“É fácil criticar agora, que se sabe que o HC não é necessário”

Na live do final da tarde desta segunda-feira (27), em que anunciou o sucesso do recurso do município para manter a bandeira laranja, risco médio para contágio pelo novo coronavírus, embora com restrições mais severas que as previstas no Plano do governo do estado, prefeita Paula foi cobrada mais uma vez pela despesa com o Hospital de Campanha.

Paula abriu a live para perguntas de jornalistas.

Uma repórter voltou, de novo, ao assunto Hospital de Campanha, que, armado às pressas, nunca chegou a ser usado, embora tenha custado quase meio milhão ao município. A estrutura básica mínima que nunca chegou a ser um HC de verdade foi armada no ginásio do Sesi.

A prefeita respondeu, um pouco exaltada, que “quando contratou o HC ninguém reclamou e nem poderia, já que na época (há quase 100 dias) o pessoal do Comitê Científico (Universidades) previu que Pelotas precisaria de muitos leitos em pouco tempo”.

Pelo período de três meses de contrato emergencial (sem licitação) para fornecimento em locação de lona, piso, camas, a prefeitura pagou R$ 411 mil. Finalizado os 90 dias, com Paula reavaliando que não seria necessário e não renovando o contrato, a estrutura foi desativada.

“É fácil criticar agora, que se sabe que o HC não é necessário”.

Paula: “Eu não me arrependo de ter contratado o Hospital de Campanha”

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