Município muda protocolo para atender pacientes com síndromes gripais

Na manhã desta quarta-feira (6), a prefeitura adotou novo protocolo de atendimento às pessoas com síndromes gripais. A medida alinha as ações em todas as unidades, desde o acolhimento até o encaminhamento dos pacientes.

Todas as pessoas que procurarem as UBSs, no turno da manhã, deverão ser acolhidas, independentemente de morar ou não no território de abrangência daquela unidade, para que a avaliação seja a mais precoce possível e evite que o usuário busque mais de um serviço para ser atendido.

No momento do atendimento, será feita a Classificação de Risco e Conduta, por um profissional de nível superior – médico, enfermeiro ou odontólogo capacitados –, que também pode assinar os termos de isolamento, com valor de atestado para dispensa do trabalho.

Mais segurança aos profissionais

De acordo com a enfermeira do Núcleo Municipal de Educação em Saúde Coletiva, Luciana Nunes Soares, o protocolo tem como objetivo oferecer mais segurança aos profissionais que fazem a estratificação de risco. Ela enfatiza que, após a assinatura do termo, o usuário precisa cumprir o isolamento, sob pena de responder judicialmente por colocar outras pessoas em risco, como determina a Lei Federal nº 6.259/1975, que dispõe sobre as ações da Vigilância Epidemiológica.

O atendimento a pacientes que apresentarem sintomas gripais deverá ser realizado pela manhã, com posterior higienização do espaço, para que os demais usuários sejam atendidos à tarde.

Classificação

Segundo os novos protocolos estabelecidos pela SMS, o encaminhamento do usuário dependerá da seguinte classificação e sintomas ao chegar em uma unidade de saúde:

– caso leve (verde) – febre igual ou superior a 37,8º há menos de 48h, coriza, dor de garganta e/ou mal-estar momentâneo, o paciente retorna para casa e será monitorado, por telefone, a cada 48h;

– caso moderado (amarelo)- febre há mais de 48 horas, além de oximetria acima de 93%, tosse, dor de garganta, o paciente receberá orientações gerais, avaliado por médico. Caso não haja médico disponível na Unidade, será encaminhado para a UPA Areal ou Centro Covid, e acompanhado, por telefone, a cada 24 horas; e,

– caso grave (vermelho): febre há mais de 48 horas, oximetria abaixo de 93%, esforço respiratório e/ou cianose (pele arroxeada), tosse, dor de garganta, o paciente será orientado pela equipe e encaminhado, imediatamente, para a UPA Areal ou Centro Covid.

Outros itens deverão ser observados para a classificação dos casos de crianças e idosos. Em relação a crianças, também devem ser consideradas obstruções nasais e, nos idosos, agravamentos como síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

2 thoughts on “Município muda protocolo para atender pacientes com síndromes gripais

  1. Esperar q alguém cumpra o isolamento por t assinado um termo d responsabilidade é o mesmo q acreditar q uma medida cautelar impede uma mulher d ser agredida e/ou morta pelo ex !

  2. Só quero saber como vão responsabilizar alguém? Existe um sistema integrado d informação dos positivados para q em caso d abordagem d rotina o agente possa identificar o irresponsável e aplicar d fato as sanções vigentes?
    Até onde sei os casos positivos ñ podem ser ” nomeados ” e com isso muitos q saem d uma UBS com recomendações d isolamento debocham dos profissionais da saúde colocando inúmeras pessoas em risco ao desfilarem na rua espalhando essa droga com plena certeza d impunidade.

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