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Brasil & Mundo

Reitores eleitos e não empossados lançam Carta Aberta em defesa da democracia

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O reitor eleito da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), atual pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Paulo Ferreira Júnior, é um dos integrantes do grupo de 20 reitores e diretores eleitos e não empossados das instituições de ensino superior. Dentre as ações do coletivo está a Carta Aberta “A Democracia Precisa Prevalecer”.

A chamada Frente de Articulação para Nomeação dos Reitores Eleitos tem a participação, além dos dirigentes escolhidos por suas comunidades, de entidades como Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituição Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes) e União Nacional dos Estudantes (UNE).

Nesta quarta-feira (27), o grupo esteve reunido com o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Luiz Viana, que lidera a Comissão Especial de Defesa da Autonomia Universitária.

A Comissão foi criada em conjunto com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e trabalha em conjunto com as Universidades Federais.

O encontro teve a intenção de oportunizar que os integrantes da Frente conhecessem mais detalhadamente as ações judiciais que estão em curso: uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), que defendem a nomeação do indicado mais votado das listas tríplices para os cargos de reitor e diretor das instituições federais de ensino superior.

A reunião também objetivou esclarecer de que maneiras o grupo pode atuar junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), de forma legítima, em relação a essas ações.

2 Comments

2 Comments

  1. Alarico

    29/01/21 at 09:13

    A reivindicação dos “preteridos” é ambígua e contraditória. Defender a posse dos “mais votados” é legitimo; mas não se pode misturar tal postulação à defesa da democracia. Defender a democracia significa defender a Lei. E a lei determina que as universidades públicas elejam “os membros da lista tríplice”, para que dela seja escolhido um nome, presumivelmente o nome que melhor atenda aos objetivos estratégicos do país (e não o interesse dos sindicatos). Defender a democracia é defender a instituição contra a “privatização” das universidades por grupos de interesse que delas se apropriam, para geri-las como se fossem propriedade sua. Ou se defende uma coisa, ou a outra; o que não dá é para ficar dos dois lados do balcão.

  2. Ricardo

    28/01/21 at 19:12

    Nas Universidades privadas, o Reitor pode ser escolhido pela Comunidade Acadêmica, sem qualquer problema. As Universidades Públicas, ao contrário, pertencem ao povo brasileiro e os Reitores devem ser empossados de acordo com as determinações legais. Os Reitores das Universidades Federais Brasileiras são nomeados pelo Presidente da República. Está previsto em Lei. A democracia prevalece quando a Lei é respeitada.

Obrigado por participar. Comentários podem ser rejeitados ou ter a redação moderada. Escreva com civilidade, por favor. Abç.

Brasil & Mundo

Nota conjunta de Instituições do RS sobre a situação em áreas Kaingang

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As universidades e os institutos federais gaúchos vêm a público apontar a violência que está ocorrendo em áreas Kaingang no Rio Grande do Sul, a qual tem envolvido também estudantes de nossas instituições.

Temos relatos de perseguição, tortura e mortes nas terras indígenas de Serrinha, motivados por arrendamentos ilegais. É necessário que respeitemos os povos indígenas, suas culturas e modos de viver, e que possamos nos unir por melhores condições de vida em um planeta ameaçado tanto do ponto de vista ambiental quanto das relações sociais.

Enquanto instituições formadoras de pessoas e profissionais, é nossa responsabilidade defender os direitos humanos, culturais, sociais e de vida digna.

Nesse sentido, esperamos que as instituições competentes enfrentem essa dura realidade, coibindo o arrendamento ilegal de terras indígenas, causa principal para essa escalada de violência na região, evitando mais tragédias e sofrimento.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha – IFFAR
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – IFRS
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense – IFSul
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS
Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre – UFCSPA
Universidade Federal do Rio Grande – FURG
Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
Universidade Federal de Pelotas – UFPel
Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA

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Autor de livro sobre Marielle é assassinado no Rio

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O escritor e capoeirista Leuvis Manuel Olivero, de 38 anos, foi assassinado enquanto caminhava na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele era autor de 11 livros, um deles sobre Marielle Franco. Segundo testemunhas, os tiros que balearam Leuvis partiram de um carro em movimento. O crime ocorreu no dia 10 de outubro. A polícia ainda não sabe a motivação do homicídio.

Além de homenagear Marielle, Leuvis aponta, no seu livro, a relação das milícias cariocas com o assassinato da ex-vereadora e do motorista Anderson Gomes. Segundo a rádio Band News, outra das suas 11 publicações critica o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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Bolsonaro prepara auxílio emergencial de R$ 400

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O governo federal decidiu que o valor do Auxílio Brasil passará de R$ 189, em média, para R$ 400, e contemplará 17 milhões de famílias, de dezembro deste ano a dezembro do ano que vem.

De acordo com a CNN Brasil, o governo deve anunciar a mudança nesta terça-feira (19).

Parte desse valor será pago com recursos do atual Bolsa Família e parte será um auxílio temporário. Serão gastos R$ 84 bilhões, sendo R$ 34,7 bilhões do orçamento do Bolsa Família e mais R$ 50 bilhões do auxílio temporário.

Com o reajuste, Jair Bolsonaro pretende conter a sua alta rejeição nas pesquisas de intenções de votos. 

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