Tendência de consumo pela internet acelerou

A pandemia está mudando os hábitos de consumo e, por tabela, os modelos de negócio.

Os consumidores, que já compravam artigos de toda ordem pela internet, inclusive de uso pessoal, como roupas, passaram a recorrer ao e-commerce mais intensamente neste 2020, aprofundando a mudança de um comportamento.

A tendência, que já vinha em ascendente, acelerou.

É o que demonstram várias pesquisas, como a Shopper Compass – no E-commerce de Vestuário, feita pela Shopper Experience, com o objetivo de traçar o perfil dos compradores de moda na internet.

“Houve mudança significativa no comportamento do consumidor com a chegada da Covid-19. Setores de menor porte no e-commerce ganharam protagonismo. A tendência é que o cenário continue dessa forma, com consumidores cada vez mais engajados nas compras à distância”, diz André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Segundo a pesquisa da Shopper Experience, “na hora de comprar roupas pela internet, 82% dos consumidores preferem o e-commerce das marcas”.

Dos que preferem e-commerces, que reúnem diferentes marcas, os marketplaces, o índice de satisfação é de 68%. Já os sites de lojas físicas também agradam: 67% dos participantes se dizem satisfeitos.

Os principais fatores que diferenciam o e-commerce de marcas dos demais são: facilidade de navegação (29%); entrega feita no mesmo dia (29%); e peças modernas (24%).

Neste segmento, os consumidores que mais gastam em compras online são os de 45 a 54 anos, com média de R$ 1,9 mil em compras por ano. Para os mais jovens, entre 14 e 24 anos, os gastos em roupas compradas pela internet chegam a R$ 1,1 mil no mesmo período.

Na hora de buscar informações sobre os próximos itens do guarda-roupa 78% dos entrevistados mais jovens usam o Instagram, enquanto o Facebook é o preferido de 60% dos usuários mais maduros.

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