A sorte da enfermeira que saiu no New York Times. E a sorte da prefeitura também

Ontem publicamos uma breve história de como a enfermeira Amanda Ramalho, da UPA Areal, foi parar na capa do New York Times.

Ela confirmou ao site pelo whats.

Um detalhe passou um pouco batido: o fato, segundo ela, de ter sido procurada pela empresa Dove, dos sabonetes e cosméticos, e pelo jornal The New York Times, dois “gigantes” em seus ramos, sem que uma coisa tivesse ligação com a outra – frisou ela.

“Por alguma razão, o meu insta (Instagram) tem grande alcance”.

Continuou:

“A empresa (Dove) achou meu insta, me contatou e fez campanha (usou a foto dela – imagem logo abaixo – numa campanha de cosméticos, segundo ela, circulando o mundo). Já o The New York Times também viu meu insta e fez a minha matéria”.

Esclarecendo a curiosidade: a Dove viu uma foto, uma em que a enfermeira está com a expressão mais suave (logo abaixo).

Já a foto que saiu no NYT é outra imagem, mais dramática (no link).

Quem não soubesse que Amanda é tão acessada no Instagram, acharia que tem um relações públicas com excelentes contatos nos Estados Unidos. Sorte dela.

Sorte da prefeitura também, já que a enfermeira elogiou as condições de trabalho da UPA e os EPIS (Equipamentos de Proteção Individual) do município.

Enfermeira de Pelotas sai na capa do The New York Times

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