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Pandemia

PELOTAS E RS ENTRAM EM BANDEIRA VERMELHA

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Pelotas está em bandeira vermelha, no Distanciamento Controlado, segundo a divulgação preliminar do governo do Estado nesta sexta-feira (27). A classificação indica que a R21 – região da qual o Município faz parte -, enquadra-se em risco alto para contágio do novo coronavírus. A Prefeitura não irá recorrer.

De acordo com o modelo, a piora nos índices de “variação no número de internados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em UTI”, de “variação de confirmados em leitos clínicos”, de “variação de confirmados em UTI”, de “projeção de incidência de óbitos relativa à população”, de “número de leitos livres para cada leito ocupado Covid”, de “variação no número de leitos UTI livres para atender Covid-19” e de “variação no número de leitos de UTI livres para atender Covid-19” ponderou a média regional para bandeira vermelha.  

O Executivo municipal realizará reuniões, no início da próxima semana, para avaliar se Pelotas irá aderir ou não ao Plano Regional de Enfrentamento à Covid-19 da Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul). A vigência da classificação é de 1º a 7 de dezembro.

Restrições em vigor

Ao longo da última semana, a Prefeitura, por meio de decretos municipais, determinou medidas restritivas para frear o avanço da pandemia no Município. Após a investigação, realizada pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), concluir que a faixa etária com mais infectados é entre 20 a 34 anos, as restrições visaram combater aglomerações entre esse público-alvo.

Restaurantes, bares, lojas de conveniências, trailers e similares devem encerrar atividades, totalmente, às 24h. Tele-entregas ficam permitidas até as 23h. Além disso, a permanência em áreas de convivência em ginásios de esporte, bem como a comercialização de bebidas alcoólicas no interior estão proibidas.

A permanência em locais públicos, como praças, parques, avenidas, calçadões, praias e suas respectivas orlas também está proibida. O uso obrigatório de máscara segue no Município.   

Abaixo, matéria do governo do estado

O Rio Grande do Sul passa pelo momento mais crítico da pandemia de coronavírus. Com o número de pacientes internados em leitos clínicos e em UTIs atingindo o pico da série histórica, o mapa preliminar da 30ª semana do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (27/11), traz, pela primeira vez, todas as 21 regiões Covid em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto).

Na quinta-feira (26/11), o Estado chegou a 1.183 pacientes hospitalizados por conta do coronavírus e a 775 pessoas internadas em leitos de UTI. Com a manutenção do total de leitos e o aumento de 13% nos pacientes confirmados por Covid-19 internados em UTI, houve nova redução de leitos livres, chegando ao menor nível desde o início do Distanciamento Controlado: 0,67.

O quadro fez com que o indicador específico que mede a capacidade de atendimento do Estado como um todo recebesse a classificação de risco altíssimo (bandeira preta), cenário que se repete em cinco das macrorregiões (Metropolitana, Serra, Missioneira, Centro-Oeste e Norte).

Houve uma piora em diversos indicadores ao longo da última semana. O número de casos ativos para doença cresceu 13% e ultrapassou a marca de 21 mil pessoas que testaram positivo apenas nesse período.

Pela primeira vez, ao menos três regiões tiveram média ponderada que as aproximou da classificação final em bandeira preta: Bagé, Erechim e Uruguaiana. Além da situação piorar em toda a macrorregião Norte, Erechim foi a única que alcançou classificação de risco máximo nos quatro indicadores regionais.

A situação piorou significativamente no último mês. De 30 de outubro a 26 de novembro, os indicadores apontam elevação de 26% (de 830 para 1.047) no número de hospitalizações confirmadas pela doença e aumento de 30% (de 712 para 928) de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Além disso, o número de internados em leitos clínicos com coronavírus cresceu 54% (de 768 para 1.183) e o número de óbitos subiu 31%, de 211 para 276.

O mapa mais avermelhado já visto pelo Estado foi o preliminar da 15ª rodada, que apresentou 16 regiões com risco alto. Após recursos, o mapa definitivo, vigente entre os dias 18 e 24 de agosto, trouxe 14 regiões em vermelho.

Veja o mapa preliminar da 30ª rodada: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

Das 21 regiões Covid – neste mapa preliminar, todas em bandeira vermelha –, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não apresentam protocolos próprios, geridos pelo sistema de cogestão regional.

As regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Os planos regionais aprovados estão disponíveis em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Paralelamente aos pedidos de cogestão, o Estado aceitará pedidos de reconsideração à classificação de risco, que podem ser feitos via associação regional por meio de formulário eletrônico (pelo link https://forms.gle/8SuLcENKajfXihPs5), no prazo máximo de 36 horas após a divulgação do mapa preliminar – até as 6h de domingo (29/11).

A adoção de protocolos alternativos não altera as cores do mapa definitivo, que será divulgado após análise dos recursos pelo Gabinete de Crise, na tarde de segunda-feira (30/11), por meio de notícia publicada no site do governo do Estado. A vigência das bandeiras da 30ª rodada começa à 0h de terça-feira (1°/12) e se encerra às 23h59 de segunda-feira (7/12).

