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Pandemia

Aplicação da 2ª dose para grupos prioritários começa nesta terça-feira

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Começa nesta terça-feira (20), a antecipação da 2ª dose das vacinas Astrazeneca e Pfizer, que protegem contra a Covid-19. O adiantamento ocorreu após uma determinação da resolução 190/21 da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/RS). O objetivo é garantir melhor resposta imune em decorrência da suspeita de casos da variante Delta no RS. 

Em Pelotas, a Prefeitura preparou um cronograma para organizar a imunização de todos os públicos que devem comparecer para concluir o esquema vacinal. Confira como será a organização:

– Deficientes permanentes com BPC e pessoas com comorbidades

Os portadores de deficiência permanente, que recebem Benefício de Prestação Continuada (BPC) e pessoas com as comorbidades definidas pelo Plano Estadual de Vacinação, com idades entre 59 a 54 anos, além de pacientes com doença renal crônica e Síndrome de Down de 18 a 59 anos, que fizeram a 1ª dose da vacina em drive-thrus, no Centro de Eventos, nos dias 6, 7 e 10 de maio, deverão receber o complemento do imunizante na terça-feira (20), nos pavilhões da Fenadoce. Já quem faz parte deste grupo e foi vacinado nos dias 11 e 12 de maio, nos bairros, deverá comparecer no dia 23 de julho (sexta-feira), nos sete pontos de aplicação definidos pelo Município.

Já os deficientes permanentes com BPC e pessoas com comorbidades definidas pelo Plano Estadual de Vacinação, com idades entre 59 a 40 anos, que foram vacinados com a 1ª dose nos dias 11 e 12 de maio, nos drives, deverão receber a 2ª dose no dia 21 (quarta-feira). As pessoas desse público que fizeram a vacinação nos bairros, em 13 e 14 de maio, devem procurar os locais de imunização no dia 26 de julho (segunda-feira). 

– Profissionais da área da saúde

Outro grupo que deve proceder a aplicação da 2ª dose para imunização completa é o de profissionais da área da saúde, com registro em Conselho de Classe, que realizaram a 1ª dose 

nos dias 28 e 29 de abril. Esse grupo deve comparecer na terça-feira (20), ao Campus Pelotas do IFSul, para receber o complemento.

– HIV e Aids

As pessoas que possuem HIV/Aids, tem entre 59 e 54 anos e receberam a 1ª dose da proteção nos dias 11 e 12 de maio, devem procurar o Serviço de Assistência Especializada (SAE), onde já realizam seu tratamento, para fazer a segunda parte da vacina, na no dia 22 de julho (quinta-feira), das 9 às 17h.

Confira como fica o cronograma:

Drive-thru

Centro de Eventos, das 9 às 17h – com entrada pela avenida Pinheiro Machado

20/7 (terça-feira) – 2ª dose para:

*Deficientes permanentes com BPC, de 59 a 54 anos;

*Pessoas com comorbidades definidas, de 59 a 54 anos;

*Paciente com Doença Renal Crônica Renal, de 18 a 59 anos; 

* Pessoas com Síndrome de Down, de 18 a 59 anos. 

21/7 (quarta-feira) -2ª dose para:

*Deficientes permanentes com BPC, de 59 a 40 anos; e

*Pessoas com comorbidades definidas, de 59 a 40 anos.

IFSul

Campus Pelotas, das 9 às 17h, Praça 20 de Setembro.

20/7 (terça-feira) – 2ª dose para:

*Profissionais da Saúde com registro em conselho de classe.

Serviço de Assistência Especializada (SAE), das 9h às 17h

22/07 (quinta-feira) – 2ª dose para:

*Pessoas com HIV e Aids, de 59 a 40 anos.

Bairros – das 10 às 15h

23/07 (sexta-feira) – 2ª dose para:

*Deficientes permanentes com BPC, de 59 a 54 anos;

*Pessoas com comorbidades definidas, de 59 a 54 anos;

*Paciente com Doença Renal Crônica Renal, de 18 a 59 anos; 

* Pessoas com Síndrome de Down, de 18/59 anos. 

26/07 (segunda-feira) – 2ª dose para:

*Deficientes permanentes com BPC, de 59 a 40 anos;

*Pessoas com comorbidades definidas, de 59 a 40 anos;

Veja os documentos necessários para a 2ª dose

– Carteira de Vacinação, para comprovar a 1ª dose; e

– Documento de identidade.  

