Prefeitura divulga incidência de casos de coronavírus

A partir dos registros feitos pela Vigilância Epidemiológica, o Observatório de Segurança Pública divulgou novo levantamento sobre a incidência de casos confirmados de coronavírus relativo até 10 de dezembro, quando havia 11.740 moradores positivos em Pelotas.

Desse total 56,9% eram mulheres e 43,1% homens.

Das oito regiões apontadas nos dados, o Fragata é a área com maior incidência de confirmações, totalizando 23%.

As Três Vendas apresenta 21,2% dos infectados e o Areal – 20,11%. Estas são as três regiões com maior prevalência de moradores atingidos pelo coronavírus.

No levantamento as demais regiões apresentam os seguintes percentuais relativos a pessoas positivadas:

  • Centro – 18,1%;
  • São Gonçalo – 8,6%;
  • Laranjal – 4,8%;
  • Colônia- 1,6%; e,
  • Barragem – 1,0%.

A área do São Gonçalo teve acréscimo de 0,3% nos casos na comparação com o levantamento realizado na semana anterior. O item relativo a pessoas que não informaram dados representa 1,6% do total.

1 thought on “Prefeitura divulga incidência de casos de coronavírus

  1. Quem recorrer ao site medicospelavidacovid19.com.br – que lista
    os médicos adeptos do tratamento precoce com o uso dos recursos farmacológicos disponíveis -, e buscar a lista de médicos no RS, encontrará apenas uma médica com telefone de código de área 53. Certamente esse fator, aliado à insalubridade da região, ajuda a explicar o aumento de mortes por Covid-19.

    Houve um tempo em que a medicina recorria a todas as armas disponíveis no combate às enfermidades. Na atualidade, infelizmente, a medicina cruzou os braços à espera da solução perfeita e abandonou os pacientes. Escapa uma minoria de valentes médicos que, mesmo com risco de serem enxovalhados por seus próprios pares, antes de defenderem sua própria biografia defendem a continuidade da biografia dos pacientes.

    Com isso, não estou desmerecendo a necessidade de cuidados pela própria população, como o saudável distanciamento, a higiene das mãos — e do corpo inteiro –, das máscaras — e de roupas (nem todos as têm nas condições que seriam adequadas – a economia individual, familiar e regional também pesa).

    Mas é desolador saber que a maioria dos médicos nega-se a prestar ajuda atual a sistemas imunológicos sempre em alguma forma debilitados da maioria dos brasileiros, remetendo-os à sorte futura num respirador, ou à uma vacina futura, que quanto rápida venha menos garantia de perfeição é, e que poderá ser tardia para o joão ou a maria que sofrem hoje os espinhos do corona.

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