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Pandemia

Covid: Pelotas registra uma nova morte e 161 infectados

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Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou, nesta segunda-feira (24), mais uma morte provocada pela Covid-19 em Pelotas. O óbito refere-se a:

– homem de 51 anos internado na Santa Casa de Pelotas.

Com esse registro, o Município contabiliza 802 mortes.

Novos casos

A SMS também confirmou, nesta segunda-feira, 161 novos casos de coronavírus. Os positivos têm idades entre dez meses e 84 anos.

Pelotas já soma 35.606 pessoas contaminadas pelo vírus. Desse total, 33.092 são consideradas recuperadas e 1.712 estão em isolamento, além de 802 óbitos.

A SMS aguarda os resultados de 305 exames que estão no Lacen/RS, na Unidade de Diagnóstico Molecular Covid-19 HE/UFPel e, também, em análise pelo programa Testar RS.

Até as 12h desta segunda-feira, 146 pacientes estavam hospitalizados. Trata-se de casos de moradores de Pelotas, internados no Município e transferidos para outras cidades, além de residentes de outras localidades. Desse total, 60 estão em leitos de UTI.

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Especial

Pelotas tem mais dois mortos por covid e 136 infectados

75,8% dos leitos de UTI estão ocupados

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Pelotas registrou duas mortes por covid nesta terça, 26.

Mulher de 57 anos e mulher de 79. Até aqui 1.179 pessoas morreram da doença na cidade.

Pelotas registrou ainda 136 novos infectados nas últimas 24 horas, pessoas com idades entre seis meses e 95 anos. Até hoje 48.147 se contaminaram na cidade.

63 pacientes estão internados (53,4% de ocupação).

25 em leitos de UTI, 75,8% de ocupação.

38 em enfermaria, 44,7% de ocupação.

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Brasil & Mundo

Covid-19: mais de 18 milhões estão com segunda dose da vacina atrasada

Segundo o Ministério, o resultado é preocupante – mesmo considerando que, na última semana, este número caiu 10%, baixando de 20 milhões de pessoas cuja segunda dose da vacina estava atrasada, para os atuais 18 milhões

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Mais de 18 milhões de brasileiros que já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19 para completar o ciclo de imunização estabelecido pelas autoridades sanitárias ainda não o fizeram.

Segundo o Ministério da Saúde, o resultado é preocupante – mesmo considerando que, na última semana, este número caiu 10%, baixando de 20 milhões de pessoas cuja segunda dose da vacina estava atrasada, para os atuais 18 milhões.

Em nota, a pasta enfatizou que, para obter a máxima proteção oferecida pelos imunizantes, é preciso tomar as duas doses da vacina.

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“A recomendação da pasta é para que os brasileiros completem o ciclo vacinal mesmo se o prazo para a segunda dose estiver atrasado. No caso das vacinas da Pfizer e da Astrazeneca, o intervalo é de oito semanas. Já para a CoronaVac, a segunda dose deve ser aplicada 4 semanas após a primeira”, acrescentou o ministério, na nota.

O Ministério da Saúde distribuiu mais de 320 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para estados e municípios. Destas, 270 milhões foram aplicadas. A primeira dose foi aplicada em 153,8 milhões de brasileiros. Pouco mais de 116,1 milhões de pessoas receberam a segunda dose ou dose única e 6 milhões a dose adicional ou de reforço.

Por meio da nota ministerial, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, enfatizou que a ocorrência de novos casos e de mortes em consequência da doença vêm caindo graças “à ampla campanha de vacinação”.

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“Mesmo com um cenário mais tranquilo, com queda no número de casos, óbitos e internações, não dá para relaxar nessa hora. Todos sabemos que só com a segunda dose é que garantimos a máxima proteção contra a doença. Precisamos vencer o vírus. E uma das formas de vencê-lo é vacinar toda a população brasileira”, mencionou Queiroga, citando que a média móvel de casos caiu 85,4% entre abril deste ano e ontem (25), enquanto a média móvel de mortes diminuiu 88,9%.

