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Pandemia

Idosos de 70 anos ou mais e imunossuprimidos vão receber reforço

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Prefeitura anuncia a aplicação da terceira dose do imunizante contra a Covid-19 para idosos com 70 anos ou mais e para pessoas com imunossupressão. O reforço será aplicado na próxima quinta-feira, dia 23, no drive-thru da vacinação, no Centro de Eventos, e no dia 27, segunda-feira, nos quatro pontos nos bairros da cidade.

Para as pessoas com 70 anos ou mais, será necessário apresentar documento de identidade e carteirinha de vacinação, a fim de comprovar as duas doses ou a dose única, ou seja, o esquema vacinal completo. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ressalta que o intervalo entre a imunização completa e a dose de reforço deve ser de seis meses da 2ª dose para esse grupo.

Já os imunossuprimidos deverão levar um novo atestado padrão, confeccionado pela Prefeitura, que estará disponível no site do coronavírus. Esse atestado é mais específico, ou seja, é diferente daquele exigido para a primeira dose de comorbidades. Para emitir o documento, os pacientes devem se deslocar até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou algum outro serviço de saúde. A esse grupo, a SMS orienta que o intervalo entre a 2ª ou a dose única, e a dose de reforço (3º dose), seja de 28 dias.

Fique atento às datas:

Drive-thru – das 9h às 17h

Centro de Eventos (com entrada pela avenida Pinheiro Machado)

– Quinta-feira (23) – 3ª dose para idosos com 70 anos ou mais e para pessoas com imunossupressão.

Bairros – das 10h às 15h

– Segunda-feira (27) – 3ª dose para idosos com 70 anos ou mais e para pessoas com imunossupressão.

Confira os endereços dos pontos nos bairros:

– Pelotas Parque Tecnológico – avenida Domingos de Almeida, 1.785 – Areal

– Colégio Pelotense – Ginásio, entrada pela avenida Bento Gonçalves – Centro

– Associação Rural – Casa da Amizade, avenida Fernando Osório, 1.754 – Três Vendas

– Paróquia São José, na avenida Duque de Caxias, 520, no Fragata.

Orientação para acamados

Para receber a dose de reforço contra o coronavírus, os idosos acamados com 70 anos ou mais não precisarão refazer o cadastro já feito anteriormente, pois os dados já estão no sistema da Secretaria Municipal de Saúde. A 3ª dose será, portanto, automática para aqueles que se enquadram no período de seis meses de intervalo do esquema vacinal completo, e a SMS fará contato com eles.

Aqueles idosos com 70 anos ou mais, que se enquadram no intervalo indicado, que receberam as vacinas nas ações da Prefeitura e, por algum motivo, passaram a ser acamados, deverão realizar o cadastro na plataforma, fornecendo suas informações e enviando um novo atestado, que pode ser aquele fornecido pelo Município ou outro indicando a sua condição.

Já as pessoas com imunossupressão acamadas também precisarão anexar um novo atestado, este fornecido pelo Município.

No site do coronavírus, disponibilizado pela Prefeitura, existirá a opção para a 3ª dose, que irá direcionar as pessoas, dependendo do caso.

Tipos de imunossupressão

Confira abaixo os tipos de imunossupressão e suas descrições, de acordo com a lista de comorbidades incluídas nos grupos prioritários para administração de dose de reforço contra a Covid-19:

– Imunodeficiência Primária Grave: doenças genéticas ou erros inatos da imunidade que cursam com imunodeficiência severa e predisposição a infecções de repetição

– Doença Renal Crônica (DRC) em hemodiálise: DRC avançada em que o paciente esteja em terapia substitutiva renal

– Imunossupressão associada ao HIV: diagnóstico de HIV ou SIDA e presença de CD4 < 200 céls/mm3

– Imunossupressão associada ao uso de corticoesteróides: uso de corticóide em doses equivalentes a ≥20 mg/dia de Prednisona ou equivalente, por ≥14 dias

– Quimioterapia para câncer: pacientes oncológicos com tratamento quimioterápico atual ou nos últimos 6 meses

– Transplante: indivíduos transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras

– Doenças imunomediadas inflamatórias crônicas e doença inflamatória intestinal: pessoas com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas, como doenças Reumatológicas e Doenças Inflamatórias autoimunes (Artrite Reumatoide, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Espondilite Anquilosante, Esclerose Sistêmica, Polimialgia Reumática, Vasculites, etc.) ou Doenças Inflamatórias Intestinas (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa)

– Uso de drogas modificadoras da resposta imune: uso crônico de, pelo menos, 1 das seguintes medicações: METOTREXATO, LEFLUNOMIDA, MICOFENOLATO DE MOFETILA, AZATIOPRINA, CICLOFOSFAMIDA, CICLOSPORINA, TACROLIMUS, 6-MERCAPTOPURINA BIOLÓGICOS EM GERAL (infliximabe, Etarnecept, Humira, Adalimumabe, Tocilizumabe, Canakinumabe, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacepte, Secukinumabe, Ustekinumabe), INIBIDORES DA JAK (Tofacitinibe, in, Upadacitibe).

