Estão derrubando a casa

Menos um patrimônio arquitetônico.

Na rua Antônio dos Anjos, esquina com General Osório.

No lugar, segundo informações preliminares, haverá uma farmácia.

7 thoughts on “Estão derrubando a casa

  1. Isso me lembra o caso Jockey Clube, manter a raia original ou gerar 300 empregos, mais impostos e garantir o funcionamento do “Prado”?
    Casa com apelo sentimental = 0 postos de trabalho, 0 Impostos.
    Farmácia de “galpão” = + Postos de trabalho, geração de impostos e a condição de preservar outros imóveis de real valor histórico e artístico. Oque a cidade pode fazer quanto a isso é regulamentar os aspectos visuais e de alguma forma organizar a fiação aérea isso sim é uma cafonice.

  2. Casa que sempre me chamou atenção, nobre, talvez confortável. Mas, ao olhar a sua frente, uma “tapera”, talvez o proprietário esteja buscando mais segurança, mais beleza além de tijolos sobre tijolos… sei lá… simplesmente pode ser uma pessoa q resolveu vender o q lhe pertence e ponto. Entendo, q neste momento não mereça esse fato tanta relevância.

  3. Também concordo com Fernanda Young: “A cafonice detesta a arte”. E essa casa que foi demolida é meio cafona (conheci por dentro também). Em termos de patrimônio arquitetônico não se perde nada, se perde talvez alguma memória afetiva, mas isso a gente supera. Não creio que com um terreno desses construam apenas uma farmácia, imagino que irá surgir um edifício, e talvez no térreo a tal farmácia. Vamos ver.

  4. Cafona era essa casa… coisa de elite nova rica…tanta coisa relevante na cidade pra ser valorizada e essa gente deslumbrada com casa de gente falida. Enquanto isso o patrimônio histórico negro, indígena definha.

  5. Por muitos anos vividos em Pelotas, ficou na memória está bela casa na Antonio dos Anjos. Poderiam ter mantido o prédio e transforma-lo numa casa para idosos, assim não seria necessário demolir. Mas enfim Pelotas sendo Pelotas.

  6. Sobre a demolição da casa, eu fico com Fernanda Young;
    “A cafonice detesta a arte”.
    Rubens, acho que vale publicar o texto inteiro da Fernanda. Vem bem a calhar nestes dias de pesadelo que estamos vivendo

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