está à venda na Livraria Mundial.

Vilson Farias

Trecho do prefácio de Raquel Dodge, ex-Procuradora Geral da República:

Vilson Farias e sua obra devem ser saudados por esta qualificada contribuição jurídica. Este livro oferece balizas para compreender o modelo de razão e escolha, que é republicano na origem e eminentemente constitucional desde 1988. Vilson Farias é um estudioso das leis e da jurisprudência.

Há anos constrói uma doutrina que busca tornar a lei mais compreensível para os operadores do direito e para o cidadão comum: não apenas no que estabelece como regra de deve ser e como vem sendo aplicada na jurisprudência, mas também ao revelar suas discrepâncias com a Constituição, ou ao indicar o que a lei propõe para enfrentar a realidade e auxiliar a construir a nação.

Continue Reading

Em alta