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Trabalho e consumo

PSDB apoia Melo contra Manuela

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Na noite desta segunda-feira (23), o PSDB de Porto Alegre anunciou apoio ao candidato Sebastião Melo, do MDB, à prefeitura.

Nota assinada pelo presidente estadual do partido, Mateus Wesp, e pelo presidente municipal, Moisés Barboz.

Os tucanos mudaram se posição, até cinco dias diziam que se manteriam neutros como partido.

Já ex-prefeito, Marchezan, se manteve neutro.

Moisés declarou:

“O PSDB Estadual entendeu que a população em Porto Alegre não gosta de omissão. Não significa que a gente concorde com tudo, mas não temos como nos omitir. Não queremos a vanguarda do atraso comandando a cidade”.

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Diz um trecho da nota:

“Nós gaúchos não aceitamos quem não se posiciona, assim como não aceitamos falsidades ou até mesmo covardia. O PSDB não compactua e rechaça o ideário do Partido Comunista do Brasil bem como não coaduna com a agenda de seus aliados o qual capitaneados por sua candidata estão claramente identificados com um viés de esquerda, em tudo antagônico às posições historicamente defendidas pelo nosso partido, inspiradas na social-democracia e na democracia-cristã”, diz o texto.

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    Brasil e mundo

    Covid-19: portaria altera regras para afastamento do trabalho

    Teletrabalho pode ser adotado, a critério do empregador

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    O Ministério da Saúde publicou hoje (25) portaria diminuindo de 15 para 10 dias o prazo de afastamento dos trabalhadores com casos confirmados do novo coronavírus, suspeitos ou que tiveram contato com casos suspeitos. O texto, assinado em conjunto com o Ministério do Trabalho e Previdência, diz ainda que o período de afastamento pode ser reduzido para sete dias, caso o funcionário apresente resultado negativo em teste por método molecular (RT-PCR ou RT-LAMP) ou teste de antígeno a partir do quinto dia após o contato.

    A redução para sete dias também vale para os casos suspeitos desde que o trabalhador esteja sem apresentar febre há 24 horas, sem tomar remédios antitérmico e com a melhora dos sintomas respiratórios.

    As novas regras alteram uma portaria de junho de 2020, que trouxe regras para a adoção prioritária do regime de teletrabalho, entre outros pontos. O documento atual diz que, na ocorrência de casos suspeitos ou confirmados da covid-19, o empregador pode adotar, a seu critério, o teletrabalho com uma das medidas para evitar aglomerações.

    No caso dos trabalhadores com 60 anos ou mais ou que apresentem condições clínicas de risco para desenvolvimento de complicações da covid-19, o texto diz que eles devem receber atenção especial e também coloca a adoção do trabalho remoto como uma medida alternativa para evitar a contaminação, a critério do empregador. Antes, a indicação do governo era de que o trabalho remoto deveria ser priorizado.

    Pela portaria, as empresas devem prestar informações sobre formas de prevenção da doença, como o distanciamento social, e reforçar a necessidade de procedimentos de higienização correta e frequente das mãos com utilização de água e sabonete ou, caso não seja possível a lavagem das mãos, com sanitizante adequado como álcool a 70%.

    As empresas também devem disponibilizar recursos para a higienização das mãos próximos aos locais de trabalho, incluído água, sabonete líquido, toalha de papel descartável e lixeira, cuja abertura não demande contato manual, ou sanitizante adequado para as mãos, como álcool a 70%.

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    O texto diz que as empresas devem adotar medidas para evitar aglomerações nos ambientes de trabalho, como a manutenção da distância mínima de um metro entre os trabalhadores e entre os trabalhadores e o público e o uso de máscara.

    A portaria determina ainda que as empresas devem manter registro atualizado à disposição dos órgãos de fiscalização das medidas tomadas para a adequação dos ambientes de trabalho para a prevenção da covid-19 e também dos casos suspeitos; casos confirmados; trabalhadores que tiveram contato com casos confirmados no ambiente de trabalho.

    Nessa última situação, os trabalhadores que tiveram contato próximo de caso suspeito da covid-19 “devem ser informados sobre o caso e orientados a relatar imediatamente à organização o surgimento de qualquer sinal ou sintoma relacionado à doença”.

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    Brasil e mundo

    Instituto Capitalismo Consciente fará webinar sobre “despertar da consciência empresarial gaúcha”

    Evento de lançamento da filial do ICCB no Rio Grande do Sul vai abordar os
    pilares que sustentam o movimento através de quatro empresas da região

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    O Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) vai lançar a Filial Regional do Capitalismo Consciente no Rio Grande do Sul, por meio do Talk Consciente O Despertar da Consciência Empresarial Gaúcha, que promete abordar os pilares que sustentam o movimento através de quatro empresas gaúchas.

    O evento será realizado virtualmente, na próxima quarta-feira (26), de 19h às 20h, pela plataforma Zoom. O trabalho das filiais, na visão do ICCB, é uma necessidade para todos os estados do Brasil com o objetivo de promover a conscientização dentro das empresas, acelerando o processo de transformação.

