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Brasil & Mundo

Bibo vai representar contra Hallal, pleiteando demissões na UFPel

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Em entrevista à Rádio Guaíba no começo da tarde desta segunda-feira (11), o deputado federal Bibo Nunes, do PSL/RS, disse que vai representar em três instâncias contra Pedro Hallal, ex-reitor da UFPel, por declarações a respeito do presidente Bolsonaro e pelo anúncio de que a Universidade terá uma gestão “com dois reitores”, a nomeada, Isabela Andrade, e o eleito pela comunidade acadêmica, mas não escolhido por Bolsonaro, Paulo Ferreira.

Em live da Universidade, Hallal chamou o presidente de “desprezível”. Afirmou que “ele não manda na UFPel”. Disse ainda: “Aqui, não! O sr. não vai ter sossego na UFPel. Na UFPel, quem manda é a comunidade”. Na live, Hallal falou ainda que a Universidade terá dois reitores, Isabela e Paulo, gerindo juntos. embora a nomeada sendo a reitora de fato e de direito.

Para Bibo, Pedro pregou a desobediência civil. “O senhor se prepare. Ou então se antecipe e peça demissão”, falou. Bibo disse que está pedindo ainda a demissão de Isabela e de Paulo, “por conivência com Pedro”.

O deputado falou que vai apresentar as representações em três instâncias:

Ao ministro da Justiça, por crime contra a honra do presidente;

À Corregedoria Geral da União, para apuração de falta funcional e eventual demissão;

Ao MPF, para apuração de eventual improbidade administrativa e eventual perda da função publica a bem do serviço público.

Segundo Bibo, o Estatuto do Funcionário Público, nos artigos 117 e 132, prevê punições por “atos de insubordinação e desapreço”.

Abaixo, a entrevista de Nunes à Guaíba. Pedro Hallal também é ouvido.

Em dois momentos: a partir do 38º minuto e, depois, a partir de 1h22min.

2 Comments

2 Comments

  1. Inês Amanda Streit

    13/01/21 at 00:50

    O radialista da Guaiba que “conduziu” a reportagem deveria manter a neutralidade….

    Não generalizando, mas o jornalismo deveria honrar o seu juramento de compromisso com a verdade…

    Sinto muito mesmo

  2. Alarico

    12/01/21 at 09:11

    A demissão do Professor Pedro Hallal a bem do Serviço Público, não é provável, mas é possível. A sua manifestação no último dia de mandato enquadra-se perfeitamente em dois incisos do Art. 132 do RJU: V – incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição –
    e VI – insubordinação grave em serviço. Rábulas em prontidão.

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Brasil & Mundo

Doria diz que, eleito, privatizará Banco do Brasil e Petrobras

“Sou a favor da privatização, não para fazer do monopólio público um monopólio privado”

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O candidato nas prévias do PSDB para disputar a eleição de 2022 e atual governador de São Paulo, João Doria, disse que, se for eleito, pretende privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras. A entrevista foi concedida ao jornal Correio Braziliense.

“Sou a favor da privatização, não para fazer do monopólio público um monopólio privado, e sim uma modelagem que permita à Petrobras ser dividida em várias empresas e ser colocada em leilão internacional na Bolsa de Valores do Brasil. É o mesmo modelo que os Estados Unidos seguiram (…). Se eu vencer, o Banco do Brasil será privatizado. Tem bons profissionais e boa estrutura. Mas não há necessidade de termos dois bancos (a Caixa e o BB). Já o BNDES, não. Pode ser readequado, para que cumpra efetivamente o papel de banco de desenvolvimento econômico e social, principalmente, das micro, pequenas e médias empresas. E que ele passe a ser um regulador.”

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Brasil & Mundo

Pela 1ª vez Face e Insta derrubam live em que Bolsonaro associou Aids à vacina da Covid

O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram

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Na noite deste domingo (24), o Facebook derrubou a live semanal de Jair Bolsonaro transmitida na última quinta-feira (21). O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram.

De acordo com a empresa, o motivo para a exclusão foram as políticas relacionadas à vacina da Covid-19. “Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas”, informa a Folha.

Bolsonaro afirmou durante live em 21 de outubro que “vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]”. Ele leu uma notícia falsa alertando para o suposto perigo. 

Médicos afirmam que a associação entre a vacina contra o coronavírus e a transmissão do HIV, o vírus da Aids, é falsa e inexistente.

Esta é a primeira vez que a empresa remove uma live semanal de Jair Bolsonaro. 

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Para entender a polêmica do “furo no teto” e o Auxílio Brasil

O mais provável é que o governo emita divida para bancar o Auxílio

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O presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes vão usar dinheiro do orçamento (receitas acima do esperado) ou vão emitir dívida, um dos dois, para bancar o Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família. O novo benefício social prevê pagamento mensal de R$ 400, maior que o programa anterior, e vem sendo considerado uma jogada de Bolsonaro, que, em queda de popularidade, estaria pensando na eleição de 2022.