Para agilizar o processo de imunização, nos drive-thrus e nos pontos dos bairros, a Prefeitura disponibiliza, no hotsite do coronavírus, o comprovante de vacinação. As pessoas que irão se vacinar podem levar o documento impresso, com as informações pessoais preenchidas. No entanto, a SMS esclarece que levar o comprovante preenchido não é uma obrigação, mas uma maneira de facilitar o trabalho e diminuir o tempo de espera durante o processo. 

Endereços dos pontos de vacinação nos bairros

– Pelotas Parque Tecnológico – avenida Domingos de Almeida, 1.785 – Areal

– Colégio Pelotense – Ginásio, entrada pela avenida Bento Gonçalves – Centro

– União Gaúcha – avenida Engenheiro Ildefonso Simões Lopes, 531 – Cohab Tablada

– CTG Os Farrapos – rua Raul Pompeia, 1.400 – Santa Terezinha

– Associação Rural – Casa da Amizade, avenida Fernando Osório, 1.754 – Três Vendas

– Comunidade Católica Nossa Senhora de Lourdes – salão da igreja, avenida Amazonas, 515 – Balneário dos Prazeres

– Paróquia São José – avenida Duque de Caxias, 520 – Fragata

SMS alerta

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que é preciso aguardar o intervalo mínimo de 14 dias entre a aplicação da vacina contra a Covid-19 e qualquer outra do esquema vacinal, incluindo a que protege da gripe, para garantir a imunização correta.

Além disso, as pessoas que apresentarem sintomas gripais não devem comparecer na data marcada. O mesmo vale para quem tiver positivado para o coronavírus. É preciso aguardar 30 dias do início dos sintomas para receber a aplicação.

Lista de comorbidades definidas pelo Plano Estadual de Vacinação

Abaixo, estão listadas as comorbidades incluídas nos grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19 e suas descrições de acordo com o Plano Estadual de Imunização.

– Diabetes Mellitus (DM): diagnóstico de Diabetes Mellitus

– Pneumopatia crônica grave: DPOC, Fibrose cística, fibrose pulmonar, pneumoconioses, displasia broncopulmonar ou asma grave (uso recorrente de corticóide sistêmico ou hospitalização por asma)

– HAS resistente: HAS não controlada com uso de três ou mais anti-hipertensivos em doses máximas ou HAS controlada com o uso de quatro classes de anti-hipertensivos

– HAS estágio 3: PA sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg

– HAS com lesão em órgão-alvo: HAS com lesão em órgão-alvo (coração, retina, rim, encéfalo, vasos)

– HAS associada à comorbidade: HAS em indivíduo com obesidade, cardiopatia hipertensiva (hipertrófica ou dilatada), apneia obstrutiva do sono, hiperlipidemia ou outra

– Insuficiência cardíaca (IC): IC estágios B, C ou D

– Cor pulmonale e Hipertensão pulmonar (HAP): diagnóstico de cor pulmonale crônico e HAP primária ou secundária

– Doença Arterial Coronariana (DAC): diagnóstico de DAC sem ou com complicações (exemplo: IAM)

– Valvulopatias cardíacas: lesões valvares com repercussão hemodinâmica, miocárdica ou com sintomas

– Prótese valvar: portador de prótese valvar biológica ou mecânica

– Miocardiopatias e Pericardiopatias: Miocardiopatia de qualquer etiologia, Pericardite crônica, Cardiopatia reumática

– Doenças de grandes vasos e fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções ou hematomas de aorta ou demais grandes vasos

– Arritmias Cardíacas: arritmia com relevância clínica (que exija tratamento) ou associada à cardiopatia

– Cardiopatia Congênita no adulto: cardiopatia congênita associada à: repercussão hemodinâmica, hipoxemia, IC, arritmia ou comprometimento miocárdico

– Doença Cerebrovascular: AVE ou AIT prévio, Demência vascular

– Doença Renal Crônica (DRC): DRC estágio 3 ou 4 (TGF<60ml/min/1,73m²) e/ou Sínd. Nefrótica

– Imunossupressão: transplantados em uso de imunossupressor, pessoas vivendo com HIV, imunodeficiências primárias, necessidade de uso crônico de corticoide em dose de Prednisona >10mg/dia (ou equivalente), pulsoterapia com corticoide ou ciclofosfamida

– Câncer: pacientes oncológicos com tratamento quimio ou radioterápicos atual ou nos últimos 6 meses ou portadores de neoplasias hematológicas

– Hemoglobinopatias graves: diagnóstico de anemia falciforme ou talassemia maior

– Obesidade grau 3: Índice de Massa Corporal ≥40kg/m²

– Cirrose Hepática: diagnóstico de cirrose hepática em qualquer estágio

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Pandemia

Covid: Pelotas registra dois mortos e 61 infectados nas últimas 24h

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Pelotas registrou mais duas mortes por covid-19 nesta segunda, 18, segundo o Painel Covid, da prefeitura. Pacientes de 72 e 89 anos.

