Somos tão frágeis. Toda a arrogância não é mais que ilusão passageira

Fernando Gabeira, em seu blog:

Romances como A Peste, de Camus, apesar de escrito em 1947, conseguem tratar de temas universais como solidariedade e sentimentos mesquinhos envoltos na condição humana.

Era interessante e até risível a velha tese da teoria do caos: tudo no universo está interligado e o bater de asas de uma borboleta altera o mundo. Se se substituir a borboleta por um morcego que acabou comido por um pingolim, por sua vez comido por um homem, foi um bater de asas que não só alterou o mundo, mas o fez de forma profunda e definitiva.

Quem diria que somos tão frágeis e toda a arrogância da civilização humana não é mais que ilusão passageira. Não há tanto espaço para lamentações. É preciso definir o que importa. Claro que o fato de o presidente da República ser um ignorante tem um peso. Isso será resolvido a seu tempo. No momento é preciso esquecê-lo em nome do essencial: que fazer?

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