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Pandemia

Vacinação: segunda dose chega para mais 2.371 pessoas

A vacinação por faixa etária, para segunda dose, em Pelotas, teve continuidade nesta quarta-feira (6). 2.371 cidadãos foram vacinados

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A vacinação por faixa etária, para segunda dose, em Pelotas, teve continuidade nesta quarta-feira (6). 2.371 cidadãos foram vacinados nas ações que ocorreram no Centro de Eventos, onde compareceram 934 pessoas com 40 anos ou mais, que iniciaram o processo com a AstraZeneca no dia 6 de julho; e nos bairros, onde 1.437 pessoas de 41 anos, que receberam a primeira dose da AstraZeneca no dia 6 de julho, completaram o esquema vacinal.

Proteção passada de filha para mãe

A segunda dose recebida pela Naira Jardim, de 53 anos, foi aplicada por uma pessoa muito especial. A filha dela, Evelise Rackow, que é voluntária nas ações de vacinação, foi a responsável por imunizar a mãe, que estava acompanhada do marido e do neto. “Estou muito feliz em receber essa segunda dose, principalmente porque ela vem pelas mãos da minha filha”, destacou Naira, emocionada.

 “Foi tudo muito rápido, os profissionais foram muito receptivos. Não tenho do que reclamar, só agradecer”, frisou Cássio Alves, de 41 anos.

Dose de reforço

Nesta quarta-feira, também ocorreu nova ação destinada à aplicação da terceira dose ou dose de reforço, destinada às pessoas vivendo com HIV/Aids, que são atendidas no Serviço de Atendimento Especializado (SAE). Ao total, 161 pessoas receberam o complemento no local. Esse público havia recebido a segunda dose ou dose única há 28 dias ou mais.

Semana terá mais ações de vacinação

Na quinta-feira (7), o público com 39 anos ou mais, que recebeu a primeira dose da Pfizer no dia 7 de julho, e todos aqueles que têm 40 anos, e iniciaram o processo de imunização com a AstraZeneca do dia 7 de julho, poderão receber a segunda dose, conforme o calendário da Prefeitura.

Confira o cronograma para segunda dose

Drive-thru – Centro de Eventos, das 9h às 17h

– Quinta-feira (7) – 2ª dose para pessoas com 39 anos, que receberam a 1ª dose da Pfizer no dia 7 de julho; 

– Sexta-feira (8) – 2ª dose para pessoas com 38 anos, que receberam a 1ª dose da Pfizer no dia 8 de julho; e, 

– Sábado (9) – 2ª dose para pessoas com 37 anos, que receberam a 1ª dose da Pfizer no dia 9 de julho.

Bairros – das 10h às 15h*

– Quinta-feira (7) – 2ª dose para pessoas de 40 anos, que receberam a 1ª dose da AstraZeneca do dia 7 de julho; e, 

– Sexta-feira (8) – 2ª dose para pessoas de 39 anos, que receberam a 1ª dose da AstraZeneca no dia 8 de julho. 

*A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que não haverá ação de segunda dose para pessoas de 37 e 38 anos nos bairros, pois a primeira dose foi feita com o imunizante de dose única.

Pontos de vacinação nos bairros

– Pelotas Parque Tecnológico – avenida Domingos de Almeida, 1.785 – Areal 

– Colégio Pelotense – auditório, entrada pela avenida Bento Gonçalves – Centro 

– Faculdade Anhanguera – avenida Fernando Osório, 2.301 – Três Vendas 

– Paróquia São José – avenida Duque de Caxias, 520 – Fragata 

Documentação necessária

Para a 2ª dose:

– Carteira de Vacinação para comprovar a 1ª dose; 

– Comprovante de residência; e

– Documento de identidade.

O que a SMS recomenda

A SMS esclarece que, como regra geral, todas as vacinas recomendadas no Calendário Nacional de Vacinação podem ser aplicadas no mesmo dia, sendo assim, não é mais preciso aguardar o intervalo mínimo de 14 dias entre a aplicação do imunizante contra a Covid-19 e qualquer outra do calendário. 

Vale lembrar que segue valendo a orientação às pessoas que apresentarem sintomas gripais de não comparecerem na data marcada. O mesmo vale para quem tiver positivado para o coronavírus. É necessário aguardar 30 dias do início dos sintomas para receber a aplicação.