Além disso, 61 pessoas testaram positivo para o vírus. 56 dos internados são de Pelotas, 20 de outros municípios.

Neste momento, 76 pessoas estão internadas (64,4% de ocupação de leitos).

20 em UTI, 60,6% de ocupação.

56 em enfermaria, 65,9% de ocupação.

Até hoje 47.363 pessoas testaram positivo para covid. E 1.166 perderam a vida.

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Pandemia

A partir desta 2ª, pelotense precisará de passaporte vacinal

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Nesta segunda-feira (18), começa a valer em Pelotas a exigência de apresentação do Passaporte Vacinal para ingresso e permanência em eventos e espaços de uso coletivo.

A partir desta data, os estabelecimentos do município devem solicitar o documento ao público que acessar esses espaços.

As regras em relação aos locais que passarão a cobrar a comprovação, além do calendário que estabelece a partir de quando a regra passa a valer, estão especificados no Decreto nº 6.478/2021, publicado pela Prefeitura em 7 de outubro.

Em Pelotas, para o ingresso e permanência no interior de estabelecimentos, eventos e todas as demais atividades e locais de uso coletivo, a comprovação da vacina poderá ser feita de duas maneiras: por meio da certificação emitida pela plataforma Conecte SUS ou pela apresentação da Carteira de Vacinação.

O principal comprovante é o Certificado Nacional de Vacinação – popularmente conhecido como Passaporte da Vacina –, que pode ser obtido através da plataforma Conecte SUS (https://conectesus.saude.gov.br/home) ou baixando o aplicativo para celular disponível aos sistemas iOS e Android.

Seja pelo Conecte SUS, seja pelo aplicativo mobile, o usuário deverá acessar a opção “Cidadão”, e realizar seu cadastro com dados pessoais. Em seguida, deve acessar a aba “Vacinas” e marcar as doses. Logo após, aparecerá o botão do ‘Certificado da vacinação’. O documento conterá os dados de identificação do usuário e da vacina, na frente, e um QR-Code para verificação no verso. Também é possível exportar o documento em PDF para armazená-lo ou imprimi-lo.

A comprovação também poderá ser feita com a apresentação da carteira/cartão de vacinação com a identificação da vacina recebida, lote e data de aplicação da primeira e/ou segunda dose, ou dose única, quando for o caso.

Quem encontrar problemas com relação aos dados durante a emissão do Certificado via plataforma Conecte SUS poderá contar com auxílio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para isso, será preciso enviar um e-mail com nome completo, CPF e foto da carteirinha de vacinação (frente e verso), além do telefone para contato, para o endereço eletrônico conectesuspelotas@gmail.com. Mais informações e orientações podem ser obtidas pelos telefones (53) 3284-7745, (53) 3284-7710 ou (53) 3284-7722.

O Decreto nº 6.478/2021 exige o passaporte vacinal para atividades como competições esportivas; eventos infantis, sociais e de entretenimento em buffets, casas de festas, casas de shows, casas noturnas, restaurantes, bares e similares; feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares; cinemas, teatros, auditórios, circos, casas de espetáculo e similares; além de parques temáticos, de aventura, de diversão, naturais, zoológicos e similares. O funcionamento estará condicionado à apresentação do comprovante tanto do público quanto dos trabalhadores.

Ainda conforme o Decreto, o comprovante de vacinação também passa a ser exigido aos estudantes que forem de fora da região Covid-19, da qual Pelotas faz parte (R21), e também para os alunos de outros estados brasileiros. Essa cobrança deverá ser feita pelos estabelecimentos de educação.Calendário

O comprovante vacinal será obrigatório a partir de 18 de outubro, conforme o calendário municipal de vacinação contra a Covid-19, seguindo a programação abaixo.

Maiores de 40 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 18/10

Entre 30 e 39 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 28/10

Entre 18 e 29 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 01/12

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Pandemia

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença

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Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

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