Regra 0-0

Conforme o mapa preliminar da 30ª rodada, todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul estão em bandeira vermelha, o que corresponde a 100% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Dos 497 municípios gaúchos, 207 (930.400 habitantes, 8% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

• Clique aqui e acesse a lista de municípios que se encaixam na Regra 0-0

RESUMO DA 30ª RODADA

Regiões que apresentaram piora (13)

LARANJA > VERMELHA

Santa Maria (em cogestão)
Guaíba
Lajeado (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Cruz Alta (em cogestão)
Bagé
Taquara (em cogestão)
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Porto Alegre (em cogestão)

Regiões que seguem igual

BANDEIRA VERMELHA (8)

Novo Hamburgo (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Erechim (em cogestão)
Uruguaiana

• Clique aqui e acesse a nota técnica com as justificativas de classificações das regiões.

DESTAQUES DA 30ª RODADA

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 11% entre as duas últimas semanas (de 1.172 para 1.047);
• número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentou 12% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (de 827 para 928);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 17% entre as duas;
• últimas quintas-feiras (de 1.014 para 1.183);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 13% entre as duas últimas quintas-feiras (de 683 para 775);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 reduziu 17% entre as duas últimas quintas-feiras (de 626 para 522);
• número de casos ativos aumentou 13% entre as duas últimas semanas (de 18.860 para 21.348);
• número de registros de óbitos por Covid-19 ficou praticamente estável entre as duas últimas quintas-feiras (de 282 para 276).

As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (238), Caxias do Sul (128), Passo Fundo (79), Novo Hamburgo (74) e Canoas (62).

Comparativo: situação entre 30 de outubro e 26 de novembro

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 aumentou 26% no período (de 830 para 1.047);
• número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentou 30% no Estado no período (de 712 para 928);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 54% no período (de 768 para 1.183);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 35% no período (de 573 para 775);
• número de casos ativos aumentou 63% no período (de 13.061 para 21.343);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 reduziu 34% no período (de 791 para 522);
• número de óbitos por Covid-19 acumulados em sete dias aumentou 31% no período (de 211 para 276).

1 Comment

1 Comment

  1. Jonas

    28/11/20 at 12:27

    Gostaria de entender o porquê de haver segundo turno diante desse caos da pandemia. A bandeira vermelha já devia estar vigorando há dias. Aglomerar em parques e lugares públicos não pode (decisão corretíssima) contudo, na “festa da democracia” , para votar…

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Pandemia

Pelotas registra 107 novos casos de covid e duas mortes

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Pelotas registrou nesta terça, 19, 107 novos casos de covid-19 e duas mortes em decorrência da doença.

Infectados: idades entre 5 meses e 78 anos.

Mortes: Mulher de 86 anos e homem de 72 anos. A cidade soma, assim, 1168 mortes.

Até aqui são 47.470 casos de pessoas infectadas. 44.993 recuperados e 1.309 em isolamento.

Internações

65 pacientes (55,1% de ocupação de leitos).

14 em UTI ( 42,4% de ocupação).

51 em enfermaria (60% de ocupação).

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Pandemia

Covid-19 deixou 12 mil órfãos de até 6 anos no país, mostram cartórios

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Ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade no Brasil ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano.

Já 18,2% tinham um ano de idade; 18,2%, dois anos de idade; 14,5%, três anos; 11,4%, quatro anos; 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 7.645 cartórios de registro civil do país desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em todo o território nacional.

Os números obtidos pela Arpen-Brasil, entidade que representa os cartórios de registro civil do Brasil e administra o Portal da Transparência, mostram que 223 pais morreram antes do nascimento de seus filhos, enquanto 64 crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“A base de dados dos cartórios tem auxiliado constantemente os poderes públicos, os laboratórios e os institutos de pesquisas a dimensionar o tamanho da covid-19 em nosso país e o fato de termos esta parceria com a Receita Federal para a emissão do CPF na certidão de nascimento dos recém-nascidos nos permitiu chegar a este número parcial, mas já impactante”, disse, em nota, o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli.

Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, ao menos 774 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 168 cartórios de registro civil do estado.

Segundo o levantamento, no estado do Rio, 23 pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto cinco crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“As diversas parcerias firmadas pelo Registro Civil permitiram realizar esse levantamento, unindo a base de dados dos cartórios de registro civil, o que tem nos proporcionado dimensionar o tamanho do impacto da covid-19 no Rio de Janeiro. O resultado de levantamentos como esse indica caminhos para que os poderes públicos possam ser mais assertivos na resolução de questões que envolvem a cidadania e a dignidade daqueles que ficaram órfãos”, afirmou o presidente da Arpen/RJ, Humberto Costa.

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Brasil & Mundo

Brasil tem menor média móvel de mortes na pandemia

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Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos seis meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% – tendência que se acumula desde junho.

O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.

“Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

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Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.

“Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.

O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.

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