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Pandemia

Covid: em Pelotas, mulheres são as mais infectadas

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A partir dos registros feitos pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, o Observatório de Segurança Pública divulgou  um novo levantamento das categoriais onde há registros de positivos para o coronavírus, em Pelotas.

A tabulação dos dados é referente ao período em que o município apresentava um total de   7.365 contaminados confirmados, ou seja, até dia  19  de novembro.

Profissionais da saúde,  aposentados,  comerciários e estudantes ainda têm a maior prevalência de casos de infecção pelo vírus causador da Covid-19, representando 48,07% do total de contaminados do município.

As mulheres são as mais  atingidas pelos coronavírus, 56,7% do total. Já os homens representam 43,3% dos infectados.

Conforme o Observatório de Segurança a  maior incidência de exames positivos está entre:

– profissionais da saúde: 1.149  casos (15,60 %); 

– aposentados: 891 casos (12,10%);

– comerciários/atendentes: 807casos (10,96%); 

– estudantes: 693 casos (9,41%); 

– donas de casa: 479  casos (6,50%); 

– não informados: 294 casos (3,99 %); 

– profissional do transporte: 222 casos (3,01%); 

– construção civil: 216 casos (2,93%);

– administradores/empresários: 209 casos (2,84%); 

– autônomos: 201 casos (2,73%);

– prestadores de serviços: 194 casos (2,63%);

– profissionais da educação: 187 casos (2,54%);

– desempregados: 172 casos (2,34%);

– profissionais da segurança: 170 casos (2,31%). 

Outras categorias

Ainda aparecem no perfil dos infectados pelo coronavírus em Pelotas os profissionais da indústria e do ramo alimentício, servidores públicos, serviços administrativos, crianças de até quatro anos, empregadas domésticas, profissionais da estética e advogados. Esse grupo representa 12, 61 % do total de positivos, 928 pessoas.

Os profissionais rurais, cuidadores de idosos, engenheiros mecânicos/mecânicos, porteiros, profissionais do esporte, corretores de imóveis, bancários, profissionais da comunicação, dentistas, contadores, eletricistas, psicólogos, psiquiatras, profissionais de tecnologia, veterinários, costureiras, técnicos de informática, portuários, músicos, nutricionistas, técnicos de telecomunicações, pesquisadores, economistas, pescadores, biólogos, jardineiros e líderes religiosos totalizam 553 pessoas, 7, 51% dos infectados em Pelotas.

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Pandemia

Pelotas registra 107 novos casos de covid e duas mortes

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Pelotas registrou nesta terça, 19, 107 novos casos de covid-19 e duas mortes em decorrência da doença.

Infectados: idades entre 5 meses e 78 anos.

Mortes: Mulher de 86 anos e homem de 72 anos. A cidade soma, assim, 1168 mortes.

Até aqui são 47.470 casos de pessoas infectadas. 44.993 recuperados e 1.309 em isolamento.

Internações

65 pacientes (55,1% de ocupação de leitos).

14 em UTI ( 42,4% de ocupação).

51 em enfermaria (60% de ocupação).

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Pandemia

Covid-19 deixou 12 mil órfãos de até 6 anos no país, mostram cartórios

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Ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade no Brasil ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano.

Já 18,2% tinham um ano de idade; 18,2%, dois anos de idade; 14,5%, três anos; 11,4%, quatro anos; 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 7.645 cartórios de registro civil do país desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em todo o território nacional.

Os números obtidos pela Arpen-Brasil, entidade que representa os cartórios de registro civil do Brasil e administra o Portal da Transparência, mostram que 223 pais morreram antes do nascimento de seus filhos, enquanto 64 crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“A base de dados dos cartórios tem auxiliado constantemente os poderes públicos, os laboratórios e os institutos de pesquisas a dimensionar o tamanho da covid-19 em nosso país e o fato de termos esta parceria com a Receita Federal para a emissão do CPF na certidão de nascimento dos recém-nascidos nos permitiu chegar a este número parcial, mas já impactante”, disse, em nota, o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli.

Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, ao menos 774 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 168 cartórios de registro civil do estado.

Segundo o levantamento, no estado do Rio, 23 pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto cinco crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“As diversas parcerias firmadas pelo Registro Civil permitiram realizar esse levantamento, unindo a base de dados dos cartórios de registro civil, o que tem nos proporcionado dimensionar o tamanho do impacto da covid-19 no Rio de Janeiro. O resultado de levantamentos como esse indica caminhos para que os poderes públicos possam ser mais assertivos na resolução de questões que envolvem a cidadania e a dignidade daqueles que ficaram órfãos”, afirmou o presidente da Arpen/RJ, Humberto Costa.

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Brasil & Mundo

Brasil tem menor média móvel de mortes na pandemia

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Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos seis meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% – tendência que se acumula desde junho.

O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.

“Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

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Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.

“Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.

O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.

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