Leite vai usar ônibus intermunicipal para ida e volta de testes de covid de Pelotas e outras cidades

O governo do Estado passará a utilizar linhas regulares de ônibus intermunicipais para transportar amostras de testes de detecção da Covid-19. Até aqui, os exames tinha outro modo de transporte: seguiam para exames no Laboratório do Estado (Lacen), em Porto Alegre, em viaturas das secretarias de Saúde dos municípios, caso de Pelotas.

A novidade vale a partir desta quarta-feira (22).

O governo do estado diz que autorizou a frota de ônibus intermunicipais do Rio Grande do Sul a transportar testes para detectar o vírus, com o objetivo de dar conta da ampliação do sistema de testagem para Covid-19 pela Secretaria da Saúde”.

O governo diz que a meta da estratégia é a ampliação de testagem, chegando a 4 mil exames de RT-PCR por dia, até agosto deste ano. O material biológico coletado nos municípios deve ser encaminhado por meio das coordenadorias regionais de Saúde, para análise no Laboratório Central do Rio Grande do Sul (Lacen), em Porto Alegre, por meio de transporte aéreo ou terrestre.

“A SES (Secretaria Estadual de Saúde) dará a supervisão e vigilância desse transporte nas linhas regulares de ônibus, garantindo o acondicionamento e o manejo adequado do material biológico. As viagens sempre serão realizadas diariamente em horários estabelecidos para o recebimento e o despacho das caixas com as amostras pelos terminais rodoviários”, afirma o governo.

A autorização foi dada em uma ordem de serviço do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), vinculado à Secretaria de Logística e Transportes do RS.

Sete empresas transportadoras serão utilizadas para enviar os materiais de Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul, Passo Fundo, Bagé, Alegrete, Erechim, Santo Ângelo, Erechim, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Ijuí, Estrela, Osório e Frederico Westphalen.

Com a ampliação da testagem, o Estado busca reduzir a propagação do vírus, identificando as pessoas infectadas e mantendo o seu isolamento domiciliar, bem como de seus contactantes. O projeto também busca reduzir o crescimento da curva epidêmica assegurando a capacidade de atendimento hospitalar, além de conhecer a real incidência da Covid-19 no território gaúcho.

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