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Pandemia

Covid: Pelotas registra dois mortos e 61 infectados nas últimas 24h

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Pelotas registrou mais duas mortes por covid-19 nesta segunda, 18, segundo o Painel Covid, da prefeitura. Pacientes de 72 e 89 anos.

Além disso, 61 pessoas testaram positivo para o vírus. 56 dos internados são de Pelotas, 20 de outros municípios.

Neste momento, 76 pessoas estão internadas (64,4% de ocupação de leitos).

20 em UTI, 60,6% de ocupação.

56 em enfermaria, 65,9% de ocupação.

Até hoje 47.363 pessoas testaram positivo para covid. E 1.166 perderam a vida.

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Pandemia

A partir desta 2ª, pelotense precisará de passaporte vacinal

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Nesta segunda-feira (18), começa a valer em Pelotas a exigência de apresentação do Passaporte Vacinal para ingresso e permanência em eventos e espaços de uso coletivo.

A partir desta data, os estabelecimentos do município devem solicitar o documento ao público que acessar esses espaços.

As regras em relação aos locais que passarão a cobrar a comprovação, além do calendário que estabelece a partir de quando a regra passa a valer, estão especificados no Decreto nº 6.478/2021, publicado pela Prefeitura em 7 de outubro.

Em Pelotas, para o ingresso e permanência no interior de estabelecimentos, eventos e todas as demais atividades e locais de uso coletivo, a comprovação da vacina poderá ser feita de duas maneiras: por meio da certificação emitida pela plataforma Conecte SUS ou pela apresentação da Carteira de Vacinação.

O principal comprovante é o Certificado Nacional de Vacinação – popularmente conhecido como Passaporte da Vacina –, que pode ser obtido através da plataforma Conecte SUS (https://conectesus.saude.gov.br/home) ou baixando o aplicativo para celular disponível aos sistemas iOS e Android.

Seja pelo Conecte SUS, seja pelo aplicativo mobile, o usuário deverá acessar a opção “Cidadão”, e realizar seu cadastro com dados pessoais. Em seguida, deve acessar a aba “Vacinas” e marcar as doses. Logo após, aparecerá o botão do ‘Certificado da vacinação’. O documento conterá os dados de identificação do usuário e da vacina, na frente, e um QR-Code para verificação no verso. Também é possível exportar o documento em PDF para armazená-lo ou imprimi-lo.

A comprovação também poderá ser feita com a apresentação da carteira/cartão de vacinação com a identificação da vacina recebida, lote e data de aplicação da primeira e/ou segunda dose, ou dose única, quando for o caso.

Quem encontrar problemas com relação aos dados durante a emissão do Certificado via plataforma Conecte SUS poderá contar com auxílio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para isso, será preciso enviar um e-mail com nome completo, CPF e foto da carteirinha de vacinação (frente e verso), além do telefone para contato, para o endereço eletrônico conectesuspelotas@gmail.com. Mais informações e orientações podem ser obtidas pelos telefones (53) 3284-7745, (53) 3284-7710 ou (53) 3284-7722.

O Decreto nº 6.478/2021 exige o passaporte vacinal para atividades como competições esportivas; eventos infantis, sociais e de entretenimento em buffets, casas de festas, casas de shows, casas noturnas, restaurantes, bares e similares; feiras e exposições corporativas, convenções, congressos e similares; cinemas, teatros, auditórios, circos, casas de espetáculo e similares; além de parques temáticos, de aventura, de diversão, naturais, zoológicos e similares. O funcionamento estará condicionado à apresentação do comprovante tanto do público quanto dos trabalhadores.

Ainda conforme o Decreto, o comprovante de vacinação também passa a ser exigido aos estudantes que forem de fora da região Covid-19, da qual Pelotas faz parte (R21), e também para os alunos de outros estados brasileiros. Essa cobrança deverá ser feita pelos estabelecimentos de educação.Calendário

O comprovante vacinal será obrigatório a partir de 18 de outubro, conforme o calendário municipal de vacinação contra a Covid-19, seguindo a programação abaixo.

Maiores de 40 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 18/10

Entre 30 e 39 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 28/10

Entre 18 e 29 anos de idade

– Comprovante de 1ª dose – a partir de 18/10

– Comprovante de 2ª dose – a partir de 01/12

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Pandemia

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença

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Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

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