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Especial

Comitê Covid-19 UFPel alerta para piora de cenário da pandemia em Pelotas

Após um período de considerável queda no número de casos e internações, ocorreu uma subida nesses índices nos últimos dias

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O Comitê Interno para Acompanhamento da Evolução da Pandemia da Covid-19 da Universidade Federal de Pelotas divulgou, nesta terça-feira (26), nota técnica na qual alerta para uma piora no cenário da pandemia causada pelo coronavírus na região de Pelotas (leia no final).

O grupo destaca que, após um período de considerável queda no número de casos e internações, ocorreu uma subida nesses índices nos últimos dias, culminando, também, no maior contingente de mortes em sete semanas.

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Foram visualizados, além disso, problemas na adesão às recomendações da Vigilância Epidemiológica e uma falta de cuidado no diagnóstico da rede de contatos dos contaminados. Agrava a situação, de outra forma, o relaxamento das medidas de distanciamento social.

Por isso, o Comitê Covid-19 recomenda que, além da adesão em massa na vacinação contra a doença, devem ser mantidas as atitudes de distanciamento, uso de máscaras e higiene.

Mais detalhes podem ser vistos no texto completo, disponível a seguir: 

Nota técnica: Cenário Covid-19 em Pelotas

Pelotas, 26 de outubro de 2021

O Comitê UFPel Covid-19, vem por meio de nota técnica alertar para a mudança do cenário da epidemia de Covid-19 em Pelotas e chamar atenção para questões importantes sobre medidas de proteção e controle da doença.

Depois de uma queda consistente no número de casos, desde o dia 22 de setembro Pelotas está com o número de casos em elevação, registrando 176 casos novos por 100.000 habitantes na semana passada (SE 42), o que corresponde a um cenário de alta transmissão (Gráfico 1). Pelotas apresentou também 9 óbitos, sendo o maior número nas últimas 7 semanas. Em 24 de outubro de 2021, 54 pessoas estavam internadas em enfermaria e 27 em UTI covid-19. O número de pessoas internadas em UTI é o maior desde 31 de agosto. (Gráfico 2).

O aumento do número de casos e óbitos, acompanhado de aumento nas internações em enfermaria e UTI sugere que, para além de um eventual aumento da testagem e liberação de casos represados, há efetiva piora da epidemia em Pelotas.

 Tem havido muitos relatados de problemas na adesão às recomendações do Guia de Vigilância Epidemiológica, resultando em insuficiente rastreamento de contatos e falta ou realização por período insuficiente do isolamento de casos e contatos. Orientações insuficientes ou equivocadas sobre quem deve ser considerado contato próximo ou sobre o período necessário de isolamento, falta de atestado médico ou atestado médico por período insuficiente, falta de clareza sobre a necessidade de esperar 24 horas de remissão dos sintomas respiratórios e da febre para retornar as atividades são alguns dos motivos que fazem com que tenhamos circulação de pessoas que estão em período de transmissão da doença.

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Quanto à vacinação, o Painel Covid-19 parou de divulgar o percentual da população total vacinada mas, considerando o número absoluto informado, estimamos que em torno de 54% da população realizou as duas doses da vacina ou a vacina de dose única. O avanço rápido da vacinação é muito importante principalmente diante da possibilidade da chegada e disseminação da variante delta, para qual, somente duas doses das vacinas disponíveis pode conferir boa proteção contra casos graves de covid-19. Para isso, é necessário que o município acelere o ritmo de vacinação e que também comece a vacinar os adolescentes de 12 e 13 anos como outros municípios já estão fazendo.

Nesta situação em que houve grande retorno às atividades presenciais, é fundamental a adequada vigilância epidemiológica, o avanço da vacinação, a ventilação dos ambientes, a manutenção do distanciamento, do uso de máscaras de boa qualidade e das medidas de higiene. É importante destacar que essas medidas devem ser praticadas por todos, inclusive aqueles que já foram vacinados ou que já foram diagnosticados com covid-19. As autoridades e a própria população devem fiscalizar o cumprimento das medidas de prevenção em todos os ambientes, inclusive nas escolas, no trabalho e no transporte público.

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