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Pandemia

Covid: Pelotas registra dois mortos e 61 infectados nas últimas 24h

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Pelotas registrou mais duas mortes por covid-19 nesta segunda, 18, segundo o Painel Covid, da prefeitura. Pacientes de 72 e 89 anos.

Além disso, 61 pessoas testaram positivo para o vírus. 56 dos internados são de Pelotas, 20 de outros municípios.

Neste momento, 76 pessoas estão internadas (64,4% de ocupação de leitos).

20 em UTI, 60,6% de ocupação.

56 em enfermaria, 65,9% de ocupação.

Até hoje 47.363 pessoas testaram positivo para covid. E 1.166 perderam a vida.

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Pandemia

A partir desta 2ª, pelotense precisará de passaporte vacinal

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Nesta segunda-feira (18), começa a valer em Pelotas a exigência de apresentação do Passaporte Vacinal para ingresso e permanência em eventos e espaços de uso coletivo.

A partir desta data, os estabelecimentos do município devem solicitar o documento ao público que acessar esses espaços.

As regras em relação aos locais que passarão a cobrar a comprovação, além do calendário que estabelece a partir de quando a regra passa a valer, estão especificados no Decreto nº 6.478/2021, publicado pela Prefeitura em 7 de outubro.

Em Pelotas, para o ingresso e permanência no interior de estabelecimentos, eventos e todas as demais atividades e locais de uso coletivo, a comprovação da vacina poderá ser feita de duas maneiras: por meio da certificação emitida pela plataforma Conecte SUS ou pela apresentação da Carteira de Vacinação.

O principal comprovante é o Certificado Nacional de Vacinação – popularmente conhecido como Passaporte da Vacina –, que pode ser obtido através da plataforma Conecte SUS (https://conectesus.saude.gov.br/home) ou baixando o aplicativo para celular disponível aos sistemas iOS e Android.

Seja pelo Conecte SUS, seja pelo aplicativo mobile, o usuário deverá acessar a opção “Cidadão”, e realizar seu cadastro com dados pessoais. Em seguida, deve acessar a aba “Vacinas” e marcar as doses. Logo após, aparecerá o botão do ‘Certificado da vacinação’. O documento conterá os dados de identificação do usuário e da vacina, na frente, e um QR-Code para verificação no verso. Também é possível exportar o documento em PDF para armazená-lo ou imprimi-lo.

A comprovação também poderá ser feita com a apresentação da carteira/cartão de vacinação com a identificação da vacina recebida, lote e data de aplicação da primeira e/ou segunda dose, ou dose única, quando for o caso.

Quem encontrar problemas com relação aos dados durante a emissão do Certificado via plataforma Conecte SUS poderá contar com auxílio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para isso, será preciso enviar um e-mail com nome completo, CPF e foto da carteirinha de vacinação (frente e verso), além do telefone para contato, para o endereço eletrônico conectesuspelotas@gmail.com. Mais informações e orientações podem ser obtidas pelos telefones (53) 3284-7745, (53) 3284-7710 ou (53) 3284-7722.

O Decreto nº 6.478/2021 exige o passaporte vacinal para atividades como competições esportivas; eventos infantis, sociais e de entretenimento em buffets, casas de festas, casas de shows, casas noturnas, restaurantes, bares e similares; feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares; cinemas, teatros, auditórios, circos, casas de espetáculo e similares; além de parques temáticos, de aventura, de diversão, naturais, zoológicos e similares. O funcionamento estará condicionado à apresentação do comprovante tanto do público quanto dos trabalhadores.

Ainda conforme o Decreto, o comprovante de vacinação também passa a ser exigido aos estudantes que forem de fora da região Covid-19, da qual Pelotas faz parte (R21), e também para os alunos de outros estados brasileiros. Essa cobrança deverá ser feita pelos estabelecimentos de educação.Calendário

O comprovante vacinal será obrigatório a partir de 18 de outubro, conforme o calendário municipal de vacinação contra a Covid-19, seguindo a programação abaixo.

Maiores de 40 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 18/10

Entre 30 e 39 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 28/10

Entre 18 e 29 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 01/12

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Pandemia

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença

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Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

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