    A ideia é que a presença regionalizada aproxime ainda mais estes empresários brasileiros, criando uma corrente do bem dentro dos negócios. No Rio Grande do Sul, o instituto chega através dos empreendedores Eliane Davila e Solon Stahl.

    “Nosso estado é inovador e está se desenvolvendo muito para ser referência em
    educação e inovação. Mas o nosso principal desafio é sensibilizar os empresários,
    empreendedores e lideranças locais, para que percebam que o Capitalismo Consciente
    é uma filosofia sustentável que entende o negócio para além do lucro. Que empresas
    apoiadas nos quatro pilares do movimento são mais rentáveis, a longo prazo, e
    impactam positivamente a sociedade e o mundo”, diz Eliane Davila.

    Para conversar sobre a mudança que o despertar da consciência empresarial pode fazer no Sul e falar sobre os pilares do Capitalismo Consciente, o Instituto convida os
    palestrantes Suzane Girondi Culau Merlo, Solon Stapassola Stahl, Soraia Schutel e
    Guilherme Massena. O evento ainda terá mediação de Eliane Davila, colíder da Filial
    Regional do Capitalismo Consciente no Rio Grande do Sul.

    Para se inscrever neste evento, basta preencher um formulário disponível no site:
    https://landingpage.ccbrasil.cc/lp-inscricao-talk-consciente-rio-grande-do-sul-26-01-2022-19h00

    Os convidados:

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    Suzane Girondi Culau Merlo – Advogada e empresária fundadora da Capim na Pele.
    Mestre em Direito Ambiental. Conselheira e Coordenadora da Filial Regional do
    Capitalismo Consciente no Rio Grande do Sul. Embaixadora do Instituto Capitalismo
    Consciente Brasil e Certified Conscious Business Change Agent.

    Solon Stapassola Stahl – Diretor Executivo da Sicredi Pioneira. Administrador de
    Empresas. Embaixador do Capitalismo Consciente. Colíder da Filial Regional do
    Capitalismo Consciente no Rio Grande do Sul.

    Soraia Schutel – Empreendedora e Cofundadora da Sonata Brasil. Doutora em
    Administração. Conselheira da Filial Regional do Capitalismo Consciente no Rio Grande
    do Sul.

    Guilherme Massena – Cofundador da Dobra. Bacharel em Administração. Gestão da
    Inovação e Liderança. Conselheiro da Filial Regional do Capitalismo Consciente no Rio
    Grande do Sul.

    Eliane Davila (mediadora) – Mentora de Carreiras e de Negócios Conscientes. Doutora
    em Processos e Manifestações Culturais. Colíder da Filial Regional do Capitalismo
    Consciente no Rio Grande do Sul e embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

    Sobre o Instituto Capitalismo Consciente Brasil

    Fundado em 2013, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil incentiva, inspira e ajuda
    empreendedores e líderes a aplicarem os princípios do capitalismo consciente em suas
    organizações. Com o intuito de ajudar a transformar o jeito de fazer investimentos e negócios no Brasil, para reduzir a desigualdade, o Instituto realiza programas de conscientização, inspiração e educação. Em 2020 a instituição alcançou a marca de 200 corporações associadas, e o número de associados pessoa-física ultrapassou a marca de 2 mil pessoas.

    Site: https://www.ccbrasil.cc/

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    Brasil e mundo

    Presidente negocia PEC para zerar impostos sobre combustíveis

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    O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (20) que negocia a apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir a redução a zero da incidência de tributos federais sobre combustíveis. O texto ainda não foi disponibilizado, mas os alvos da redução seriam a contribuição do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
      
    “Nós temos uma Proposta de Emenda à Constituição, que já está sendo negociada com a Câmara e o Senado, para termos a possibilidade de praticamente zerar os impostos dos combustíveis, o PIS e a Cofins”, afirmou durante sua live semanal nas redes sociais. O presidente está no Suriname, onde faz uma visita oficial

    Segundo Bolsonaro, há um processo de inflação generalizada que não afeta apenas o Brasil. Em 2021, a gasolina acumulou alta de 47,49% e o etanol, de 62,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o diesel teve alta de cerca de 47% no mesmo período.   

    Além dos impostos federais, a comercialização de combustíveis também paga o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, e por isso, não seria abrangido por uma eventual aprovação da proposta anunciada por Bolsonaro. Com a mudança constitucional, o governo não seria obrigado a compensar a redução dos impostos sobre combustíveis com a elevação de outros tributos, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O governo não deu estimativa sobre quanto custaria zerar os tributos federais sobre os combustíveis.

    Em 2018, após a greve de caminhoneiros, o então governo de Michel Temer zerou impostos federais sobre o diesel, mas por meio de decreto e com compensação orçamentária correspondente por meio do aumento de outros impostos. Entre março e abril do ano passado, o governo Bolsonaro suspendeu a cobrança de impostos sobre o diesel, decisão que foi compensada com a elevação da carga tributária em outros setores. 

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