O Congresso pode autorizar o furo no teto. Vai fazê-lo. Afinal, o Centrão quer.

O mais provável é que o governo emita divida para bancar o Auxílio, não se sabe ao certo o que farão. O governo tem uma despesa que não consegue cobrir com receita de impostos. Então ele oferece títulos do governo (emite dívida), que pagam juros, para pessoas que têm dinheiro guardado e aceitam emprestar ao governo.

Problema

Existe um problema porque – com o Auxílio – ocorre o crowding out. Ou seja, esse dinheiro guardado, que poderia ser emprestado para pessoas e empresas privadas usarem de acordo com leis de mercado, passa a ser usado pelo governo. Os liberais não gostam disso porque o gasto do governo é menos eficiente. Fica menos dinheiro para ser usado pelo setor privado. Por exemplo: menos dinheiro para interessados em adquirir imóveis por financiamento.

Quando o governo aumenta sua dívida, faz crowding out = colocar um monte de gente para fora. É o termo para essa ação do governo, de tomar empréstimos no mercado, ter um déficit alto, ocupando um espaço que poderia ser usado pelo setor privado. Em vez de ser usado pelo setor privado, os recursos do setor privado são emprestados para o governo gastar, obviamente dentro das práticas de setor público, que não são as de mercado. É o que vai ocorrer agora…

Vão dar dinheiro para quem não fez por onde ganhar esse dinheiro. Mal comparando com um parêntese (é como Chaplin = arte desenvolvida dentro das regras de mercado versus Procultura, Lei Rouanet, LIC = crowding out. Depois de nove meses, é só ver o resultado: Hollywood x Ancine, Agência Nacional de Cinema).

Emitir dívida fura teto

De qualquer maneira, emitir dívida fura o teto de gastos, que é uma lei que prevê o limite de gastos do governo, independente de ter ou não verba de impostos, buscando controlar a dívida pública, que cresceu muito nos últimos anos. A lei do teto é para dar tempo de a receita crescer, o PIB crescer e, daqui a algum tempo, a relação dívida/PIB diminuir para um percentual mais baixo. Se não, quando a receita de impostos aumenta, o governo vai gastando, gastando, sem diminuir essa relação dívida pública/PIB.

Inflação mundial

Está ocorrendo inflação mundial por causa dos efeitos da pandemia. Houve redução da oferta mundial por causa das paralisações. Agora está acontecendo uma recuperação abrupta com reposição de estoques mundial, o que a produção está com dificuldade de atender. Por isso, aumento mundial de preços, falta de mão de obra em países desenvolvidos etc.

O dinheiro do Auxílio será todo gasto em consumo pelo povão. Vai aquecer a economia e sancionar os aumentos de preço. Mas não vai ser o que gerou a inflação. A inflação já está aí. Vai dar um empurrãozinho nessa inflação.

Imprimir dinheiro demais, um perigo!

O governo sempre está imprimindo algum dinheiro, mas eles têm que calibrar a quantidade emitida de acordo com a demanda do público por dinheiro. Se as pessoas querem mais dinheiro para gastar ou guardar como reserva, imprime. Se imprimir mais que isso, ocorre inflação. Se imprime de menos, deflação.

Nos EUA, como o dólar é a moeda de reserva mundial (todo o mundo quer dólares para guardar), eles podem imprimir muitos dólares. Mas eles também têm que calibrar a emissão com a demanda mundial por dólares, para manter o valor da moeda. Porque os que guardam dólar gostam dele justamente por isso: não perde valor por décadas. Pode-se guardar dólares no cofre como segurança. Para usar em uma emergência: mantém valor e é fácil de vender. Todo mundo aceita.

A hiperinflação ou superinflação ocorrem quando o governo não consegue pagar suas despesas com receitas de impostos ou emitindo dívida. Ele só consegue emitindo moeda. Então emite muito mais moeda, continuamente, para pagar as despesas, muito acima da demanda por moeda do público. O dinheiro do país se desvaloriza e perde a qualidade de moeda de reserva (todo mundo recebe e quer se desfazer do dinheiro o mais rápido possível). A moeda estrangeira (dólar, libra) vira a moeda de reserva preferida.

***

A política fiscal pode não afetar a economia tão fortemente como previsto pelo multiplicador. Um aumento nos gastos do governo causa um aumento nas taxas de juros. Uma alta da taxa de juros reduz os gastos com investimento. Essa redução na demanda, que é resultante de uma política fiscal que aumenta a taxa de juros, é chamada de efeito deslocamento (crowding-out). O efeito deslocamento tende a compensar os impactos que ocorrem na demanda agregada.

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