Segunda Guerra em Cores

A série Segunda Guerra em Cores, no Netflix, tem 10 capítulos. Didática, é um curso rápido eficiente. Em “cores”, porque colorizaram as imagens.

Muita coisa eu não sabia, outras havia esquecido, como o lançamento de paraquedistas de mentira: bonecos; para confundir os radares e os inimigos. Nas praias, havia tanques de mentira também.

A tática alemã da Blitzkrieg (Guerra Relâmpago) foi surpreendente. Com tanques velozes, percorriam longas distâncias em curto espaço de tempo e tomavam territórios rapidamente.

A necessidade fez evoluir a tecnologia, em menor ou maior grau, para o mal e para o bem.

Em Pearl Harbor, o comando americano achava que as condições geográficas impediriam um ataque à frota ancorada no Pacífico. Como as águas eram rasas, acreditavam que torpedos lançados de aviões explodiriam assim que caíssem na água, por tocar logo o fundo. Os japoneses, porém, acoplaram aos torpedos duas asas de madeira, para que flutuassem ao cair. Os americanos consideravam os japoneses uma raça inferior. De repente se deram conta de que estavam errados.

Outro exemplo. A indústria química alemã refinou metanfetaminas para consumo dos soldados. Ao ingerir as bolinhas, sentiam-se invencíveis e podiam guerrear dias seguidos sem dormir, um estímulo para potencializar a Blitzkrieg e, também, uma ironia. Se os alemães eram uma raça superior, como Hitler pregava, por que precisavam de bolinhas?

Se o tema te interessa, vale assistir.

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